Apresentação Blog Gazeta de Espinho O Blog Gazeta de Espinho nasceu dia 6-06 -2006 para dar informação ,entretenimento,os documentários e reportagem de fotografias e vídeos sobre Concelho de Espinho. Podem ver os meus trabalhos jornais em portefólio Pseudónimo 7 mares
segunda-feira, julho 17, 2006
domingo, julho 16, 2006
quarta-feira, julho 12, 2006
sábado, julho 08, 2006
Espinho e Ponte de Lima dedicam Julho à clássica

A região Norte assiste este fim- -de-semana ao arranque de três festivais de música: Espinho, Póvoa de Varzim (este, ver revista '6.ª' da edição de ontem) e Ponte de Lima.
Em Espinho, o violinista Sasha Rozhdestvensky, depois de ontem ter sido solista no concerto de abertura com a Orquestra Gulbenkian, alia-se hoje (Centro Multimeios) a Gary Hoffman (violoncelo) e Mik- haïl Rudy (piano), num programa Shostakovitch/César Franck.
Dia 12, Fausto Neves dá um recital Lopes Graça (Aud. Junta de Freguesia) e, dois dias depois, o Remix Orquestra Barroca e solistas fazem a oratória La Giuditta, de F. A. de Almeida. Dirige Laurence Cummings (Salão Nobre do Casino).
Na semana de 15 a 21, há de tudo um pouco: quartetos de Mozart, Beethoven e Ravel pelo Quarteto Talich (dia 15, Aud. Junta),jazz com o Quinteto da cantora Lizz Wright (dia 19, Salão Nobre), sonatas para violino e piano de Mozart pelo duo Tatiana Grindenko/Vadim Sakharov (dia 20, Aud. Junta) e, por fim, uma narrativa imaginária saída das "vozes" reunidas do Trio de Bernardo Sassetti e Drumming-Grupo de Percussão (dia 21, Salão Nobre).
E chegamos aos três últimos eventos: recital Schubert/Liszt de Victoria Postnikova (dia 24, Aud. Junta) e dois concertos orquestrais: no dia 28, a Orquestra Nacional do Porto faz no Salão Nobre (Casino) a estreia mundial de Kontraste, homenagem de João Rafael a Schumann, e encomenda da Casa da Música; no dia seguinte (mesmo local), a Orquestra Clássica de Espinho tem como convidado o tenor Warren Mok (Hong-Kong). Ele irá cantar Pourquoi me réveiller (Werther), La fleur qui tu m'avais jetée (Carmen), E lucevan le stelle (Tosca) e Nessun dorma (Turandot). Também há a Shérazade de Rimsky-Korsakov, entre outras peças. Todos os espectáculos se iniciam às 22.00.
Paralelamente, refira-se a conferência de Alexandre Delgado sobre Luís de Freitas Branco (dia 11) e dois cursos: 'Jazz Vib' (17-22/7) por Jeffery Davis e 'Ritmos Urbanos' (24-28/7), por Nicolas Perazza.
Em 2003, uma recém-criada as- sociação cultural, a Opera Faber, iniciou um evento anual no coração do "verde Minho": nascia o Festival de Ópera e Música Clássica de Ponte de Lima. A 4.ª edição começa esta noite (22.00), nos relvados do Festival de Jardins, com uma celebração Mozart por solistas da Opera Faber e o trio de jazz de Arrigo Capelletti. No final, há fogo-de-artifício.
Até dia 22, destaque-se o recital de música vocal quinhentista à volta do poeta toledano Garcilaso de la Vega (dia 10, Museu dos Terceiros); o recital de canto e piano com Valérie Gabail e Niall Chorell (dia 16, Museu Terceiros), os dois recitais do Lon- don Bridge Ensemble (dias 18 e 21, na Villa Moraes) e, sobretudo, a produção de raíz (preparada num work- shop) do Don Giovanni na pequena jóia que é o Teatro Diogo Bernardes (dias 14, 19 e 22, às 21.00). Direcção de Stephen Higgins, encenação de John Ramster e Madelaine Wibom, Katarina Jovanovic, V. Gabail, N. Chorell, Ivan Ludlow e Johannes Schmidt nos principais papéis. Infor- mações no site da Opera Faber
sexta-feira, junho 30, 2006
Obras de enterramento da linha férrea em Espinho retomadas em Julho
A tão esperada máquina que irá fazer as perfurações no subsolo de Espinho, de forma a permitir o enterramento da linha férrea na parte central da cidade, já tem data de chegada. O equipamento chegará hoje ao porto de Setúbal, vindo da Alemanha, e será, de imediato, transportado por via rodoviária para Espinho. As obras no subsolo serão então retomadas mal a máquina esteja montada e pronta a entrar em funcionamento, o que, segundo o porta-voz da Rede Ferroviária Nacional (Refer), Rui Reis, deverá acontecer, o mais tardar, no início de Julho.
Enquanto isso, as obras à superfície continuam no terreno.
A ausência de uma máquina capaz de fazer as necessárias mexidas no subsolo rochoso, detectado na área de intervenção, chegou a criar um mal-estar entre a Refer e o consórcio luso-espanhol, responsável pela execução da empreitada. Um processo que entretanto foi resolvido, após um período negocial, decidindo-se "importar" o equipamento que se encarregará de abrir caminho no duro subsolo. De forma a recuperar tempo perdido, a Refer decidiu criar dois turnos diários de trabalho, prevendo-se que a máquina esteja no terreno durante dez meses consecutivos, isto é, até Abril do próximo ano.
Uma situação que mexe com os prazos inicialmente previstos para a conclusão da obra de enterramento da via-férrea em Espinho.
A empreitada deverá terminar no primeiro semestre de 2008, e não no primeiro trimestre de 2007, como se chegou a apontar. Esta obra representa um investimento total de cerca de 60 milhões de euros. A Câmara de Espinho comparticipa com um montante de 20 milhões.
Enquanto isso, as obras à superfície continuam no terreno.
A ausência de uma máquina capaz de fazer as necessárias mexidas no subsolo rochoso, detectado na área de intervenção, chegou a criar um mal-estar entre a Refer e o consórcio luso-espanhol, responsável pela execução da empreitada. Um processo que entretanto foi resolvido, após um período negocial, decidindo-se "importar" o equipamento que se encarregará de abrir caminho no duro subsolo. De forma a recuperar tempo perdido, a Refer decidiu criar dois turnos diários de trabalho, prevendo-se que a máquina esteja no terreno durante dez meses consecutivos, isto é, até Abril do próximo ano.
Uma situação que mexe com os prazos inicialmente previstos para a conclusão da obra de enterramento da via-férrea em Espinho.
A empreitada deverá terminar no primeiro semestre de 2008, e não no primeiro trimestre de 2007, como se chegou a apontar. Esta obra representa um investimento total de cerca de 60 milhões de euros. A Câmara de Espinho comparticipa com um montante de 20 milhões.
quarta-feira, junho 28, 2006
segunda-feira, junho 26, 2006
Estatuas vivas pela paz

Est?tuas vivas pela paz
J. Paulo Coutinho
Estatuas vivas destacaram-se pela originalidade
Natacha Palma
Milhares de pessoas acorreram, ontem, ? d?cima edi??o do Encontro de Est?tuas Vivas de Espinho, isto num ano em que o objectivo passou tamb?m pela inscri??o do evento no livro dos recordes Guinness como a maior concentra??o de homens e mulheres-est?tua. Em princ?pio, o feito ser? alcan?ado uma vez que, apesar de n?o ter sido poss?vel contar com 100 participantes, como era vontade da C?mara Municipal, respons?vel pela iniciativa, o certo ? que a categoria ainda n?o existe no Guinness.
Ainda assim, as expectativas n?o foram defraudadas e o encontro primou, mais uma vez, pela originalidade das composi??es criadas, isto apesar de, pela primeira vez, o evento estar subordinado a um tema, neste caso, a "Paz".
Com o branco a dominar o cen?rio, e porque ali se tratava da "Paz", muitas das composi??es abordaram o tema da guerra, n?o tendo sido esquecido o eterno conflito no Iraque com a luta pelo petr?leo como pano de fundo.
Um soldado com uma bandeira branca, uma "Madre Teresa de Calcut?", um "Buda" e at? duas pombas ? escala humana que atiravam milho sempre que se lhes dava uma moeda foram algumas das est?tuas subordinadas ao tema.
Uma visitante, Concei??o Almeida, sentiu-se particularmente emocionada com a est?tua que representava Nossa Senhora. "Tive uma semana muito dif?cil e cheguei a pedir de joelhos ? Nossa Senhora que me amparasse e ela ajudou-me. Hoje, alguma coisa me dizia que devia vir ver as est?tuas, o que fiz pela primeira vez, e quando deparei com a "Nossa Senhora" fiquei muito impressionada. Estava muito bonita. Vou ver as outras e sei que vou gostar muito, mas aquela deu-me tanta paz que vou votar nela e nem penso duas vezes", confessou.
Nem todos os participantes se prenderam ao tema. Foi o caso de Manuel Pinho, que, enfaixado de gaze da cabe?a aos p?s, incluindo nariz e boca, se "transformou" numa m?mia deitada num sarc?fago. Foi, ali?s, umas das est?tuas que mais aten??o obtiveram por parte dos espectadores que se questionavam sobre quanto tempo ele iria aguentar
sexta-feira, junho 23, 2006
quinta-feira, junho 22, 2006
quarta-feira, junho 21, 2006
segunda-feira, junho 19, 2006
domingo, junho 18, 2006
sexta-feira, junho 16, 2006
quinta-feira, junho 15, 2006
Estatuas vao tentar entrar no Guinness

Estatuas vao tentar entrar no Guinness
A C?mara de Espinho vai promover, no pr?ximo dia 25, o X Encontro de Est?tuas Vivas, que visa incentivar e divulgar a cria??o art?stica nas artes performativas.
Segundo a autarquia, o encontro "? sempre uma forma privilegiada de anima??o da cidade e lugar de encontro dos mais diversos p?blicos com bel?ssimas e inesperadas est?tuas". Na edi??o deste ano, a C?mara acredita vir a reunir 100 est?tuas.
A iniciativa conta com a participa??o de jovens alunos de escolas de Teatro, das faculdades de Belas Artes e elementos de grupos de Teatro e Dan?a de todo o pa?s. Os participantes estar?o dispostos no Largo da C?mara e Parque Jo?o de Deus, entre as 15.30 horas e as 18 horas. O j?ri seleccionar? as tr?s melhores est?tuas, que ser?o premiadas. O encontro pretende estabelecer um novo recorde mundial e ser inclu?do no Guinness Book
terça-feira, junho 13, 2006
segunda-feira, junho 12, 2006
domingo, junho 11, 2006
Moradores temem que obra da linha férrea de Espinho transforme Bairro da Marinha num gueto
Moradores temem que obra da linha férrea de Espinho transforme Bairro da Marinha num gueto
Movimento defende mais 400 metros de túnel para enterrar a linha férrea. Câmara rejeita solução e rebate tese de isolamento
Há um ano, os moradores do Bairro da Marinha, freguesia de Silvalde, Espinho, manifestavam o seu descontentamento pelo início das obras de enterramento da linha férrea. Os habitantes estavam insatisfeitos com a colocação dos taipais. Um ano depois, a crítica sobe de tom e vem acompanhada do receio do isolamento a que o projecto poderá condenar o aglomerado habitacional. Na impossibilidade de ver vingar uma proposta alternativa para o túnel, a população teme que o bairro possa vir a transformar-se num gueto. O Movimento Pró Enterramento da Linha Férrea na Marinha de Silvalde (Mopelim), criado na altura do protesto, não tem dúvidas. Samuel Pereira, um dos elementos do grupo, refere que a anunciada construção de um muro, com uma altura de 1,5 metros de betão mais três de protecção acrílica, vai isolar o bairro e prejudicar cerca de cinco mil habitantes. "Com o muro a nascente e o mar a poente, um muro a sul do clube de golfe e a fundação de arte e cultura a norte, ficaremos emparedados", refere. "O Bairro da Marinha ficará isolado, ficaremos "guetizados"", reforça.
Perante o cenário, o responsável antevê desde já um futuro cinzento. "O comércio desaparecerá daqui, os cafés, supermercados, restaurantes. O turismo também. Deixaremos de ter acesso ao centro da freguesia, à igreja, às escolas. Assistiremos a uma desvalorização dos imóveis". "Haverá um empobrecimento de toda a zona", garante.
Segundo Samuel Pereira, os comboios passarão na zona do Bairro da Marinha em vala, ou seja, já em descida para entrar no túnel, erguendo-se um muro de cerca de 4,5 metros de altura a separar a linha férrea da comunidade piscatória. Uma solução que desagrada ao elemento do Mopelim, que avança uma alternativa. "Mais 400 metros de túnel", defende. Desta forma, a linha ficaria enterrada na parte que abrange a Marinha e não prejudicaria a população. "Não podemos acreditar que, como disse o senhor José Mota [presidente da Câmara de Espinho], o prolongamento do túnel em 400 metros custe mais 125 milhões de euros", aponta.
Entretanto, o Mopelim já ouviu falar na construção de duas passagens inferiores, mas não se mostra convencido. "Queremos ver isso no papel",reclama Samuel Pereira. "A única coisa que queremos é que a zona da Marinha não seja prejudicada em relação à zona urbana de Espinho", destaca.
Conclusão da empreitada prevista para 2007 O descontentamento estende-se ainda ao novo figurino da Avenida de João de Deus, paralela à linha férrea. "Tinha 12 metros de largura e está com quatro, como irá ficar. A avenida deixa de ser uma avenida e passa a ser uma ruela", critica. As perguntas surgem, por conseguinte, em catadupa. "Quem autorizou a câmara a "vender" a Avenida de João de Deus à Refer?". "A população foi ouvida?". "Onde estão os estudos de impacte ambiental?". "Onde estão os projectos alternativos?".
O vice-presidente da Câmara de Espinho, Rolando Sousa, adianta que prolongar o enterramento da via férrea em mais 400 metros "poderá ser viável do ponto de vista técnico, mas inviável do ponto de vista financeiro". Tudo porque, adianta, "seria necessário fazer um outro projecto", com tudo o que isso implica. Além disso, sustenta, o túnel teria de passar por uma linha de água, ou seja, pela ribeira de Silvalde. "O que poderia trazer alguns problemas de carácter ambiental", alerta.
O autarca rejeita, contudo, que o Bairro da Marinha fique isolado. "Existirão duas passagens inferiores, uma para carros e outra para peões", aduz. E acrescenta: "A linha férrea não vai poder ser atravessada em qualquer ponto, como hoje acontece, mas isso iria acontecer com o projecto de supressão das passagens de nível sem guarda".
Segundo as últimas previsões, o enterramento da via férrea em Espinho, que envolve um investimento de cerca de 60 milhões de euros, estará concluído no final de 2007. O PÚBLICO tentou, sem sucesso, contactar com o presidente da Câmara de Espinho, José Mota.
FONTE : O PÚBLICO
Movimento defende mais 400 metros de túnel para enterrar a linha férrea. Câmara rejeita solução e rebate tese de isolamento
Há um ano, os moradores do Bairro da Marinha, freguesia de Silvalde, Espinho, manifestavam o seu descontentamento pelo início das obras de enterramento da linha férrea. Os habitantes estavam insatisfeitos com a colocação dos taipais. Um ano depois, a crítica sobe de tom e vem acompanhada do receio do isolamento a que o projecto poderá condenar o aglomerado habitacional. Na impossibilidade de ver vingar uma proposta alternativa para o túnel, a população teme que o bairro possa vir a transformar-se num gueto. O Movimento Pró Enterramento da Linha Férrea na Marinha de Silvalde (Mopelim), criado na altura do protesto, não tem dúvidas. Samuel Pereira, um dos elementos do grupo, refere que a anunciada construção de um muro, com uma altura de 1,5 metros de betão mais três de protecção acrílica, vai isolar o bairro e prejudicar cerca de cinco mil habitantes. "Com o muro a nascente e o mar a poente, um muro a sul do clube de golfe e a fundação de arte e cultura a norte, ficaremos emparedados", refere. "O Bairro da Marinha ficará isolado, ficaremos "guetizados"", reforça.
Perante o cenário, o responsável antevê desde já um futuro cinzento. "O comércio desaparecerá daqui, os cafés, supermercados, restaurantes. O turismo também. Deixaremos de ter acesso ao centro da freguesia, à igreja, às escolas. Assistiremos a uma desvalorização dos imóveis". "Haverá um empobrecimento de toda a zona", garante.
Segundo Samuel Pereira, os comboios passarão na zona do Bairro da Marinha em vala, ou seja, já em descida para entrar no túnel, erguendo-se um muro de cerca de 4,5 metros de altura a separar a linha férrea da comunidade piscatória. Uma solução que desagrada ao elemento do Mopelim, que avança uma alternativa. "Mais 400 metros de túnel", defende. Desta forma, a linha ficaria enterrada na parte que abrange a Marinha e não prejudicaria a população. "Não podemos acreditar que, como disse o senhor José Mota [presidente da Câmara de Espinho], o prolongamento do túnel em 400 metros custe mais 125 milhões de euros", aponta.
Entretanto, o Mopelim já ouviu falar na construção de duas passagens inferiores, mas não se mostra convencido. "Queremos ver isso no papel",reclama Samuel Pereira. "A única coisa que queremos é que a zona da Marinha não seja prejudicada em relação à zona urbana de Espinho", destaca.
Conclusão da empreitada prevista para 2007 O descontentamento estende-se ainda ao novo figurino da Avenida de João de Deus, paralela à linha férrea. "Tinha 12 metros de largura e está com quatro, como irá ficar. A avenida deixa de ser uma avenida e passa a ser uma ruela", critica. As perguntas surgem, por conseguinte, em catadupa. "Quem autorizou a câmara a "vender" a Avenida de João de Deus à Refer?". "A população foi ouvida?". "Onde estão os estudos de impacte ambiental?". "Onde estão os projectos alternativos?".
O vice-presidente da Câmara de Espinho, Rolando Sousa, adianta que prolongar o enterramento da via férrea em mais 400 metros "poderá ser viável do ponto de vista técnico, mas inviável do ponto de vista financeiro". Tudo porque, adianta, "seria necessário fazer um outro projecto", com tudo o que isso implica. Além disso, sustenta, o túnel teria de passar por uma linha de água, ou seja, pela ribeira de Silvalde. "O que poderia trazer alguns problemas de carácter ambiental", alerta.
O autarca rejeita, contudo, que o Bairro da Marinha fique isolado. "Existirão duas passagens inferiores, uma para carros e outra para peões", aduz. E acrescenta: "A linha férrea não vai poder ser atravessada em qualquer ponto, como hoje acontece, mas isso iria acontecer com o projecto de supressão das passagens de nível sem guarda".
Segundo as últimas previsões, o enterramento da via férrea em Espinho, que envolve um investimento de cerca de 60 milhões de euros, estará concluído no final de 2007. O PÚBLICO tentou, sem sucesso, contactar com o presidente da Câmara de Espinho, José Mota.
FONTE : O PÚBLICO
sábado, junho 10, 2006
quarta-feira, junho 07, 2006
terça-feira, junho 06, 2006
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