Apresentação Blog Gazeta de Espinho O Blog Gazeta de Espinho nasceu dia 6-06 -2006 para dar informação ,entretenimento,os documentários e reportagem de fotografias e vídeos sobre Concelho de Espinho. Podem ver os meus trabalhos jornais em portefólio Pseudónimo 7 mares
sexta-feira, março 23, 2007
quarta-feira, março 21, 2007
terça-feira, março 20, 2007
Passagem-de-nível da Rua 23 alterada
Estação
perto do fim
A5 obras de enterramento da linha-férrea vão tendo novos desenvolvimentos e, conforme anunciamos na nossa anterior edição, o fim do edifício da estação está para muito breve. A demolição deverá estar agendada para estes próximos dias, logo após a entrada em funcionamento da estação provisória instalada em edifício pré-fabricado, a norte.
Qs técnicos procedem, agora, também, à instalação de condutas em frente ao Centro Comercial
Solverde 1.
As obras (escavações) já chegaram à passagem inferior para peões e na Rua 23, já está construída a passagem-de-nível provisória, uns metros para sul, de forma a que se possam prosseguir com as obras no local onde se situava a anterior passagem de automoveis. Uma pequena obra realizada em, apenas, dois diasl
segunda-feira, março 19, 2007
quarta-feira, março 14, 2007
terça-feira, março 13, 2007
sábado, março 10, 2007
sexta-feira, março 09, 2007
segunda-feira, março 05, 2007
domingo, março 04, 2007
sábado, março 03, 2007
Estação ferroviária vai ser demolida até ao fim do mês

Estação ferroviária vai ser demolida até ao fim do mês
Estação de Espinho começa a ser desmantelada no dia 19, 132 anos depois de ter sido inaugurado
Natacha Palma Artur Machado
Aestação ferroviária de Espinho vai ser demolida durante a segunda quinzena deste mês, estando previsto que os trabalhos se iniciem no dia 19 e estejam concluídos a 30. Colocada de lado a técnica de implosão, o edifício começará a ser desmembrado a partir de cima, ou seja, do telhado. Retiradas manualmente todas as "peças" possíveis, só então entrarão em campo máquinas próprias que acabarão por deitar por terra o centenário edifício.
Entretanto, já está a ser montada aquela que irá ser a estação provisória até que a obra de rebaixamento da linha férrea esteja concluída (as previsões apontam para o primeiro trimestre de 2008). Trata-se de uma estrutura composta por vários contentores que está a ser montada a cerca de 100 metros a norte da actual estação.
O "novo" edifício de passageiros contará com todos os serviços normais, ou seja, bilheteiras e máquinas automáticas de compra de bilhetes. Além disso, contará ainda com um átrio que servirá de sala de espera.
Atravessamento normal
A demolição do edifício da estação não porá em causa de forma alguma o atravessamento da linha naquela zona, já que continuarão a existir passagens pedonais de uma gare para a outra.
Quanto ao quiosque situado mesmo em frente à estação, também mudará de lugar, desta feita para a plataforma que vai nascer junto à tal estação provisória.
De referir que a obra de rebaixamento da linha ganha, a cada dia que passa, maior "peso" no centro da cidade, com todos os inconvenientes que isso acarreta, nomeadamente na circulação de pessoas e veículos. A obra, que parece estar a decorrer em velocidade cruzeiro, ocupa, agora, praticamente toda a extensão da zona a ser intervencionada, tanto a sul como a norte, estando já muito perto do campo de futebol do Rio Largo que, no fim, irá ficar cortado a meio pela linha de caminho-de-ferro.
No que respeita a mudanças no trânsito, o próximo Verão afigura-se, no mínimo, confuso, já que o tráfego irá ser cortado no pontão existente a norte da cidade, uma via usada pelos automobilistas que se dirigem à zona balnear sem ter de ir ao núcleo duro da cidade onde têm de enfrentar vários semáforos.
De salientar que, antes disso, irá ser criada uma passagem de nível na Rua 15, de forma a colmatar o fecho do viaduto ao trânsito.
O pontão, acabará, também ele, demolido, já que deixará de ser necessário, mas só mais para o final da obra.
Trilhos ajudaram estância balnear
Segundo Armando Bouçon, técnico superior de História da Câmara Municipal de Espinho, quando a Linha do Norte foi aberta, Espinho não foi contemplado com estação, nem sequer apeadeiro, sendo os veraneantes obrigados a sair nas duas estações mais próximas, ou seja, na da Granja e na de Esmoriz. Mais tarde, a casa da guarda foi transformada em apeadeiro, mas só em 1873 é que o projecto da estação começou a tornar-se realidade, acabando por ficar concluída em 1874. Apesar de já estar a ser usada, a estação foi inaugurada um
ano depois, a 17
de Setembro de 1875. Foi a partir daí que a praia "ganhou o estatuto de afamada estância balnear", atraindo mais população, indústrias e comércio.
sábado, fevereiro 10, 2007
terça-feira, fevereiro 06, 2007
sexta-feira, fevereiro 02, 2007
sábado, janeiro 13, 2007
O fim do Bairro de Paramos
O fim do Bairro de Paramos
Natacha Palma, Artur Machado
No passado dia 5 de Novembro, houve missa na Capela de S. João e de Senhora da Aparecida, no Bairro da Praia de Paramos, em Espinho, situada numa espécie de promontório frente ao mar, com pedras a servir-lhe de calço. Foi um dia de temporal. As palavras do pároco eram praticamente abafadas pelo som das ondas a bater contra as rochas, descalçando o edifício quase centenário. A capelinha abanava por todos os lados. "É desta", pensaram muitos.
A população do bairro, constituído por edifícios construídos clandestinamente em zona de domínio público marítimo, há muito que vive "habituada" a ter o mar a bater-lhe à porta. Não é por acaso que o Plano de Ordenamento da Orla Costeira (POOC) prevê a retirada da povoação, onde vivem cerca de 500 pessoas.

E outra hipótese não é, para já, colocada. Segundo Veloso Gomes, especialista em Hidráulica e Defesa Costeira e coordenador dos estudos para a Estratégia Integrada de Gestão da Zona Costeira, não existe qualquer projecto para defesa daquela zona costeira. "Claro que se houvesse uma situação de emergência em que a população estivesse em risco iminente, algo teria de ser feito, mas a prioridade passa pela retirada da população", explicou.
O problema é que a comunidade não está pelos ajustes. Com raízes muito vincadas, não aceita com facilidade viver noutro local. Aliás, algumas das cerca de 40 pessoas que foram realojadas há sete anos pela Câmara de Espinho no complexo habitacional da Quinta de Paramos voltaram para o velho bairro.
Por outro lado, sabendo o risco que corre, a população há muito que reivindica por obras de defesa e até acredita que elas irão ser feitas. Américo Castro, presidente da Junta de Freguesia de Paramos, garantiu ao JN que tem indicações nesse sentido de que o POOC o prevê. "São seres humanos que ali vivem e enquanto não for encontrada uma solução viável para o seu realojamento há que fazer obras que os protejam dos ataques diários do mar", afirmou. "Se não for por nós, será pelo menos para defender a ETAR (construída em plena duna há cerca de 15 anos), que estão agora a ampliar", explicou um empresário local.
Mas não será bem assim. Segundo Veloso Gomes, a ETAR está defendida por um esporão a sul, além de que, há cerca de dez anos, foi construída uma duna artificial frente ao equipamento. Quanto à população, pouco ou nada existe a defendê-la. "E quando as ondas conseguirem finalmente abalroar a capela, a povoação, situada a uma cota mais baixa, vai ser invadida pelo mar", vaticinou Veloso Gomes.
Da parte da Câmara, o vice-presidente, Rolando de Sousa, admite que a questão é complexa e por isso mesmo só poderá ser resolvida através de um "desígnio nacional". "A Câmara não tem meios próprios para realojar toda aquela população", concluiu.
"O mar está-lhes no sangue"
O Bairro da praia de Paramos existe há cerca de um século, altura em que pescadores de Ovar ali construíram palheiros onde guardavam o gado que arrastava as redes de pesca depois da faina realizada ali ao largo. Com o tempo, os pescadores instalaram-se de vez no local, construindo novos palheiros. Os palheiros deram lugar a casas de madeira que, mais tarde, há cerca de 80 anos, foram "forradas" a tijolo e as tábuas retiradas. "As pessoas que lá vivem são, na maioria, descendentes dos primeiros pescadores, transformando aquela comunidade numa grande família", explicou Américo Castro. "Não é por acaso que não querem sair de lá. O mar está-lhes no sangue e nunca poderão ser afastados dele. Qualquer solução que tenha se ser encontrada para os realojar, tem de ser perto da praia, a não mais de 500, 600 metros, ou nunca será possível convencê-los a sair dali", concluiu o autarca
Natacha Palma, Artur Machado
No passado dia 5 de Novembro, houve missa na Capela de S. João e de Senhora da Aparecida, no Bairro da Praia de Paramos, em Espinho, situada numa espécie de promontório frente ao mar, com pedras a servir-lhe de calço. Foi um dia de temporal. As palavras do pároco eram praticamente abafadas pelo som das ondas a bater contra as rochas, descalçando o edifício quase centenário. A capelinha abanava por todos os lados. "É desta", pensaram muitos.
A população do bairro, constituído por edifícios construídos clandestinamente em zona de domínio público marítimo, há muito que vive "habituada" a ter o mar a bater-lhe à porta. Não é por acaso que o Plano de Ordenamento da Orla Costeira (POOC) prevê a retirada da povoação, onde vivem cerca de 500 pessoas.

E outra hipótese não é, para já, colocada. Segundo Veloso Gomes, especialista em Hidráulica e Defesa Costeira e coordenador dos estudos para a Estratégia Integrada de Gestão da Zona Costeira, não existe qualquer projecto para defesa daquela zona costeira. "Claro que se houvesse uma situação de emergência em que a população estivesse em risco iminente, algo teria de ser feito, mas a prioridade passa pela retirada da população", explicou.
O problema é que a comunidade não está pelos ajustes. Com raízes muito vincadas, não aceita com facilidade viver noutro local. Aliás, algumas das cerca de 40 pessoas que foram realojadas há sete anos pela Câmara de Espinho no complexo habitacional da Quinta de Paramos voltaram para o velho bairro.
Por outro lado, sabendo o risco que corre, a população há muito que reivindica por obras de defesa e até acredita que elas irão ser feitas. Américo Castro, presidente da Junta de Freguesia de Paramos, garantiu ao JN que tem indicações nesse sentido de que o POOC o prevê. "São seres humanos que ali vivem e enquanto não for encontrada uma solução viável para o seu realojamento há que fazer obras que os protejam dos ataques diários do mar", afirmou. "Se não for por nós, será pelo menos para defender a ETAR (construída em plena duna há cerca de 15 anos), que estão agora a ampliar", explicou um empresário local.
Mas não será bem assim. Segundo Veloso Gomes, a ETAR está defendida por um esporão a sul, além de que, há cerca de dez anos, foi construída uma duna artificial frente ao equipamento. Quanto à população, pouco ou nada existe a defendê-la. "E quando as ondas conseguirem finalmente abalroar a capela, a povoação, situada a uma cota mais baixa, vai ser invadida pelo mar", vaticinou Veloso Gomes.
Da parte da Câmara, o vice-presidente, Rolando de Sousa, admite que a questão é complexa e por isso mesmo só poderá ser resolvida através de um "desígnio nacional". "A Câmara não tem meios próprios para realojar toda aquela população", concluiu.
"O mar está-lhes no sangue"
O Bairro da praia de Paramos existe há cerca de um século, altura em que pescadores de Ovar ali construíram palheiros onde guardavam o gado que arrastava as redes de pesca depois da faina realizada ali ao largo. Com o tempo, os pescadores instalaram-se de vez no local, construindo novos palheiros. Os palheiros deram lugar a casas de madeira que, mais tarde, há cerca de 80 anos, foram "forradas" a tijolo e as tábuas retiradas. "As pessoas que lá vivem são, na maioria, descendentes dos primeiros pescadores, transformando aquela comunidade numa grande família", explicou Américo Castro. "Não é por acaso que não querem sair de lá. O mar está-lhes no sangue e nunca poderão ser afastados dele. Qualquer solução que tenha se ser encontrada para os realojar, tem de ser perto da praia, a não mais de 500, 600 metros, ou nunca será possível convencê-los a sair dali", concluiu o autarca
segunda-feira, janeiro 08, 2007
Um dia em..ESPINHO


Espinho (ESP) é uma cidade portuguesa pertencente ao Distrito de Aveiro, à Região Norte e à Área Metropolitana do Porto, com 9 832 habitantes no seu perímetro urbano (2011).
É sede de um pequeno município urbano, com 21,06 km² de área e 29 547 habitantes (2017),[2] subdividido em 4 freguesias.[3] O município é elo município de Vila Nova de Gaia, a leste por Santa Maria da Feira, a sul por Ovar e a oeste pelo Oceano Atlântico.
Em 17 de agosto de 1899 foi criado o concelho de Espinho. Os valores dos censos de 1864, 1878 e 1890 resultam da soma dos habitantes das freguesias que depois vieram a constituir este concelho.
Já em tempos do domínio romano na região existia um castro, o chamado Castro de Ovil, povoação referenciada pela primeira vez num documento de 1013, que assentava numa pequena colina de forma circular rodeada por um fosso a Norte e Nascente e por uma ribeira a Sul e Poente, que actualmente se encontra na Freguesia de Paramos.
Há cerca de 200 anos a zona de Espinho começou a ser utilizada para a pesca, ainda de forma sazonal. Esses primeiros ocupantes não construíram habitações, permanecendo na costa apenas durante a companha, para regressar à terra de origem no inverno, quando a violência do mar impossibilitava a pesca em segurança.
A fixação da população começou a fazer-se por volta do ano de 1776 (o concelho foi criado apenas em 1899, por desmembramento de Santa Maria da Feira), quando surgiram as primeiras habitações (os palheiros), feitas em madeira com os telhados revestidos com terra. A transição da madeira para a pedra ocorreu lenta e gradualmente e passou por uma fase intermédia, em que os palheiros, ainda de madeira, ostentavam uma fachada principal em pedra e cal.
Mais tarde, muitas destas habitações seriam adquiridas e transformadas, por famílias de posses, dando origem à colónia balnear de Espinho. Em menos de meio século, Espinho iria tornar-se numa das zonas de eleição do Norte de Portugal.
A devoção religiosa das pessoas da região levou à edificação, ao longo dos séculos, de diversos monumentos espalhados pela cidade e arredores. A Igreja Matriz dedicada a N.ª Senhora da Ajuda é exemplo disso; construída em 1930 segundo projecto do arquitecto Adães Bermudes, tem sabor revivalista, que procura conciliar com as necessidades contemporâneas.
Hoje Espinho é uma cidade moderna, com importante atividade turística, acolhendo ao longo do ano milhares de visitantes nacionais e estrangeiros. Para isso foi importante o fator clima (baixa amplitude térmica: 23 °C no Verão e 12 °C no Inverno) e os atrativos naturais e culturais (praia, paisagem, património, espetáculos, etc.), mas também a fácil acessibilidade (por via férrea e rodoviária), a proximidade do Porto e do Aeroporto Francisco Sá Carneiro e a circunstância de se ter tornado numa concorrida zona de jogo.
Espinho é uma cidade conhecida pela sua feira centenária, gastronomia, potencial nas áreas do turismo e lazer, e pelo seu Casino.
- FEST ̶ Festival Novos Realizadores | Novo Cinema: é uma celebração única de novo cinema e de novos cineastas. É um festival de cinema anual multifacetado que decorre na última semana de Junho na cidade de Espinho. Em 2018, o FEST chega à sua 14ª edição que terá lugar entre os dias 18 e 25 de Junho de 2018.
- Feira semanal: É a maior feira semanal do país (e possivelmente da península ibérica), realizando-se todas as segundas-feiras, exceptuando alterações devidas a feriados. A realização da feira ocupa uma grande extensão da Avenida 24, desde o centro da cidade à freguesia de Silvalde, podendo-se aí encontrar uma grande variedade de produtos. São bem característicos da feira de Espinho a venda dos legumes e frutos de pequenos agricultores da zona, a venda do peixe pelas vareiras e o comércio dos ciganos, a que se juntam os tradicionais pregões.
- CINANIMA : Festival Internacional de Cinema de Animação tem lugar todos os anos em Espinho, normalmente no mês de Novembro. O CINANIMA é um importante festival do cinema de animação a nível mundial. É organizado pela Cooperativa de Acção Cultural Nascente e pela Câmara Municipal de Espinho.
- Festival de Música de Espinho: Criado em 1974, este festival de música clássica é organizado anualmente pela Academia de Música de Espinho com o apoio da Câmara Municipal.
- Auditório de Espinho: Sala de concertos, teatro e dança e novo circo que faz parte da Academia de Espinho. Com uma programação mensal que aposta na variedade, inovação e qualidade. O AdE pretende assegurar anualmente uma produção cultural regular, que assente em produções próprias, co-produções e acolhimentos nos domínios musical, teatral, da dança e novo circo.
- Centro Multimeios de Espinho: Iniciativas diversificadas e eventos culturais têm lugar no Centro Multimeios de Espinho, incluindo o CINANIMA. As pessoas interessadas em astronomia poderão assistir sessões no planetário, visitar a cosmoteca (biblioteca de astronomia) e participar em observações astronómicas que ocorrem regularmente.
- Etapas dos circuitos mundiais de Surf e Vólei de Praia acontecem no Verão.
- Festas populares: São João, São Pedro, São Martinho, Nossa Sr.ª do Mar, Nossa Sr.ª das Dores e Nossa Senhora da Ajuda.
- Encontro de Homens-Estátua: Anualmente realiza-se no parque da cidade um dos maiores eventos deste tipo na Europa.
- Feira dos " peludos": Realiza-se no primeiro domingo de cada mês. Vendem-se principalmente antiguidades variadas.
Transportes
A maior parte do concelho de Espinho encontra-se coberta por companhias de transporte privadas, como por exemplo UTC e a Auto Viação Feirense.[8]
A CP tem a Estação Ferroviária de Espinho é uma interface da Linha do Norte e é o início da Linha do Vouga.[8]
Educação
A cidade de Espinho possui várias escolas, jardins de infância, ensino primário, básico e secundário. O Parque Escolar de Espinho divide-se em dois agrupamentos, o agrupamento de Escolas Dr. Manuel Laranjeira e o agrupamento de Escolas Dr. Manuel Gomes Almeida. Em relação ao Ensino Superior existiu até final de 2016 um Instituto Superior. Ainda existem várias escolas profissionais e escolas de Música.
Na cidade de Espinho estão em construção vários Centro Escolar:
Bibliotecas
A rede de bibliotecas de Espinho é constituída por uma Biblioteca Municipal José Marmelo e Silva e 6 Bibliotecas Escolares.[12]
Fórum de Arte e Cultura e Museu Municipal de Espinho
O Fórum de Arte e Cultura de Espinho surgiu do projecto de reabilitação da antiga Fábrica de Conservas Brandão, Gomes & C.ª; trata-se de um espaço dedicado à investigação, ao desenvolvimento cultural e à prestação de serviços à comunidade, numa confluência entre conhecimento, formação, educação e lazer.
O Museu Municipal de Espinho ocupa o núcleo central da antiga fábrica. "Constitui-se como um espaço dinâmico, de interacção entre o passado e o presente [...]. A concepção museográfica integra três exposições permanentes: fábrica de conservas, arte xávega e bairro piscatório/operário. A funcionalidade do museu municipal passa, também, por uma galeria de exposições temporárias, pelo centro de documentação e investigação em história local e por um serviço educativo aberto às escolas e restante população".[13]
Centro Multimeios de Espinho
O Centro Multimeios de Espinho é um espaço polivalente, aberto à realização de reuniões, congressos e exposições. Inclui um auditório com cerca de 300 lugares, devidamente equipado com a mais moderna tecnologia de som e imagem, permitindo a realização de outros eventos, nas áreas do Cinema, Música, Teatro e Dança. Possui também um moderno Planetário. A Galeria do Centro é um espaço amplo, com 400 m², disponível para acolher propostas expositivas da comunidade artística.[14]
Nave Polivalente de Espinho
A Nave Polivalente de Espinho surge voltada para a dinamização desportiva e recreativa, tendo por objectivos a promoção e o desenvolvimento do concelho. Com uma área coberta de 11.000 m², este espaço foi concebido para grandes espectáculos desportivos e culturais, sendo altamente versátil e flexível.[15]
Auditório de Espinho
Integrado na Academia de Música de Espinho, o Auditório assegura uma produção cultural regular, que assenta em produções próprias, co-produções e acolhimentos en diversos domínios culturais (musical, teatral, dança, novo circo). Pelo seu contributo, tornou-se uma referência cultural a nível da cidade e da região. Tem como estrutura residente a Orquestra Clássica de Espinho e o Drumming-Grupo de Percussão.[16]
Piscina Solário Atlântico e Balneário Marinho de Espinho
A Piscina Solário Atlântico de Espinho e o Balneário Marinho de Espinho são duas unidades interligadas pertencentes à Municipalidade de Espinho e situam-se à beira-mar.
A Piscina foi originalmente construída em 1942, por iniciativa particular, diga-se, do empresário Manoel Pinto Bizarro, segundo projeto de traçado modernista da autoria de Eduardo Martins e Manuel Passos (devido à sua elevada qualidade arquitetónica, o projeto está referenciado no Inquérito à Arquitetura do Século XX em Portugal [17]). Em 1960 a piscina passou a ser um equipamento da Câmara Municipal de Espinho. O complexo foi depois ampliado, passando a englobar o chamado Balneário Marinho, que incluía uma piscina coberta aquecida e um sector de tratamentos com água do mar e algas (Talassoterapia).[18]
Na década de 1990 as instalações foram alvo de renovação com projeto dos arquitetos Isabel Aires e José Cid, que procuraram manter a integridade dos aspetos mais relevantes da configuração da década de 1940 – fachadas exteriores, entrada inicial, bar, salão de festas, que foram cuidadosamente reabilitados. A piscina exterior foi totalmente reconstruída restando apenas a prancha de saltos original, tendo sido adotado um novo perfil, com uma profundidade menor e mais segura. A piscina é hoje constituída por dois planos de água, um destinado a crianças e outro a adultos. O Balneário Marinho foi integralmente remodelado e modernizado, nomeadamente a piscina coberta.
quarta-feira, dezembro 20, 2006
terça-feira, dezembro 19, 2006
sexta-feira, dezembro 01, 2006
Fim do 'bairro dos ciganos' com alegria, choro e revolta
Fim do 'bairro dos ciganos' com alegria, choro e revolta
Houve quem chorasse de desespero por não ter direito a uma casa e houve até quem quisesse invadir as habitações dadas a outros
chamado "bairro dos ciganos", a sul da Marinha de Silvalde, em Espinho, começou, ontem, a ser demolido. Os moradores do bairro, esses, já estão realojados num bloco de apartamentos de habitação social, construído a algumas centenas de metros daquele local, e que já se encontrava pronto há quase dois anos e meio. Segundo André Duarte, da Divisão de Acção Social da Câmara Municipal, o realojamento, que teve lugar há exactamente uma semana, decorreu dentro da normalidade e ordeiramente. Porém, segundo diversos testemunhos relatados ao JN, a história poderá ter sido bem diferente.
Na passada sexta-feira, depois de um vendaval que assolou o concelho de Espinho, vendo a estabilidade das casas, ou melhor, das barracas e casas abarracadas, seriamente comprometida, vários moradores do dito "bairro dos ciganos" ter-se-ão se dirigido à Associação de Desenvolvimento do Concelho de Espinho, onde estão instalados os serviços de Acção Social, para contar aos técnicos presentes o que se passava e para reclamar por casa.
Depois de observada a situação de perigo de derrocada de algumas das casas, os técnicos terão decidido então realojar as pessoas no dito prédio novo.
Munidos das chaves, os técnicos terão sido completamente rodeados pelos moradores do bairro, cada um a reclamar por casa. Segundo Idalina Crista, uma moradora do bairro da Marinha, a confusão foi geral e houve até quem tentasse invadir o prédio. Aliás, ainda ontem, uma janela de uma das casas do rés-do-chão mantinha-se partida.
"Eu vi. Os técnicos tiveram de dar as chaves sob ameaça e até houve quem ameaçasse de arma em punho. Uma técnica da Câmara estava branca como a cal. Por medo, deram casas à toa. A uma família com três filhos deram um T2 e a uma viúva sozinha deram um T3. Deram casas a quem não tinha direito e aos meus filhos, cada um deles inscrito há mais de 18 anos, ninguém deu casa", criticava, a altos brados, Idalina Crista.
André Duarte, por seu lado, negou ter sido vítima de qualquer tipo de ameaças e afirmou ao JN que as pessoas que foram realojadas, foram-no por direito e por prioridade. "Correu tudo dentro da normalidade", concluiu.
Em defesa de uma casa
Ontem, pela manhã, na casa nº1 do chamado "bairro dos ciganos", vivia-se uma situação de pânico geral. Fátima Lapa, a dona da casa, realojada no novo prédio de habitação social desde sexta-feira, ameaçava não sair da casa velha. Tudo porque os dois irmãos que com ela ali viviam, ambos casados e com filhos, não tinham tido direito a casa nova. Depois de informada que a casa iria ser demolida como as outras, a família e dezenas de amigos do bairro da Marinha reuniram-se junto da casa para impedir a demolição. Abraçadas aos filhos, as cunhadas de Fátima Lapa choravam de desespero por irem ficar sem tecto. Porém, André Duarte, da Divisão de Acção Social, chegou com a boa-nova, dizendo que a casa iria ser poupada até que as duas famílias pudessem ser realojadas
FONTE: JN
domingo, novembro 26, 2006
sexta-feira, novembro 24, 2006
segunda-feira, novembro 13, 2006
domingo, novembro 12, 2006
'Stuart' é o filme mais premiado do 30.º Cinanima

'Stuart' é o filme mais premiado do 30.º Cinanima
"Stuart", de Zepe
João Antunes
País com largas tradições na animação, a República Checa foi a grande vencedora da 30.ª edição do Cinanima, cujos prémios foram entregues ontem à noite. A honra deveu-se ao filme "Carnaval dos animais", de Michaela Pavlatova, que usa no seu filme, sobre duas sociedades em confronto, a dos homens e a das mulheres, técnicas tão diferenciadas como marionetas, plasticina, areia, recortes e computador.
O Grande Prémio Tóbis, entregue pelo júri internacional a um dos filmes portugueses a concurso, foi para "Stuart", de José Pedro Cavalheiro, também conhecido como Zepe, e que assina aqui a que é já a obra de referência na animação portuguesa deste ano. Convidando-nos a uma deambulação pelas zonas mais sórdidas de Lisboa, a partir da obra gráfica de Stuart Carvalhais, o filme obteve ainda o Prémio António Gaio, a que concorreram 17 filmes de produção nacional e o prémio para a melhor banda sonora original, provando que o filme de Zepe não se esgota na inspiração gráfica de Stuart, oferecendo-nos ainda uma "viagem" aos sons da capital. O júri da secção Jovem Cineasta Português premiou "Mais perto das nuvens, mais perto dos sonhos", na categoria cineastas até aos 18 anos, e ainda o filme "Porquê".
O júri internacional entregou ainda o seu Prémio Especial à produção canadiana "Tower bawher", de Theodore Ushev, nascido na Bulgária, e que no seu filme evoca o fervilhante período artístico do construtivismo russo, movimento nascido após a revolução de 1917. Este filme faz parte de um grupo de títulos escolhidos pelo júri da 2, e que serão oportunamente exibidos no programa onda Curta.
Desse lote faz ainda parte o divertidíssimo "Dreams and desires - Family ties", sobre as atribuladas filmagens de um casamento. Com este seu filme, a britânica Joanna Quinn, que há sete anos não ia a um festival de cinema, escolhendo o Cinanima para o "regresso", venceu também o Prémio José Abel. Finalmente, o júri final das longas-metragens, que tinha à sua escolha quatro títulos, optou por entregar o seu prémio a "Os Christies", do inglês Phil Mulloy, uma colecção de cenas sobre a vida de uma típica família, inglesa e psicótica
sexta-feira, novembro 10, 2006
sábado, novembro 04, 2006
domingo, outubro 29, 2006
quarta-feira, outubro 25, 2006
terça-feira, outubro 24, 2006
sábado, outubro 21, 2006
sexta-feira, outubro 20, 2006
Enterrar a linha férrea para voltar a unir Espinho
As obras de enterramento da linha férrea já estão a transformar a cidade de Espinho. Empreitada reclamada há décadas, só muito recentemente obteve verbas da Administração Central para avançar no terreno. Para o próximo ano, o PIDDAC destina-lhe mais de 43 milhões de euros. A obra de maior impacto passa pela construção de um túnel com 110 metros por onde passarão a circular os comboios, libertando a superfície para a implantação de uma avenida vocacionada para o lazer. O projecto inclui, ainda, a construção de uma nova estação (em frente ao Centro Comercial Palmeiras), novos espaços de estacionamento e a implantação de zonas verdes. No total, a obra que, acreditam os responsáveis autárquicos, irá acabar com a divisão da cidade custa cerca de 60 milhões de euros. Um terço dessa verba é da responsabilidade da Câmara de Espinho.
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