Apresentação Blog Gazeta de Espinho O Blog Gazeta de Espinho nasceu dia 6-06 -2006 para dar informação ,entretenimento,os documentários e reportagem de fotografias e vídeos sobre Concelho de Espinho. Podem ver os meus trabalhos jornais em portefólio Pseudónimo 7 mares
segunda-feira, julho 30, 2007
domingo, julho 29, 2007
sábado, julho 28, 2007
Instantaneos da historia de ESPINHO
Exposição retrospectiva de várias áreas temáticas da história de Espinho A xávega, o caminho-de-ferro, a batalha de flores, a vida rural, a praia, entre outras, serão algumas das áreas abordadas nesta exposição, que pretende ser uma mostra de várias realidades que Vazem parte do nosso património e da nossa memória colectiva
terça-feira, julho 24, 2007
quarta-feira, julho 18, 2007
PJ investiga assalto violento a habitação
PJ investiga assalto violento a habitação
Ladrões introduziram-se na casa, sequestraram o filho dos proprietários e queriam saber o segredo do cofre.
Um assalto com contornos violentos ocorreu, esta segunda-feira de madrugada, em Espinho. Os ladrões introduziram-se numa habitação, sequestraram o filho dos proprietários
Os dois homens encapuzados queriam saber o segredo do cofre, do qual já tinham conhecimento, mas o rapaz de 21 anos não sabia. Após diversas ameaças, os assaltantes abandonaram a residência Apesar da tentativa frustrada, os ladrões conseguiram levar cerca de mil euros em dinheiro e dois anéis de ouro. A rapidez das autoridades não foi suficiente para aprisionar os dois assaltantes que conseguiram fugir. O caso está a ser investigado pela Polícia Judiciária do Porto
Ladrões introduziram-se na casa, sequestraram o filho dos proprietários e queriam saber o segredo do cofre.
Um assalto com contornos violentos ocorreu, esta segunda-feira de madrugada, em Espinho. Os ladrões introduziram-se numa habitação, sequestraram o filho dos proprietários
Os dois homens encapuzados queriam saber o segredo do cofre, do qual já tinham conhecimento, mas o rapaz de 21 anos não sabia. Após diversas ameaças, os assaltantes abandonaram a residência Apesar da tentativa frustrada, os ladrões conseguiram levar cerca de mil euros em dinheiro e dois anéis de ouro. A rapidez das autoridades não foi suficiente para aprisionar os dois assaltantes que conseguiram fugir. O caso está a ser investigado pela Polícia Judiciária do Porto
sábado, julho 14, 2007
Obra de rebaixamento da via férrea no atravessamento da cidade de Espinho
Obra de rebaixamento da via férrea no atravessamento da cidade de Espinho
A obra de rebaixamento da via férrea no atravessamento da cidade de Espinho desenvolve-se ao longo de 1950 m, sendo 746 m constituídos por rampas a céu aberto, com uma largura de cerca de 13,5 m e uma altura máxima de cerca de 9 m. Os restantes 1204 m são constituídos por um falso túnel, de dimensões semelhantes, o qual permitirá reaproveitar a superfície na cidade de Espinho.
A escavação está a ser efectuada ao abrigo de paredes moldadas, com espessura variável entre 0,8 m e 1 m, que suportam, na zona superior, um horizonte de aterros e areias de duna e, na zona inferior, encastram no substrato rochoso constituído por xistos alterados a medianamente alterados. Para o desmonte dos xistos medianamente alterados tem-se recorrido a explosivos.
O sistema de suporte da estrutura de contenção é garantido por um sistema de escoramento metálico e por ancoragens provisórias, tendo a estrutura definitiva um sistema de ancoragem de fundo, para garantia da necessária segurança à flutuação, constituído por pregagens definitivas.
Para a manutenção do equilíbrio dos níveis freáticos locais, foi definido um sistema de drenagem em sifão, constituído por valas drenantes executadas sob a laje de fundo, com um afastamento de 18 m, ligadas a colunas de brita executadas no tardoz das paredes moldadas.
ACESSO À ZONA DE PRAIA PRATICAMENTE IMPOSSÍVEL NAS HORAS DE PONTA

Encerramento do pontão provoca caos no trânsito
Conforme tinha sidoanunciado, foi cortada
passagem ao trânsitopelo pontão e aberta apassagem de nível daRua 15. Asconsequências de talsituação são visíveis nashoras de maior tráfego.
Quem tem necessidade de descer a Rua 15 para seguir para a Rua 8 ou subir a Rua 62 tem de esperar ue as cancelas abram para que o trânsito possa prosseguir. No entanto, nas horas de maior circulação dos comboios, como, por exemplo, pelas 18h00, o trânsito automóvel chega mesmo à Rua 20, obrigando a uma longa espera para que se possa sair desta rua. Para o caso de alguma ambulância necessitar de passar nesta mesma via, numa destas situações referidas, a sua circulação é completamente impossível, pois nem por cima dos passeios ela poderá circular devido à existência de candeeiros de iluminação.
Outra situação também observada é a tendência para a entrada em sentido contrário, de quem segue no sentido norte-sul pela Avenida 8. Embora nas horas de maior tráfego se encontrem no local agentes de autoridade, os mesmos não conseguem evitar este equívoco.O apelo para o atraso do encerramento do pontão, feito pelos comerciantes, não foi tido em conta, complicando o acesso não só às praias concessionadas como também a todo o comércio situado abaixo da passagem de nível.
Outra situação também observada é a tendência para a entrada em sentido contrário, de quem segue no sentido norte-sul pela Avenida 8. Embora nas horas de maior tráfego se encontrem no local agentes de autoridade, os mesmos não conseguem evitar este equívoco.O apelo para o atraso do encerramento do pontão, feito pelos comerciantes, não foi tido em conta, complicando o acesso não só às praias concessionadas como também a todo o comércio situado abaixo da passagem de nível.
sexta-feira, julho 13, 2007
quinta-feira, julho 12, 2007
Com o pontao encerrado
No entanto, há, ainda, alguns problemas com a circulação automóvel e, nomeadamente, com a sinalização, sobretudo na Rua 20, junto aos semáforos que dão acesso ao parque de campismo. Com o ‘pontão’ fechado, os automobilistas não dispõem de qualquer indicação, quer venham da Avenida da Liberdade, quer venham do lado do pavilhão da Associação Académica de Espinho ou do próprio parque de campismo. As placas com a informação respeita às praias e hotéis, continua colocada, sendo um foco de grande confusão para os automobilistas que, ao entrarem naquela artéria, ficam surpreendidos com as barreiras que foram colocadas no pontão. A primeira placa indicativa de desvio de trânsito está colocada, apenas, depois do cemitério, no sentido de norte para sul, na Rua 3. Por outro lado, sabia-se, de antemão, que a nova passagem-de-nível da Rua 15 iria trazer alguns problemas, nomeadamente com o escoamento do tráfego automóvel. Aquela estrutura não está bem concebida (nem pode), uma vez que a própria estrutura da Rua 8 não o permite, pois encontra-se a uma cota mais elevada. Sendo assim, os autocarros ficaram impedidos de circular por esta passagem para a Avenida 8 (numa cota mais baixa). O problema prende-se, agora, com o escoamento do tráfego em dias de fim-de- semana, de feriados e de férias de Verão. Ninguém está a respeitar a sinalização, nomeadamente os sinais de Stop na Avenida 8, de forma a permitir que os automóveis saem iam da passagem-de -nível. O empreiteiro, entretanto, colocou naquele local, permanentemente, um funcionário, para impedir que os automobilistas fiquem parados sobre a linha-férrea. Ao fim-de-semana e à noite, a própria Polícia de Segurança Pública tem estado no local de forma a impedir, também, que os incautos condutores tentem subir para a Rua 8, em sentido proibido. Talvez uma nova pintura no piso, com a palavra ‘Stop’ no piso (Avenida 8), e as setas (uma para voltar à direita e uma outra para a esquerda), depois da segunda barreira da Passagem-de-nível da Rua 15, consigam e ditar a confusão!...
terça-feira, julho 10, 2007
Obras na via-ferrea cortam acessos e desesperam cidade
Nunca a cidade de Espinho esteve tão cortada a meio como agora. Fechado o pontão na semana passada, todos os acessos entre as zonas Poente e Nascente da cidade limitam-se a três passagens de nível, condicionando o trânsito dos automóveis ao sabor da circulação de comboios. Há situações em que, durante períodos de tempo que chegam a ultrapassar os 15 minutos, nada passa para cima nem para baixo.Este cenário está a deixar muitos populares desesperados, sobretudo os taxistas que vêem, com maus olhos, o facto de terem de levar clientes à zona balnear, porque temem lá ficar "encurralados". E o problema, dizem, é ainda maior devido ao facto da passagem de nível da Rua 15, construída exactamente para substituir o pontão, não cumprir essa função. Como possui apenas o sentido Nascente/Poente, obriga os condutores, quer se encontrem na zona Norte da cidade, junto ao mar, ou não, a terem de deslocar-se até às passagens-de- nível das ruas 23 ou 33 para poderem seguir caminho."A zona balnear está completamente estrangulada. Não é à toa que puseram dois polícias à noite na passagem da Rua 15 para tentarem regularizar o trânsito. Perceberam que, se não o fizessem, aquilo seria um descalabro total", criticou o taxista Alberto Silva. "Se é assim em Julho, o que dirá em Agosto. Não estou a ver como é que isto vai resultar quando obrigam os automobilistas a esperar, às vezes, mais de dez minutos para atravessar para a zona da praia enquanto passam comboios de passageiros, comboios rápidos e comboios de mercadorias. Deviam fazer, pelo menos, mais uma passagem de nível", acrescentou.Indignado está, também, o presidente da Junta de Freguesia de Espinho, Rui Torres, que acusa a Câmara e a Refer, responsável pela obra de rebaixamento da linha-férrea, de "fazerem pouco caso da população, supreendendo-a com o fecho do pontão" sem uma campanha de informação para sensibilizar as pessoas a usarem outros meios de transporte ou a estacionarem na periferia da cidade. Rui Torres considera que a construção da passagem-de-nível na Rua 15 não é solução, até porque, segundo um estudo feito por ele próprio, passam pelo pontão cerca de 500 veículos por hora. Insiste na necessidade de alargamento da passagem desnivelada que está projectada para o Norte da cidade, permitindo a circulação rodoviária, pelo menos, até ao final das obras.
segunda-feira, julho 09, 2007
Mais 80 mil lugares nos comboios
Mais 80 mil lugares nos comboios
O acesso às praias de Francelos, Esmoriz, Miramar, Aguda e Espinho vai ser facilitado com o reforço dos comboios, até ao dia 9 de Setembro, correspondendo a um acréscimo da oferta, na ordem dos 80 mil lugares. A par disso, vão também, realizar-se quatro circulações especiais aos sábados, domingos e feriados. Três das quais, no percurso Caíde- Esmoriz e outra, entre Esmoriz e Porto-Campanhã. Ao todo, durante este período, vão estar em circulação 80 comboios especiais.
O acesso às praias de Francelos, Esmoriz, Miramar, Aguda e Espinho vai ser facilitado com o reforço dos comboios, até ao dia 9 de Setembro, correspondendo a um acréscimo da oferta, na ordem dos 80 mil lugares. A par disso, vão também, realizar-se quatro circulações especiais aos sábados, domingos e feriados. Três das quais, no percurso Caíde- Esmoriz e outra, entre Esmoriz e Porto-Campanhã. Ao todo, durante este período, vão estar em circulação 80 comboios especiais.
domingo, julho 08, 2007
sábado, julho 07, 2007
Refer regulariza ribeira
Refer regulariza ribeira
A Assembleia Municipal de Espinho reconheceu o interesse municipal da obra de regularização da ribeira de Silvalde no âmbito do rebaixamento da linha-férrea. Tal reconhecimento foi necessário para que se proceda à desafectação de terrenos situados nas margens daquele curso de água que se encontram actualmente inscritos na Reserva Agrícola Nacional e Reserva Ecológica Nacional.
A intervenção irá ter lugar numa extensão de cerca de 1500 metros a montante da actual passagem da linha-férrea sobre a ribeira e tem por objectivo dar vazão suficiente ao leito de forma a evitar eventuais galgamentos e inundações aquando das chamadas cheias dos 100 anos. No que toca à zona do curso de água a jusante de tal passagem e até à foz, já foi, por sua vez, objecto de uma intervenção de regularização do leito há alguns anos, bem como de um tratamento paisagístico das suas margens. Obra, aliás, que começa a dar sinais de degradação.
Apesar de aprovada pela maioria na Assembleia Municipal, Vítor Solteiro, do BE, desmonstrou ter bastantes reservas quanto ao modo como irá ser feita a regularização da ribeira, dizendo-se mesmo contra a prevista construção de muros de betão Já Jorge Carvalho, da CDU, mostrou-se bastante desagradado com o facto de tal projecto ter chegado à Assembleia praticamente com um facto consumado, já que a REFER já expropriou os terrenos em causa. "Isto de virmos aqui à Assembleia fingir que vamos deliberar ou aprovar alguma coisa quando já está mais que decidido pela REFER não me agrada",
A Assembleia Municipal de Espinho reconheceu o interesse municipal da obra de regularização da ribeira de Silvalde no âmbito do rebaixamento da linha-férrea. Tal reconhecimento foi necessário para que se proceda à desafectação de terrenos situados nas margens daquele curso de água que se encontram actualmente inscritos na Reserva Agrícola Nacional e Reserva Ecológica Nacional.
A intervenção irá ter lugar numa extensão de cerca de 1500 metros a montante da actual passagem da linha-férrea sobre a ribeira e tem por objectivo dar vazão suficiente ao leito de forma a evitar eventuais galgamentos e inundações aquando das chamadas cheias dos 100 anos. No que toca à zona do curso de água a jusante de tal passagem e até à foz, já foi, por sua vez, objecto de uma intervenção de regularização do leito há alguns anos, bem como de um tratamento paisagístico das suas margens. Obra, aliás, que começa a dar sinais de degradação.
Apesar de aprovada pela maioria na Assembleia Municipal, Vítor Solteiro, do BE, desmonstrou ter bastantes reservas quanto ao modo como irá ser feita a regularização da ribeira, dizendo-se mesmo contra a prevista construção de muros de betão Já Jorge Carvalho, da CDU, mostrou-se bastante desagradado com o facto de tal projecto ter chegado à Assembleia praticamente com um facto consumado, já que a REFER já expropriou os terrenos em causa. "Isto de virmos aqui à Assembleia fingir que vamos deliberar ou aprovar alguma coisa quando já está mais que decidido pela REFER não me agrada",
quinta-feira, julho 05, 2007
segunda-feira, julho 02, 2007
sábado, junho 30, 2007
A sul da Rua 23
A sul da Rua 23
Ergue-se a nova estação
As obras de enterramento da linha -férrea vão caminha ando passos largos, para que estejam prontas já nos primeiros meses do próximo ano.
Apesar de estar ‘emperrada’ a passagem-de- nível da Rua 15 e de a passagem superior a norte do Rio Largo (Pontão) se encontrar aberta, contrariamente àquilo que a Refer havia anunciado, mais a sul ergue-se o novo edifício da Estação de Espinho. A estrutura já está levantada sobre o túnel, mesmo em frente ao Hotel Nery e ao Edifício das Palmeiras na aquele espaço, também, que irão ser construídas as escadas rolantes e os elevadores de acesso à plataforma subterrânea para embarque de passageiros. Quanto à passagem-de-nível da Rua 15... Afinal o tal “problemazito com a sinalização”, que iria “ser resolvido pela Refer em dois dias”, continua por resolver! Ontem já se encontravam a funcionar os sinais (apesar de tapados por uns sacos de plástico pretos) e as barreiras subiam e desciam com a passagem dos comboios.
Ergue-se a nova estação
As obras de enterramento da linha -férrea vão caminha ando passos largos, para que estejam prontas já nos primeiros meses do próximo ano.
Apesar de estar ‘emperrada’ a passagem-de- nível da Rua 15 e de a passagem superior a norte do Rio Largo (Pontão) se encontrar aberta, contrariamente àquilo que a Refer havia anunciado, mais a sul ergue-se o novo edifício da Estação de Espinho. A estrutura já está levantada sobre o túnel, mesmo em frente ao Hotel Nery e ao Edifício das Palmeiras na aquele espaço, também, que irão ser construídas as escadas rolantes e os elevadores de acesso à plataforma subterrânea para embarque de passageiros. Quanto à passagem-de-nível da Rua 15... Afinal o tal “problemazito com a sinalização”, que iria “ser resolvido pela Refer em dois dias”, continua por resolver! Ontem já se encontravam a funcionar os sinais (apesar de tapados por uns sacos de plástico pretos) e as barreiras subiam e desciam com a passagem dos comboios.
sexta-feira, junho 29, 2007
Urbanização rodeada de mato e às escuras
Urbanização rodeada de mato e às escuras
Os moradores de uma urbanização localizada imediatamente a sul da Escola EB 2/3 de Sá Couto, em Anta (Espinho) estão a viver momentos de sobressalto. Tudo porque o caminho existente entre aquele estabelecimento de ensino e a dita urbanização tem servido de palco para exibicionistas, que "incomodam sobretudo as crianças".
A insegurança do espaço, local de passagem constante de pessoas, mas sobretudo de crianças que se encaminham para a escola, para a academia de música, para a piscina municipal e ainda para jardins-de-infância, é potenciada pela grande quantidade de mato e pela falta de iluminação. A situação piora sobretudo à noite altura em que o local fica escuro como breu, levou já moradores de apartamentos situados no rés-do-chão dos edifícios a colocar grades nas janelas.
No que respeita à falta de iluminação, segundo o morador Jorge Pina a sua instalação deveria ter estado a cabo do construtor que acabou por não o fazer por, ao que tudo indica, ter falido. Não contente com a situação, outro morador, Ilídio Sá, diz ter se dirigido à EDP para que fosse solucionado o problema ao que lhe terá dito um funcionário que o assunto deveria ser tratado com a Junta de Anta. "Há um ano que estou à espera que venham cá e até agora nada", queixou-se.Já no que toca à limpeza do mato, Ilídio Sá diz também ter alertado a Junta por três vezes sem qualquer resultado.
Questionado sobre o assunto, o presidente da Junta de Anta, Napoleão Guerra, disse ao Gazeta de ESPINHO que nunca foi informado formalmente acerca do problema, lembrando que o local faz parte da malha urbana da cidade, logo da competência da Câmara. Ainda assim, Napoleão Guerra disse que o assunto seria resolvido em breve.O vereador responsável, Manuel Rocha, explicou ao Gazete de ESPINHO que a limpeza do local já está planeada há bastante tempo,mas foi adiada devido ao início da época balnear e à necessidade de limpeza das praias.
Quanto ao problema da iluminação, Manuel Rocha disse não ter conhecimento da questão, mas que iria "agarrar o processo e entrar em contacto com a EDP para juntos procurarem uma solução o mais brevemente possível".
Os moradores de uma urbanização localizada imediatamente a sul da Escola EB 2/3 de Sá Couto, em Anta (Espinho) estão a viver momentos de sobressalto. Tudo porque o caminho existente entre aquele estabelecimento de ensino e a dita urbanização tem servido de palco para exibicionistas, que "incomodam sobretudo as crianças".
A insegurança do espaço, local de passagem constante de pessoas, mas sobretudo de crianças que se encaminham para a escola, para a academia de música, para a piscina municipal e ainda para jardins-de-infância, é potenciada pela grande quantidade de mato e pela falta de iluminação. A situação piora sobretudo à noite altura em que o local fica escuro como breu, levou já moradores de apartamentos situados no rés-do-chão dos edifícios a colocar grades nas janelas.
No que respeita à falta de iluminação, segundo o morador Jorge Pina a sua instalação deveria ter estado a cabo do construtor que acabou por não o fazer por, ao que tudo indica, ter falido. Não contente com a situação, outro morador, Ilídio Sá, diz ter se dirigido à EDP para que fosse solucionado o problema ao que lhe terá dito um funcionário que o assunto deveria ser tratado com a Junta de Anta. "Há um ano que estou à espera que venham cá e até agora nada", queixou-se.Já no que toca à limpeza do mato, Ilídio Sá diz também ter alertado a Junta por três vezes sem qualquer resultado.
Questionado sobre o assunto, o presidente da Junta de Anta, Napoleão Guerra, disse ao Gazeta de ESPINHO que nunca foi informado formalmente acerca do problema, lembrando que o local faz parte da malha urbana da cidade, logo da competência da Câmara. Ainda assim, Napoleão Guerra disse que o assunto seria resolvido em breve.O vereador responsável, Manuel Rocha, explicou ao Gazete de ESPINHO que a limpeza do local já está planeada há bastante tempo,mas foi adiada devido ao início da época balnear e à necessidade de limpeza das praias.
Quanto ao problema da iluminação, Manuel Rocha disse não ter conhecimento da questão, mas que iria "agarrar o processo e entrar em contacto com a EDP para juntos procurarem uma solução o mais brevemente possível".
sexta-feira, junho 22, 2007
quinta-feira, junho 21, 2007
Passagem de nível por abrir em Espinho
Alternativa na Rua 15 travada por um falha técnica
Ao contrário do que estava previsto, nem o pontão de Espinhofechou ao trânsito no passado domingo, nem a passagem de nível provisória da Rua 15 começou a funcionar. Tudo porque foi detectada uma falhatécnica no sistema de cancelas automáticas da referida passagem de nível que, recorde-se, passará a ser a ligação entreazonadacidadea poentedalinha-férrea à Avenida 8 e consequentementeàzona balnear.
sábado, junho 16, 2007
E rua 4 com dois sentidos
Está tudo quase pronto para as grandes alterações que vão ocorrer na zona poente da linha-férrea durante este fim-de-semana.
Com a criação de uma passagem-de-nível na Rua 15, a passagem superior a norte (pontão) irá ser encerrada ao trânsito, conforme havíamos noticiado numa reportagem que fizemos com a REFER às obras de enterramento há já alguns meses a esta parte.
Deste modo, estas obras vão provocar algumas alterações ao trânsito na cidade, sendo a mais significativa implementada na própria Rua 15 e na Rua 4, passando esta a ter dois sentidos, de norte para sul e vice- versa.
Para já, na passagem-de-nível da Rua 15 só se poderá circular no sentido descendente, para poente, portanto. No entanto, segundo informações que recolhemos dentro da própria Edilidade, a Câmara Municipal está a desenvolver todos os esforços para que a passagem da Rua 15 seja feita nos dois sentidos, o que virá, certamente, a acarretar outras alterações ao tráfego automóvel na cidade, nomeadamente na zona mais próxima da linha-férrea, nas ruas 8, 15 e 62.
Para já, segundo informações que obtivemos, será colocada significativa sinalização vertical, com indicações e informações para a circulação de veículos — pesados, ligeiros, para as praias, para os hotéis, casino, etc..Entretanto, o encerramento do pontão está previsto para domingo bem como a consequente abertura da passagem-de-nível da Rua 15.
sexta-feira, junho 15, 2007
quinta-feira, junho 14, 2007
sexta-feira, junho 08, 2007
Obra de rebaixamento da linha-férrea
Pontão encerra ao trânsito dia 17
Passagem
da Rua 15
abre
brevemente
Os trabalhos da obra de rebaixamento da linha-férrea junto à Rua 15 não param, estando já concluída a laje superior do túnel e em fase de conclusão as obras que vão permitir a abertura de uma passagem de nível neste local.
Certo é que o pontão encerra ao trânsito no próximo dia 17 de Junho, altura em que a passagem de nível da Rua 15 já terá de estar em pleno funcionamento.
Algo que preocupa quem necessita de aceder frequentemente à zona poente da linha é a forma como será feito o escoamento do trânsito e o acesso às praias a norte da Rua 15 sem o pontão.
Com o intuito de evitar o congestionamento da Rua 23, alvitra-se a possibilidade da passagem de nível da Rua 15 ter. dois sentidos, para
poente a partir da Rua 15 e da Rua 8 (a norte da 15) e para nascente também através da Rua 8, mas desta feita com saída pelo Largo da Graciosa e acesso à Rua 62.
O pontão terá de encerrar para que a obra continue, também não está prevista a construção de um outro viaduto, pelo que o acesso à beira-mar deverá continuar a ser feito pela passagem da Rua 15 agora aberta, mesmo depois da obra de enterramento da linha concluída.
A possibilidade colocada em cima da mesa é a integração no arranjo do espaço superior liberto pelo enterramento de uma rotunda que ligue a Rua 8, a Rua 15 e a e a Avenida 8.
quarta-feira, junho 06, 2007
terça-feira, junho 05, 2007
segunda-feira, junho 04, 2007
Obras na linha do comboio bloqueiam acesso à praia
Obras na linha do comboio bloqueiam acesso à praia
Quase 28 anos depois de ter sido inaugurada, a passagem desnivelada superior a norte da cidade de Espinho, conhecida por pontão, vai ser fechada ao trânsito no próximo dia 17. O encerramento daquele que é actualmente o único acesso directo à zona baixa da cidade e às praias para quem vem de Norte, decorrente da obra de rebaixamento da linha-férrea em curso, está a deixar os vários agentes económicos desesperados. Isto porque prevêem uma época balnear terrível para o negócio quando se espera sempre que o Verão compense a baixo rendimento do resto do ano.
Responsáveis por bares de praia, restaurantes, hotéis e mesmo lojas temem que a passagem de nível provisória que está a ser construída no final da Rua 15, no centro da cidade, e que desembocará na Avenida 8, frente ao Centro Comercial Solverde 1, não seja suficiente para dar vazão ao grande afluxo de trânsito próprio da época. É que tal situação, temem, poderá afastar potenciais clientes da cidade.
"Sobretudo para os forasteiros, os que não conhecem a cidade, vai ser uma enorme confusão. O trânsito naquela zona, já de si muito estrangulada, vai ficar caótico, isto para já não falar das condicionantes naturais de uma passagem de nível que é obrigada a fechar sempre que passa um comboio", salientou Luís Carvalho, concessionário do bar Marbelo, situado junto ao pontão e frente ao mar.
Tal situação levou já a Associação de Concessionários de Bares e Praias do Norte, juntamente com a União das Empresas de Hotelaria, de Restauração e do Turismo de Portugal (UNIHSNOR) a fazer circular um abaixo-assinado e a pedir uma reunião de urgência com a Câmara a fim de ser procurada uma solução.
"E o problema é que não se trata de apenas esta época balnear que está em causa, mas provavelmente mais duas ou três conforme o andamento das obras de requalificação que irão ser realizadas à superfície que vai ficar liberta pelo enterramento da linha", continuou Luís Carvalho.
"Esta situação pode ser trágica para o negócio de todos nós, e não estou só a falar dos bares, mas também dos restaurantes, hotéis, lojas e do próprio casino. Daí acharmos que o pontão só deveria ser fechado no final da época balnear", disse, por sua vez, Nuno Bessa, responsável pelo bar "O Kaniço".
De salientar que a demolição do pontão está prevista apenas para o final da obra apontado para 30 de Junho de 2008.
sexta-feira, junho 01, 2007
Passagem Rua 15 em berve
Obra de rebaixamento da linha-férrea
Passagem da Rua 15 em berve
A obra de rebaixamento da linha-férreacontinua a andar a bom ritmo e com alteraçoes diarias que chamam à atenção dostranseuntes como foi o caso da demoliçãode parte do muro de vedação, em frente àRua 15 o que denuncia a abertura parabreve da passagem de nível prevista paraesta zona.
Refira-se que a laje superior do túnel foiconcluída no decorrer dos últimos dias eque na manhã de ontem as máquinascomeçaram a preparar abertura da passagem falando-se que a mesma poderá serefectuada nos próximos dias já que seaproximam as do dia da cidade de Espinho.
Com a abertura desta passagem denível também estará para breve o corte aotrânsito do pontão para que a obra possaprosseguir para norte sendo efectuada aligação com a frente de trabalhos situada•no parque de estacionamento do Rio Largo.
quinta-feira, maio 31, 2007
Vem aí o Verao
Ultimos preparatívosVem aí o Verão!
A Primavera está a chegarao fim e já tivemos a oportunidade de sentir o calor de alguns dias que nos fazem lembrar o Verão,as praias, as caras sorridentes que demonstram a alegria que o tempo quente bem capaz de provoca no ser humano.
Por aqui,a praia é um dos elementos fundamentais da vida deste concelho, não só para aqueles que cá nasceram e que cá residem, como para aqueles que habitualmente nos visitam durante a época balnear.
E há, bem a propósito desta tão desejada época do ano, um conjunto de infra-estruturas de apoio à época balnear que vão sendo colocadas ao longo da orla costeira espinhenses e que fazem parte da economia veraneia desta terra, a par com as infra-estruturas comerciais e de turismo já implantadas.
As barracas são um elemento fundamental de toda a estrutura de veraneio e constituem já um ‘ex-libris’ da tradicional praía de Espinho. Por isso, já há algum tempo, as máquinas do Regimento de Engenharia 3 de Espinho vão procedendo a alguns trabalhos de movimentação de areia, fundamentais à implantação das estruturas amovíveis de apoio, visando o conforto e o bem-estar dos veraneantes espinhenses e de todos aqueles que visitam a cidade de Espinho e o seu concelho.
O trabalho rápido e eficiente dos militares faz com que se proceda com celeridade à limpeza das areias e que os comerciantes vão montando os seus bares de praia e vão programando as suas actividades desportivas e culturais, corno símbolo de uma terra como esta, à beira-mar plantada, com a natural simpatia e o espírito acolhedor de um povo vareiro.
Resta esperar pelo tempo quente, pelo sol e
pelas férias...
quarta-feira, maio 23, 2007
Irmãos retirados à família em Espinho
Irmãos retirados à família em Espinho
Avó das crianças (à esquerda) tece duras críticas à Segurança Social
Técnicos da Segurança Social retiraram, ontem, a guarda de dois irmãos, uma menina de um ano e um menino de nove, à mãe e à avó, moradoras no Bairro da Marinha de Silvalde, em Espinho, por alegada negligência na educação dos menores. A situação não deixou ninguém indiferente no Bairro da Marinha, com vários populares a criticarem a forma como os técnicos levaram a cabo a acção, com a ajuda da PSP, acusando-os mesmo de terem abusado da força e de não terem explicado a situação às duas mulheres. Isto sobretudo quando a mãe das crianças, Paula Aguincha, de 34 anos, sofre de paralisia cerebral, e a avó, Rosária Benedito, tem 72 anos e pouca instrução.
"Eram cerca de 11 horas e eu estava a tratar de dar o leite aos meninos. Como o mais velho não tinha aulas de manhã, ainda estava na cama, bem como a bebé. A certa altura, tocaram à campainha e o menino correu a abrir a porta. De repente, vi uma trupe de homens a entrar pela casa dentro a dizerem-me para arranjar roupa para as crianças. Eu perguntei o que é que se passava e eles disseram que as crianças iam dar um passeio. O meu neto perguntou se eu também podia ir e eu simplesmente comecei a gritar", contou Rosária Benedito. "Sem mais nem quê, pegaram na menina ao colo, puseram-lhe um cobertor por cima da cabeça e levaram-na. O menino também se pôs a gritar e eles levaram-no de arrasto até lá fora e meteram-no num carro. Não nos disseram para onde iam levá-los", criticou a avó das crianças, sem conseguir conter as lágrimas.
Apesar de dizerem desconhecer o destino das crianças, o certo é que Rosária Benedito recebeu pelo menos duas cartas do Tribunal Judicial de Espinho durante o mês corrente a explicar a situação e que as crianças iriam ser levadas, a menina para o centro de acolhimento "Aconchego", em Albergaria-a-Velha, e o menino para o Centro de Apoio Familiar Pinto de Carvalho, em Oliveira de Azeméis.
A razão da retirada da guarda das crianças à mãe e à avó terá a ver com queixas alegadamente feitas por vizinhos sobre a forma como elas estavam a ser educadas, sobretudo o mais velho, acusado de ser uma criança muito rebelde, de fugir de casa à noite e de se ter refugiado numa grua e ter sido encontrado a vaguear sozinho junto da linha-férrea.
Uma das pessoas mais inconformadas com a situação era Rosa Araújo, catequista do menino. "Nunca tive qualquer problema com ele. Reza tão bem ou melhor do que os outros. Aliás, a primeira comunhão dele está marcada para o próximo dia 10 e eu já disse que ele vai ter de comparecer, nem que eu tenha de o ir buscar", adiantou Rosa Araújo.
O JN tentou obter uma posição da Segurança Social de Aveiro, mas tal não foi possível em tempo útil. Fonte da PSP disse, por sua vez, que a polícia teve apenas por missão manter a ordem
Subscrever:
Mensagens (Atom)


