Apresentação Blog Gazeta de Espinho O Blog Gazeta de Espinho nasceu dia 6-06 -2006 para dar informação ,entretenimento,os documentários e reportagem de fotografias e vídeos sobre Concelho de Espinho. Podem ver os meus trabalhos jornais em portefólio Pseudónimo 7 mares
sábado, maio 10, 2008
quinta-feira, maio 08, 2008
quarta-feira, maio 07, 2008
terça-feira, maio 06, 2008
segunda-feira, maio 05, 2008
domingo, maio 04, 2008
sábado, maio 03, 2008
sexta-feira, maio 02, 2008
segunda-feira, abril 28, 2008
Tunel prestes a acolher comboios
Tudo aponta para que Espinho viva no próximo fim-de-semana um momento histórico. É que está quase tudo pronto para que os comboios deixem definitivamente de passar à superfície, pelo meio da cidade, para o fazer ao longo do túnel subterrâneo. Para já, continuam os trabalhos de ligação dos novos troços ferroviários à actual Linha do Norte, o que causou, nos dois passados fins-de-semana, incómodos aos utentes da CP que viram os comboios urbanos do Porto chegar aos seus destinos com atrasos na ordem dos 60 minutos. E se há duas semanas, a CP até pôs à disposição transportes rodoviários de substituição, o mesmo não sucedeu há oito dias, levando muitos passageiros a um quase ataque de nervos, até porque para muitos foram dias de trabalho.Este fim-de- semana não houve condicionamentos na circulação de comboios, o mesmo não se poderá dizer do próximo. É que antes dos comboios começarem a passar em definitivo no túnel de Espinho, os necessários cortes de tensão para que decorram os trabalhos de ligação dos carris e da catenária vão previsivelmente provocar atrasos.A circulação ferroviária estará condicionada logo a partir da primeira hora da madrugada de sábado, continuando com interrupções até domingo, isto para que na segunda-feira já haja circulação nas duas linhas. Com o início do uso do túnel, deverá também abrir portas a nova estação, em frente ao Centro Comercial Palmeiras
sexta-feira, abril 25, 2008
quarta-feira, abril 16, 2008
EXECUÇÃO DAS OBRAS DE REBAIXAMENTO DA VIA NO ATREVESSAMENTO DA CIDADE DE ESPINHO
Informa-se do encerramento das PN - Passagens de Nível acima discriminadas necessários ao desenvolvimento dos trabalhos de via-férrea e catenária a realizar no âmbito da empreitada em epígrafe.
PASSAGEM DE NÍVEL AO KM 314+932 (PN – SILVALDE)
Entre as 20h30 e as 24h00, de 12.04.2008
Entre as 00h00 e as 08h45, de 13.04.2008
Entre as 00h45 e as 07h00 e entre as 20h30 e as 24h00, de 19.04.2008
Entre as 00h00 e as 08h45, de 20.04.2008
Entre as 01h00 e as 07h00 e entre as 23h00 e as 24h00, de 03.05.2008
Entre as 00h00 e as 07h00 e entre as 20h45 e as 24h00, de 04.04.2008 Entre as 00h00 e as 07h00, de 07.05.2008
PASSAGEM DE NÍVEL AO KM 315+615 (PN – MATADOURO)
Entre as 00h00 de 28.04.2008 e as 07h00, de 05.05.2008
Informa-se ainda que para garantir o trânsito rodoviário durante os períodos de interdição nos restantes atravessamento localizados na zona abrangida pela obra, o guarnecimento das passagens de nível aos km 316+526 (Rua 33), 316+890 (Rua 23) e 317+145 (Rua 15) serão assegurados por pessoal especializado da REFER.
terça-feira, abril 15, 2008
quinta-feira, abril 10, 2008
sábado, março 29, 2008
15 propostas para mudar a cidade

"Confirmou-se a nossa expectativa no que respeita ao interesse que este concurso iria suscitar junto dos gabinetes de arquitectura, não só por o próprio concurso ser aliciante, mas sobretudo pelo facto de permitir, àquele a que for adjudicado o projecto, ter o seu nome associado a uma obra desta importância", comentou o presidente da Câmara de Espinho, José Mota.
Apesar de ser ainda cedo para se saber qual a proposta que sairá vencedora, foi possível "espreitar" os 15 projectos e uma coisa é certa, não houve falta de imaginação na projecção daquele que poderá vir a ser o futuro rosto do centro da cidade.
A maioria das propostas apostou claramente nos espaços verdes, por vezes pontuados pelo elemento água, mas são várias as que são marcadamente "cinzentas", propondo diversas construções, incluindo blocos de habitação a custos controlados.
Muitas praças; jardins infantis; parques de estacionamento à superfície; esplanadas; espelhos de água; pérgulas que, quando cobertas por toldos, se transformam em espaços para todo o tipo de actividades; anfiteatros e até circuitos de manutenção para idosos.
As ideias são várias e caberá ao júri decidir qual a vencedora, mas ainda faltará bastante para começar a ver o tal novo rosto da cidade a surgir, neste caso, do nada. É que a empreitada terá igualmente de ser objecto de um ou mais concursos públicos para execução
quinta-feira, março 20, 2008
O estranho caso do casaco azul
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sábado, março 01, 2008
terça-feira, fevereiro 26, 2008
segunda-feira, fevereiro 25, 2008
domingo, fevereiro 24, 2008
sexta-feira, fevereiro 22, 2008
Depois de vários adiamentos, linha deve estar enterrada
Obra de rebaixamento da via-férrea no atravessamento da cidade de Espinho continua a dividir opiniões.
Arrancou em 2004 e tinha-se previsto que terminaria 2007, mas desacordos entre o empreiteiro responsável e a REFER levaram ao adiamento da data de conclusão para Junho de 2008. Desde o início que a obra de rebaixamento da via-férrea no atravessamento de Espinho esteve envolta em controvérsia e, a quatro meses de chegar ao prazo limite de conclusão, o panorama não mudou muito.
Ainda que tenha sido uma empreitada reclamada há décadas e os seus benefícios sejam amplamente proclamados pela Câmara de Espinho e pela REFER, nomeadamente ao nível da requalificação do meio urbano, do aumento da qualidade visual da paisagem associada e da redução do ruído com origem na circulação ferroviária, a verdade é que uma obra de tão elevada envergadura (o seu custo total é de 60 milhões de euros) implica inconvenientes que nem todos os espinhenses estão dispostos a aguentar.
Trata-se de uma obra de grande impacto que assenta na construção de um túnel de quase 1000 metros por onde passarão a circular comboios. O espaço da superfície será dedicado à implantação de duas praças destinadas ao lazer. A mais importante é a que vai ficar a Norte da estação e que se vai estender até junto do casino da cidade.
Segundo Rolando Sousa, vice-presidente da Câmara de Espinho, este espaço “é muito importante, pois corta a barreira que existia entre as pessoas que viviam junto ao mar e aquelas que viviam junto à linha”. A obra passa ainda pela criação de novos espaços de estacionamento e zonas verdes.
“Velocidade de cruzeiro”
“Esta empreitada, que está em curso já há alguns anos, está hoje em velocidade de cruzeiro e prevê-se que no final do mês de Maio, o comboio possa circular dentro do túnel. Naturalmente que ainda há mais obras a fazer”, esclarece Rolando Sousa.
Apesar das garantias, a alteração do prazo para a conclusão da obra foi algo que sempre intrigou os espinenhenses. O autarca justifica o atraso: “Foi o resultado de uma discussão bastante prolongada entre o empreiteiro e o dono da obra, que é a REFER, relativamente à dureza do maciço xistoso que existia no local”.
De acordo com Rolando Sousa, “foi necessária uma paragem da obra para se estudar a situação e tentar um consenso entre o empreiteiro e a REFER, o que aconteceu mais tarde”.
Questionado se se verificaram implicações em termos de custos financeiros por causa desse mesmo atraso, o político afirmou que “provavelmente houve um aumento substancial de custos para a REFER, mas para a Câmara de Espinho não. A verba continuou nos 20 milhões [um terço da totalidade], aspecto que decorria do protocolo”.
Obra contestada
O enterramento da linha motivou já várias manifestações por parte de agentes económicos e sociais da cidade, nomeadamente comerciantes e habitantes da Marinha de Silvalde. Os moradores temiam que o seu bairro se tornasse um gueto, devido à construção de um muro entre as partes norte e sul da cidade.
Para Rolando Sousa, “sempre que há as obras, há contestações”, mas defende que não cabe à autarquia “fazer qualquer tipo de cedências, pois a obra em si não é da câmara, mas sim da REFER. A autarquia procura, sim, conciliar os interesses da REFER com os dos habitantes”.
Rolando Sousa concordou ainda com as declarações do presidente da Câmara de Espinho, José Mota, segundo o qual o rebaixamento da via-férrea no atravessamento da cidade “é vital“, pelo que os seus inconvenientes são um mal necessário com vista a um bem maior.


quinta-feira, fevereiro 21, 2008
quarta-feira, fevereiro 06, 2008
terça-feira, fevereiro 05, 2008
Abaixo-assinado contra invasão de parcómetros
Abaixo-assinado contra invasão de parcómetros
Estacionamento no centro de Espinho vai ter mudanças em breve com parcómetros e parques
Um grupo de cidadãos de Espinho entregou na Câmara um abaixo-assinado com duas mil assinaturas contra a colocação de parcómetros naquilo que dizem ser cerca de 90% da área verdadeiramente urbana da cidade. Tal medida, aprovada pela Assembleia Municipal, e que compreende igualmente a construção e exploração de dois parques de estacionamento subterrâneos, um junto ao Centro Multimeios, e outro no largo da igreja matriz, dizem, irá "condenar o futuro de Espinho". "Se permitirmos que esta solução avance, estaremos a assinar a certidão de óbito para cidade", pode ler-se no abaixo-assinado.
"No núcleo duro da área comercial de Espinho, ou seja, entre as ruas 15 e 25 e as ruas 8 e 20, faz todo o sentido existir parcómetros, pois os cerca de 400 lugares de estacionamento ali existentes estão normalmente ocupados durante quase todo o dia por automóveis deixados por pessoas que vão trabalhar para as cidades vizinhas, como Gaia e Porto. No entanto, achamos excessivo colocar parcómetros além dessa área, como está previsto. Isso poderá levar as pessoas a, em vez de vir a Espinho, preferirem ir para os centros comerciais onde têm lugares de estacionamento em abundância e que cada vez mais proliferam nas nossas imediações", criticou José Serrano.
Questionado sobre quando serão instalados os ditos parcómetros, o vice-presidente da Câmara, Rolando de Sousa, explicou que após ter sido aprovado o regulamento pela Assembleia Municipal, o documento foi entregue à empresa "Irmãos Cavaco", que ganhou o concurso de construção e exploração dos tais dois parques e dos parcómetros, esperando-se agora o seu acordo. Quando isso acontecer, poderão ser colocados os parcómetros.
De referir que a área de "jurisdição" da empresa "Irmãos Cavaco" no que se refere à colocação e exploração de parcómetros está compreendida entre as ruas 7 e 33 e as ruas 8 e 28, embora, pelo menos para já, os parcómetros serão colocados numa área mais restrita, nomeadamente entre as ruas 62 e 27 e as ruas 8 e 28, incluindo uma parte da rua 26.
Rolando de Sousa esclareceu ainda que a empresa avançará primeiramente com a construção do parque junto do Multimeios, com 200 lugares, e só quando aquele tiver uma taxa de ocupação de cerca de 80% é que avançará para a construção do segundo, com 100 lugares.
Entretanto, está já previsto um terceiro parque de estacionamento subterrâneo, desta feita junto à via-férrea, com espaço para 500 automóveis
sábado, janeiro 19, 2008
segunda-feira, janeiro 14, 2008
Camiões deixam Rua do Golfe esburacada
Camiões deixam Rua do Golfe esburacada
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Rua do Golfe, que está em péssimo estado, é paralela à linha férrea
A Rua do Golfe, em Silvalde (Espinho), paralela à linha de caminho-de-ferro, é uma verdadeira dor de cabeça para os automobilistas. Com buracos que quase chegam a ser de lés a lés no arruamento, são poucos os peões que conseguem a proeza de não apanhar um banho de água lamacenta nos dias de chuva.
Quanto aos automobilistas, raras devem ser as vezes em que não se questionem se os carros aguentarão o desafio de cruzar a rua e se as respectivas suspensões sairão inteiras. A passagem constante de camiões para a obra de rebaixamento da linha-férrea transformou a via num autêntico queijo suíço, com muitas poças, lama e pedras soltas à mistura. "Não são buracos, são crateras", diz quem por lá circula.
O presidente da Junta de Freguesia de Silvalde, Abel Gonçalves, assegura que a Câmara de Espinho vai tapando os buracos de vez em quando, "mas acabam sempre por abrir" devido ao intenso vai e vem de pesados. "Não vale a pena gastar dinheiro a arranjar a rua enquanto estiverem a decorrer as obras. Seria deitar dinheiro fora", explicou.
O autarca reconhece o incómodo dos peões e dos condutores, mas adianta que, dentro de meio ano, a área será alvo de uma grande intervenção. "Não posso negar que a rua está num estado lastimável e é fácil de perceber que as pessoas que lá passam todos os dias se sentem incomodadas. Mas elas sabem que será apenas por mais algum tempo, até porque a rua e toda aquela zona vai ser objecto de uma grande intervenção", sublinhou Abel Gonçalves, dando conta que, entre a Capela da Nossa Senhora do Mar e o edifício do antigo matadouro (actualmente casa da Associação de Desenvolvimento do Concelho de Espinho) será construída uma passagem superior para peões sobre a linha férrea.
Mais a Sul, junto ao muro Norte do campo de golfe, surgirá uma passagem desnivelada, desta feita inferior, tanto para peões como para automóveis; e outra semelhante junto ao apeadeiro de Silvalde. Nesse local, será construído, segundo o autarca, um parque de estacionamento com capacidade para 80 viaturas.
O parque será essencial, pois o apeadeiro vai transformar-se numa estação com várias linhas, à semelhança do que sucede na Granja (Gaia).





