quarta-feira, 26 de agosto de 2020

Empreitada para a requalificação da rua 19


     Empreitada para a requalificação da rua 19


Assinado o auto de consignação para a intervenção na principal artéria de acesso ao centro da cidade, que abrange do limite nascente do concelho à Rua 22








A promoção do uso ciclável e pedonal, a requalificação do espaço público, a criação de espaços verdes, uma melhor e maior acessibilidade e mobilidade urbana são os grandes objetivos desta empreitada.

A Rua 19 apresenta-se como um eixo estruturante no concelho de Espinho e, sendo a principal entrada na cidade, o seu projeto de requalificação tem como principais intervenções:

Alteração do perfil das faixas de rodagem, mantendo as duas faixas de circulação automóvel, por trajetos não retilíneos a partir da rotunda da Avenida 32 no sentido nascente.

Criação de uma ciclovia bidirecional com 2,50 metros de largura em toda a sua extensão (cerca de 1 quilómetro), tendo em atenção a sua função hierárquica viária envolvente.

Criação de espaços de proteção e de enquadramento paisagístico, associados à extensão dos percursos cicláveis e pedonais (faixa ajardinada).

Renovação/substituição das condutas de água e saneamento, e águas pluviais

Substituição dos pavimentos na sua totalidade, desde os passeios, às faixas de rodagem e áreas adjacentes.

Substituição e reposicionamento dos postos de iluminação pública (LED).

Com o novo traçado, este arruamento adquire características mais orgânicas, no sentido de permitir velocidades mais seguras para a circulação pedonal.

A empreitada foi adjudicada à Empresa M. Couto Alves, S.A. com um valor global de 1.774.665,61 euros e tem o apoio de Fundos Comunitários no âmbito do Programa NORTE 2020.

O prazo de execução da obra é de 365 dias, estando prevista a sua conclusão para o dia 31 de agosto de 2021.

Para o Presidente da Câmara Municipal de Espinho, Pinto Moreira "esta é a concretização de mais um compromisso assumido com a população do concelho, no sentido da requalificação do território, da melhoria das acessibilidades, tendo em conta a componente ambiental, económica e social”.

Pinto Moreira considera fundamental devolver o espaço público às pessoas, tornando a circulação automóvel menos agressiva em termos ambientais e em segurança pedonal.

 "Vivemos tempos de mobilidade urbana mais sustentável e é esse o caminho que vamos fazer na requalificação dos restantes eixos viários da cidade de Espinho”.

O Presidente da Câmara de Espinho reafirma que"esta obra constitui também uma oportunidade para proceder à requalificação e renovação das redes de água, saneamento e pluviais."

Ficheiro Relacionado: Planta da empreitada





Entrada principal de Espinho com obras superiores a 1,7 ME

Empreitadas de valor superior a 1,7 milhões de euros para requalificação da Rua 19, que é a principal entrada na cidade de Espinho, arrancam na próxima semana, revelou hoje a autarquia, anunciando alterações substanciais para peões e ciclistas.

Segundo explica hoje à Lusa o presidente dessa autarquia do distrito de Aveiro, a obra abrange o troço desde o nó de acesso às autoestradas A29, A41 e A1, até à rua 22, num percurso de cerca de 1,6 quilómetros praticamente inalterado desde os anos 90.

"O objetivo é melhorar toda essa artéria, por um lado introduzindo dissuasores de velocidade para resolver problemas em três ou quatro pontos que são críticos em termos de sinistralidade, e, por outro, criando ciclovias que estimulem os modos suave de mobilidade e a economia verde", disse o social-democrata Joaquim Pinto Moreira.

Propondo-se renovar uma via que "tem a particularidade de ancorar muita habitação e também serviços como escolas, ginásios, escritórios e comércio", a intervenção será constituída por duas empreitadas distintas.

"A primeira, que arranca já na próxima semana, é junto à chamada ‘rotunda dos cubos', que dá acesso às autoestradas", informou o presidente da Câmara, em referência ao arranjo urbanístico a executar pelo Grupo Piedade, enquanto promotor imobiliário responsável pela futura implementação de um supermercado nessa mesma zona.

Já a segunda obra, integralmente assumida pela autarquia, "arranca no dia 07 de setembro, foi adjudicada por 1,774 milhões de euros à empresa M. Couto Alves S.A., recebeu financiamento comunitário de 85% no âmbito do programa Norte 2020 e terá um prazo de execução de 365 dias".

O conjunto das duas operações prevê assim medidas como a alteração do perfil das faixas de rodagem, mantendo-se nesse troço da Rua 19 as duas faixas de circulação automóvel, mas em "trajetos não retilíneos a partir da rotunda da Avenida 32, no sentido nascente".

Está também projetada "a criação de uma ciclovia bidirecional com 2,5 metros de largura" numa extensão de um quilómetro, a "substituição dos pavimentos na sua totalidade" e a "mudança e reposicionamento dos postos de iluminação pública", com recurso a tecnologia LED.

A criação de mais espaços de proteção, zonas verdes e faixas ajardinadas para enquadramento paisagístico são outros dos trabalhos previstos, assim como a renovação de condutas de água, saneamento e águas pluviais que, em alguns casos, como notou Pinto Moreira, "são as mesmas há 40 ou 50 anos".

FONTE :  LUSA 

Requalificação dos bancos de madeira na esplanada






O movimento Cívico Pela linha do vouga anunciou Automotora vandalizada com graffitis




O movimento Cívico Pela Linha do Vouga anunciou Automotora  vandalizada com graffitis









Link Relacionado :  https://youtu.be/pHEqRa4X4IE





Não faz sentido mudar a bitola da Linha do Vouga


Não faz sentido mudar a bitola da Linha do Vouga. O que faz sentido sim, é repor a interface que havia em Espinho. Mas mesmo sem essa interface, continua muito por fazer pela linha, mesmo nas actuais condições.

O Movimento Cívico pela Linha do Vouga manifesta o seu profundo desagradado com a postura das quatro Câmaras municipais da região do Entre Douro e Vouga.

Ao contrário da Câmara de Águeda, que defende a manutenção da bitola estreita, e o reforço dos horários (ou seja luta pela linha mesmo nas condições em que está), estes quatro municípios usam como desculpa a questão sem fundamento da mudança da bitola para que não se faça nada.

Não faz sentido mudar a bitola da Linha do Vouga. O que faz sentido sim, é repor a interface que havia em Espinho. Mas mesmo sem essa interface, continua muito por fazer pela linha, mesmo nas actuais condições.

Os transportes públicos têm como obrigação servir as populações. Ora, então, vivemos numa zona fortemente industrializada, onde muitos trabalhadores trabalham por turnos. Colocar mais circulações na linha adequadas às mudanças de turno, faria que com grande parte da população tivesse acesso a um meio de transporte prático e mais ecológico.

Recusamos afirmações de que os transportes para as empresas são obrigação das mesmas. É da competência do organismos do Estado, locais ou nacionais, intervir onde as empresas não conseguem intervir. A bem do povo.

Recusamos também a insistência destas mesmas quatro câmaras em simplesmente exigir a ligação ao Porto, desprezando a ligação a Aveiro e ao resto do país via Sernada do Vouga.

Está na hora de aprender com o exemplo de Águeda.

 Movimento Cívico pela Linha do Vouga.

Mário Pereira

FONTE Notícias de Aveiro

terça-feira, 25 de agosto de 2020

A Regimento de Engenharia Nº 3 limpar rio na Rua do Vouga em Paramos




A Regimento de Engenharia Nº 3 limpar rio na Rua do Vouga em Paramos 



ReCaFe - Nova passagem para peões entre Ruas 8 ,35 e Avenida 8


Nova passagem para peões entre Ruas 8 ,35 e Avenida 8 




Obras na Barrinha de Esmoriz e ria de Ovar criticadas por PCP, PS e Espinho





Obras na Barrinha de Esmoriz e ria de Ovar criticadas por PCP, PS e Espinho


 O desassoreamento da Barrinha de Esmoriz e a dragagem da ria na Marinha, ambas em Ovar, vêm gerando críticas no concelho, com PCP, PS e autarquia vizinha a defenderem que as intervenções não dão resposta aos problemas.

As empreitadas envolvem a sociedade Polis Litoral Ria de Aveiro, mas, no prazo de uma semana, nem essa entidade nem a Câmara Municipal de Ovar responderam aos pedidos da Lusa para esclarecimento sobre os assuntos.

A autarquia de Espinho, que confina com Ovar e tem obras na lagoa contígua à barra de Esmoriz, diz que a Polis "ignora todos os pedidos de informação" sobre as falhas nas intervenções que tutela.

O PCP de Ovar, no distrito de Aveiro, afirma que as obras na Marinha, especificamente, eram "há muito reivindicadas pelos agricultores e populações", mas "não têm dado a resposta esperada aos seus problemas".

Acusando a Polis de definir planos de obras "à margem das pessoas que ali vivem" e que conhecem o território, a concelhia comunista afirma que "as barreiras de proteção criadas com a dragagem para tentar impedir o avanço do caudal da ria claramente não cumprem o objetivo traçado", e acrescenta que "as areias retiradas, que poderiam criar um cordão protetor face ao avanço da água, não estão a ser depositadas nas suas margens".

Após uma recente visita ao local, o PCP revela ainda: "Foi possível ver o avanço da água salgada da ria sobre os terrenos agrícolas, o que destrói colheitas e põe em causa o cultivo da terra - e, consequentemente, a agricultura familiar, dominante na zona. [O avanço da água] Ameaça casas e corta as ruas, obrigando os moradores a atravessar a pé ou de carro verdadeiras lagoas".

Concluindo que "as obras há muito reivindicadas não têm dado a resposta esperada aos seus problemas", o PCP recomenda que, em vez de estabelecido a partir do ponto atual do nível médio das águas, o Domínio Público Marítimo (DPM) na zona da Marinha "deveria consignar como margem física a que, virtualmente, se encontra submersa". Só assim o DPM permitirá o cultivo de faixas de terreno com "juncais e outras áreas agrícolas que sempre foram cultivadas".

Já no caso da Barrinha de Esmoriz, na semana passada foi publicado em Diário da República o concurso público para a obra de "valorização dos espaços de acolhimento e receção aos visitantes" dessa lagoa, o que envolve um orçamento de 148.700 euros e um prazo de execução de 60 dias, mas, questionada sobre a empreitada global, designadamente sobre remoção de areias e lodos, a Polis não respondeu à Lusa.

A vereação do PS na Câmara de Ovar nota, por exemplo, que "apenas 37% dos dragados foram retirados" da barrinha, o que se deverá a "um contencioso entre o primeiro empreiteiro e a Polis", após o que a intervenção foi tomada pela "inércia".

Na Câmara Municipal de Espinho, cuja lagoa de Paramos confina com a Barrinha de Esmoriz e está assim envolvida na mesma empreitada, fonte oficial garante: "Continua por resolver o litígio com a construtora ABB, há trabalhos atrasados e por concluir, e ainda não existe sequer uma receção provisória da obra, [documento] que funciona como uma espécie de garantia a partir da qual se contam os prazos em que é possível responsabilizar o empreiteiro por falhas na intervenção".

A mesma fonte realçou que "ainda estão por reparar as deficiências já detetadas na obra" e, no geral, lamentou a "falta de nível da Polis", pela "postura recorrente com que, ao longo dos anos, não passa cavaco a ninguém, ignorando totalmente entidades como a Câmara Municipal de Espinho, que só contacta quando precisa que ela assine algum cheque".

Quanto aos trabalhos na Marinha, numa nota de imprensa divulgada na segunda-feira, a sociedade Polis Ria de Aveiro refere que "a obra tem sido desenvolvida em estreita articulação com as populações envolvidas e com técnicos das câmaras municipais".

Acrescentou ainda que o projeto foi desenvolvido "com o devido envolvimento dos seus municípios associados".

FONTE : LUSA


segunda-feira, 24 de agosto de 2020

Associação empresarial de Espinho reclama da falta de iluminação pública na cidade








Associação empresarial 
de Espinho reclama da 
falta de 
iluminação pública na cidade





 A associação empresarial "Viver Espinho", que representa dezenas de comerciantes desse município do distrito de Aveiro, reclamou hoje que a segurança de negócios e cidadãos vem sendo prejudicada pela falta de iluminação pública em determinadas zonas da cidade.

Essa organização remete a responsabilidade para a distribuidora elétrica EDP, mas, segundo essa, as falhas prendem-se apenas com avarias normais, intervenções indevidas por terceiros e cortes intencionais destinados a viabilizar as obras em curso na alameda 8, acima do túnel ferroviário.

Numa carta aberta a diversas entidades locais e nacionais, entre as quais a provedoria da EDP e a Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos, o presidente da "Viver Espinho", José Nunes da Silva, defende que o problema persiste há "seis anos" e afeta sobretudo as áreas "entre a rua 2 e a rua 4, entre a Piscina Municipal e a rua 23, bem como diversos outros apontamentos" ao longo dessas e outras artérias dessa cidade costeira.

Em causa estão assim alguns dos pontos mais frequentados do concelho, como é o caso da marginal marítima entre o casino e a praia da Baía.

Por isso mesmo, a associação empresarial sublinha a sua "estupefação" por tantos candeeiros estarem desligados "numa praça de elevada projeção turística, com restaurantes e outros agentes económicos do sector terciário, nomeadamente o restaurante Aquário e a gelataria Amore Mio, no edifício do Aparthotel Solverde".

Nunes da Silva acrescenta que tanto os empresários e clientes desses estabelecimentos como a população fixa e flutuante das zonas críticas "referem não se sentir seguros" nas áreas mencionadas, pelo que acusa a EDP de "contribuir para a eventual diminuição da segurança real, efetiva e percebida de pessoas e bens, além de afetar a imagem da cidade e, como tal, a sua economia".

Essa sensação de insegurança ter-se-á acentuado no primeiro semestre de 2020, quando se verificou em Espinho um número anormal de assaltos a lojas, o que comerciantes, moradores e autarquia também relacionaram com a falta de efetivos da PSP para assegurar o patrulhamento da cidade.

Notando que "o cidadão julga que [este problema da iluminação] é da responsabilidade do município", a associação "Viver Espinho" insiste que a culpa recai sobre a EDP, cujo serviço público na cidade está a causar "mal-estar" e vem prejudicando "entidades que são alheias" à situação atual.

Contactada pela Lusa, a EDP Distribuição atribui a carência de iluminação sobretudo às obras em curso desde 2017 para requalificação da alameda onde antigamente circulavam os comboios da Linha do Norte.

"Analisando o histórico das intervenções no centro da cidade de Espinho, verifica-se a ocorrência de três situações", responde fonte oficial da empresa, referindo-se a "avarias decorrentes da normal exploração da rede de iluminação pública, avarias decorrentes da intervenção de terceiros e ainda desligações ou retirada de colunas ou pontos de luz no âmbito das intervenções da requalificação do canal ferroviário".

No que se refere às avarias da rede pública, a EDP diz que "tem procedido à regularização das mesmas em tempo útil", enquanto no que concerne à empreitada na zona onde antes passavam os comboios realça que essa é "uma obra de grande escala, que contempla, entre outras infraestruturas, a renovação de toda a iluminação na zona delimitada pelas ruas 15 e 33, e pelas ruas 4 e 8".

A mesma fonte especifica: "Dada a existência de mudanças na disposição das vias, em passeios e, em alguns casos, nas cotas de piso, a progressão das obras origina a retirada das infraestruturas [de eletricidade] existentes, sendo essa remoção realizada no âmbito das intervenções previstas e sob a orientação da Câmara Municipal".

Quando as interrupções de iluminação se deverem a circunstâncias não explicadas pela referida empreitada, a EDP apela a que as falhas sejam reportadas à empresa através da sua página na internet, da sua aplicação telefónica ou das suas linhas de apoio (através dos números 808.100.100, 218.100.100 e 800.506.506).

FONTE.: LUSA

Lixo - Aroso , em vez de os deixarem no chão ?



Será pedir muito aos cidadãos de Espinho que coloquem o lixo dentro dos contentares, nesta área dos passeios nas Ruas


 Aroso , em vez de os deixarem no chão ?








domingo, 23 de agosto de 2020

Voz Cidadão - A degradação e os muitos inconvenientes da estação do comboio “O Vouguinha” em Espinho


Um alerta de falta de higiene pública/Saúde Pública


14 Agosto 2020  a degradação e os muitos inconvenientes da estação do comboio
“O VOUGUINHA” em Espinho



ABrito


Voz Cidadão - Os novos locais em Espinho ReCaFe. Rua 7mares





Os novos locais em Espinho ReCaFe. Rua  7mares


22 Agosto 2020

Não são só os locais de Espinho que se encontam  com falta de cuidados ambientais/Saúde Pública:

Zona industrial Sul de Espinho

Cemitério municipal

Multimeios

Nave Desportiva “Arena Tigre”

Parque da Cidade

Complexo de Ténis

Muitíssimos Arruamentos na Cidade todos degradados, cheios de milhares de beatas de cigarros,(Lei Nacional que a C.M.Espinho e PSP, nada fazem para se cumprir) locais fáceis de localizar.

Passadiços

Largo da igreja matriz

Parque Jardim infantil

Etc.Etc. Etc.  ........

A Nova Zona do ReCaFe  Sul de Espinho local da Estação (pombal) do Vouguinha ,está em péssimas condições ambientais/Saúde Pública.

Os canteiros estão repletos de ervas já alguns meses.

E para que ainda cresçam mais possuem irrigação automática diária.

Novos Canteiros que deveriam  ser relvados e ajardinados e talvez com flores.

Tudo já está ao abandono mais visível pois que a rua de 7mares foi aberta ao trânsito

E como a empresa de Limpeza Suma faz por todo lado, poderia também nestes locais utilizar o processo “Herbicidas” proibido por Lei, para se verem livre das ervas.

Como é que os responsáveis pelas condições ambientais /Saúde Pública de Espinho  deixam que Espinho esteja nestas condições, desde há anos?

Como são utilizados e aonde os impostos Municipais que são pagos e os subsídios a fundo perdido?

Chamada de atenção para benefício de todos os Espinhenses.

ABrito