segunda-feira, 2 de fevereiro de 2026

Espinho prioriza requalificação de edifícios habitacional Quinta Paramos

 


Espinho prioriza requalificação de edifícios com orçamento de 64,2 ME para 2026


A Câmara Municipal de Espinho aprovou para 2026 um orçamento de 64,2 milhões de euros, com o qual disse hoje querer dar prioridade à requalificação de edifícios "deixados ao abandono".


O documento que vai gerir a atividade dessa autarquia do distrito de Aveiro e Área Metropolitana do Porto foi aprovado na passada quinta-feira pelos quatro elementos do executivo liderado pelo PSD, com a abstenção de dois vereadores do PS e o voto contra de Maria Manuel Cruz, que presidiu à câmara de 2023 a 2025 e nas últimas autárquicas foi eleita como independente pelo movimento com o seu próprio nome.

Fonte oficial da câmara diz que, "embora condicionados por compromissos herdados do final do mandato anterior", que teve liderança socialista, o presente orçamento foca-se em concretizar "prioridades assumidas perante a população" durante a campanha eleitoral do atual presidente, o social-democrata Jorge Ratola.

"O Executivo assume como prioridades a recuperação de equipamentos municipais deixados ao abandono, a requalificação de infraestruturas degradadas e o reforço da confiança dos cidadãos na ação do município.

Destacam-se os investimentos a realizar na Nave Polivalente, na Piscina Solário Atlântico, nos Paços do Concelho, nos armazéns municipais, no Museu Municipal do FACE [Fórum de Arte e Cultura de Espinho], no Centro Multimeios e na Biblioteca Municipal", diz o comunicado da autarquia.

Sem especificar qual o valor afeto a despesas com pessoal, as taxas a praticar em 2026 nos impostos municipais ou o montante da dívida autárquica, o comunicado refere dois outros focos da ação do executivo, começando pelo da Habitação, que "constitui uma das maiores preocupações sociais do município" e justifica a intenção de proceder à "reabilitação do parque habitacional e promoção de novos fogos para venda e arrendamento a custos acessíveis".

O outro foco é o Estádio Municipal, obra polémica que tem registado avanços e recuos por diferentes executivos municipais. O de Jorge Ratola anuncia "o compromisso claro" de concluir a empreitada: "Vamos retomar o processo de construção do Estádio, promovendo uma avaliação rigorosa do estado atual do processo, com o objetivo de desbloquear um dossiê que se encontra parado há demasiado tempo".

Os vereadores do PS, Luís Canelas e Nuno Almeida, abstiveram-se na votação desse orçamento porque ele "encerra contradições entre a estratégia anunciada e a tradução financeira nos mapas" previsionais para 2026.

"Esperamos que o aumento de cerca de 738.000 euros na despesa com recursos humanos se traduza numa melhoria efetiva da qualidade e da eficiência dos serviços municipais prestados aos espinhenses.

 Quanto ao aumento dos impostos, trata-se de uma medida que, independentemente da justificação apresentada (a inflação), terá impacto direto nos bolsos dos espinhenses", refere o comunicado dos socialistas.

Os autarcas lamentam ainda que, tendo a liderança do PSD solicitado uma auditoria externa ao exercício da câmara, o tenha restringido ao mandado de 2021 a 2025. 

"Com a recusa deste Executivo em alargar a auditoria ao mandato 2017-2021 e impedir a análise ao período onde se geraram os maiores problemas financeiros do município, como o Estádio, o PSD demonstra que a sua exigência de transparência é seletiva e visa proteger o seu próprio passado", defende a vereação PS.

Quanto à promessa do PSD de "proximidade" às juntas de freguesia acompanhada de "rigor e responsabilidade na execução dos contratos inter-administrativos", os sociais-democratas condenam "a forma como foram tratados", considerando que a atualização para 2026, feita sem o devido estudo das novas competências, cria graves assimetrias ao favorecer algumas juntas em detrimento de outras.

Maria Manuel Cruz, por sua vez, votou contra o orçamento em sinal de "rejeição frontal a um documento desligado da realidade financeira do município e assente em premissas de receita incertas".

Antecipando que as "fragilidades severas" do documento serão sujeitas a uma "desconstrução detalhada" na Assembleia Municipal de 13 de fevereiro, a vereadora identifica já três "linhas vermelhas": o recurso a um empréstimo de curto prazo de um milhão de euros para fazer face a despesas correntes "é a confissão de que a Câmara vive sem liquidez para o dia-a-dia"; o plano de investimentos de 23 milhões de euros "é uma ilusão ótica, dependente em quase 90% de fundos comunitários e candidaturas que o município não controla"; e o peso da estrutura fixa da autarquia "continua a aumentar, consumindo quase a totalidade das receitas próprias e deixando uma margem de manobra quase nula para investimento autónomo".

Face ao exposto, Maria Manuel Cruz conclui:

 "Não podemos ser cúmplices de um orçamento que hipoteca a gestão corrente para pagar promessas eleitorais incertas. 

Este não é um orçamento de rigor - é um orçamento de sobrevivência disfarçado de investimento".


Fonte : Lusa/Fim



quinta-feira, 29 de janeiro de 2026

O truque do papel de alumínio está a desligar os alarmes das lojas !

 



Três detidos após usarem folha de alumínio para furtar estabelecimentos em Espinho


A PSP de Espinho deteve, ao final da tarde de quarta-feira, três indivíduos suspeitos da prática de vários furtos em estabelecimentos comerciais da cidade.


Os suspeitos, de nacionalidade argelina, terão entrado numa perfumaria, onde furtaram vários perfumes, escondendo os artigos no interior de um saco isolado com folha de alumínio, método utilizado para evitar a deteção pelos sistemas de segurança.

Mais tarde, os mesmos indivíduos dirigiram-se a uma ótica, onde se apropriaram de vários óculos, recorrendo ao mesmo método.

A ação acabou por ser detetada por uma funcionária da ótica, que alertou de imediato a PSP. 

Os suspeitos foram intercetados e detidos numa rua da cidade.

Os três homens foram presentes a tribunal para aplicação das respetivas medidas de coação.


Fonte :  JN











quarta-feira, 28 de janeiro de 2026

Assembleia de condóminos


Obrigatória, realizada na primeira quinzena de janeiro, para aprovar contas e orçamento.


Reúne todos os proprietários para decidir sobre assuntos de interesse comum do condomínio (partes comuns como escadas, elevadores, jardins).


A assembleia de condóminos é o órgão máximo de gestão de um prédio em regime de propriedade horizontal, onde todos os proprietários (condóminos) se reúnem para tomar decisões sobre as partes comuns, como aprovar contas, orçamentos e obras, sendo obrigatória pelo menos uma vez por ano. 

Deve ser convocada pelo administrador (ou por condóminos com 25% do valor do prédio), com antecedência mínima de 10 dias, indicando data, hora, local e a ordem de trabalhos, e as deliberações são válidas por maioria, exceto casos que exijam unanimidade. 













Demolição de casa devoluta em risco de ruína

 


Imóvel em ruínas é perigo 


A demolição de uma casa devoluta em risco de ruína em Portugal é um processo que envolve obrigações legais rigorosas para garantir a segurança pública.


A câmara municipal pode ordenar a demolição, total ou parcial, se o imóvel ameaçar ruína. Caso o proprietário não actue, a câmara pode tomar posse administrativa e realizar a demolição coercivamente.

É necessário apresentar um projeto de demolição (ou comunicação prévia) na câmara, incluindo planos de segurança e gestão de resíduos.

 A demolição de fachadas, especialmente com materiais de valor (azulejos), deve ser salvaguardada. Se houver risco iminente, podem ser necessárias medidas de contenção.

 O custo médio de demolição anda por volta dos 1800€, mas varia entre 1000€ e 6000€, influenciado pelo tamanho e localização.

Uma casa é considerada devoluta se estiver desocupada por mais de um ano, podendo incorrer em IMI agravado até ao triplo. 






Manuel Violas promete “investimentos significativos” no casino após vencer concessão de Espinho


Solverde Casinos & Hotéis distribuiu 1,2 mil milhões de euros em prémios

  


Em 2025, o Grupo detentor do Casino Espinho, Casino Vilamoura, Casino Monte Gordo, Hotel Algarve Casino e Hotel Casino Chaves distribuiu 1.177.122.016€ em prémios;


O Casino de Espinho liderou o grupo na entrega de prémios aos jogadores, num total de 562 milhões de euros;

Em 2025, o maior prémio atribuído foi nos casinos do Algarve: 86 mil euros numa única jogada.

Ultrapassado um ano que diz ter sido de “estabilidade e consolidação” para os casinos do Solverde, a contrastar com a incerteza dos concursos envolvendo os seus principais ativos e o envolvimento do seu nome no caso Spinumviva que agitou a política portuguesa, o grupo nortenho promete avançar com “investimentos significativos” na sua principal área de negócio.

Este ano arrancou com a confirmação da vitória nas concessões de Espinho e também da zona de jogo do Algarve, que abrange os casinos da Praia da Rocha (Portimão), Vilamoura e Monte Gordo. 

O conglomerado liderado por Manuel Violas pôs todas as fichas nestes espaços que já operava – explora ainda a concessão de Chaves – e ficou sem concorrência em ambos os concursos públicos.

A Solverde Casinos & Hotéis, a principal marca a atuar nas áreas da hospitalidade, entretenimento e jogo em Portugal, anuncia que, em 2025, distribuiu cerca de 1,2 mil milhões de euros (1.177.122.016€) em prémios aos vencedores dos cinco casinos do grupo: Casino Espinho, Casino Vilamoura, Casino Monte Gordo, Hotel Algarve Casino e Hotel Casino Chaves.

Ao longo do ano, o Casino Espinho foi o que entregou mais prémios aos jogadores: 562 milhões de euros (561.821.359€). 

De seguida, os três casinos no Algarve, que totalizaram em prémios 470 milhões de euros (469.619.681€). Por fim, o Hotel Casino Chaves,que registou 146 milhões de euros (145.680.976€) em prémios distribuídos.

Os prémios de maior volume, como tem sido habitual, ocorreram nas slot machines. 

Em 2025, o maior prémio atribuído foi nos casinos do Algarve: 86 mil euros (86.080€). O grande vencedor alcançou o recorde anual na slot machine ‘Cash Express’, através do característico sistema de rolo e sequências em linha.

O maior prémio em Espinho e Chaves foi na slot machine ‘Jin Ji Bao Xi’, reconhecida pela temática chinesa, com símbolos orientais alusivos à sorte. 

No Casino Espinho, uma jogada resultou em 54 mil euros (54 288,81€), enquanto no Casino Chaves, uma slot machine distribuiu 50 mil euros (50 403,19€).

“Os prémios distribuídos ao longo de 2025 confirmam que este foi um ano de estabilidade e consolidação para os casinos do Grupo Solverde. 

Foi um ano importante e marcante em que concorremos e, neste início de 2026, vencemos as concessões de Espinho e do Algarve.

 Agora, preparamo-nos para um período marcado por investimentos significativos no setor dos casinos, reforçando a Solverde Casinos & Hotéis como a empresa líder do setor”, afirmou Manuel Silva Carvalho, Administrador do Grupo Solverde.  






terça-feira, 27 de janeiro de 2026

Detido suspeito de tráfico de droga junto a escola ..... violação e abuso sexual de crianças

 
Detido suspeito de tráfico de droga junto a escola


A PSP deteve na segunda-feira um homem de 20 anos suspeito da venda de produto estupefaciente junto aum estabelecimento escolar, em Espinho, no distrito de Aveiro, informou hoje aquela força policial.


Em comunicado, a PSP esclareceu que o suspeito foi detido após perseguição policial apeada.

Segundo a Polícia, no momento da interceção, o detido tinha na sua posse cerca de 19 doses individuais de produto estupefaciente (haxixe), as quais foram apreendidas.



 PSP detém homem condenado por violação e abuso sexual de crianças


Um homem de 52 anos foi detido em Vila do Conde para cumprir sete anos de prisão por crimes de violação agravada e abuso sexual de crianças, anunciou fonte policial.

A detenção ocorreu na sexta-feira de manhã, em cumprimento de um mandado de detenção para execução de pena efetiva.

O arguido tinha sido condenado pela prática de um crime de violação agravada e por um crime de abusosexual de crianças.

Segundo a PSP, após a detenção, o homem foi conduzido ao Estabelecimento Prisional do Porto onde iniciou o cumprimento da pena de sete anos.


Fonte : Lusa/Fim




quarta-feira, 21 de janeiro de 2026

Fotogaleria Gazeta de Espinho - Edifícios marcaram história em Espinho

 

Edifícios marcaram história em Espinho


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