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terça-feira, 19 de maio de 2026
(Libertação de imprensa) - População de Silvalde e autarquias contestam decisão da IP de fechar a passagem de nível
População de Silvalde e autarquias contestam decisão da Infraestruturas de Portugal de fechar a passagem de nível
domingo, 17 de maio de 2026
Ciclismo - Russo Matvey Boldyrev vence Volta a Portugal do Futuro 2026
Ciclista russo Matvei Boldyrev conquista 33ª Volta a Portugal do Futuro
Corredor da UAE Team Emirates Gen-Z segurou a camisola amarela conquistada desde a primeira etapa e sagrou-se como grande vencedor no final da quarta e derradeira tirada em Espinho. Davide Stella, também da Emirates, venceu esta jornada final.
O russo Matvey Boldyrev (UAE Team Emirates Gen-Z) confirmou, este domingo, a vitória final na 33.ª edição da Volta a Portugal do Futuro, depois da quarta e última etapa, ganha ao sprint, em Espinho, pelo companheiro de equipa Davide Stella, em Espinho.
A derradeira tirada da prova ligou Castro Daire a Espinho, ao longo de 133,4 quilómetros, e ficou marcada por um ritmo elevado e sucessivas tentativas de ataque ao longo de todo o percurso.
A Feira dos Sofás-Boavista foi uma das formações mais ofensivas da etapa, com Ruben Rodrigues, João Anunciação e Afonso Lopes a tentarem surpreender o camisola amarela.
Já nos quilómetros finais, Adrian Pacho, da Equipa Froiz, ainda atacou e ganhou alguns segundos ao pelotão, mas a perseguição liderada pela UAE Team Emirates Gen-Z anulou a fuga antes da entrada em Espinho.
A etapa acabou por ser decidida ao sprint, com Davide Stella a bater Albert Roca, da Caja Rural-Alea, segundo classificado, e João Martins, da Seleção Nacional Sub-23 a ficar em terceiro.
Na classificação geral final, Matvey Boldyrev, da UAE Team Emirates Gen-Z, confirmou o triunfo absoluto, depois de já ter vencido as duas primeiras etapas da corrida. Jaime Torres Arias, da UAE Team Emirates Gen-Z, terminou na segunda posição da geral e Jesse Maris, da Tecnosylva Rower Bembibre, fechou o pódio da competição.
Fonte : Jornal de Notícias
sábado, 16 de maio de 2026
Ladra detida pela GNR por furto em loja Espinho
Mulher detida pela GNR por furto em loja de Felgueiras
É suspeita de mais ataques em Fafe, Espinho e Gaia.
No carro tinha artigos furtados, avaliados em 600 euros.
Uma mulher de 39 anos foi detida pela GNR da Lixa, na quinta-feira, por suspeitas de furto numa loja, no concelho de Felgueiras.
O alerta foi dado após denúncia do estabelecimento que indicada que a mulher tentava abandonar o espaço na posse de diversos artigos sem ter efetuado o respetivo pagamento.
No local, os militares intercetaram-na.
No decorrer da ação foi realizada uma busca ao veículo em que circulava, a qual resultou na apreensão de vários produtos, num valor aproximado de 600 euros, provenientes de outros furtos alegadamente ocorridos nos concelhos de Felgueiras, Fafe, Espinho e Vila Nova de Gaia.
A suspeita foi detida e a viatura foi apreendida.
Depois de ter sido constituída arguida, a mulher acabou libertada e os factos foram comunicados ao tribunal de Felgueiras.
sexta-feira, 15 de maio de 2026
A Solverde, que venceu o concurso público para explorar o casino de Espinho ..... calendário das obras, que não deve exceder os três anos.
Solverde consegue Espinho por preço mínimo
A Solverde, que venceu o concurso público para explorar o casino de Espinho, vai pagar ao Estado valores em linha com os mínimos previstos
O grupo Solverde, que ganhou o concurso público para explorar o casino de Espinho, vai pagar as contrapartidas pedidas pelo Estado aos valores mínimos previstos, mas a PDV Sociedade de Turismo e Lazer.
No caso do Espinho, o grupo liderado por Manuel Violas terá uma contrapartida inicial no valor de 35,99 milhões de euros, precisamente o que constava das regras, enquanto a anual fixa é de dois milhões de euros (o solicitado era de, pelo menos, 1,9 milhões de euros) e 45% das receitas brutas dos jogos que forem explorados, de acordo com os contratos de concessão publicados esta quinta-feira em Diário da República.
“Os bens adquiridos pela concessionária no decurso da concessão e que sejam utilizados para fazer funcionar quaisquer dependências do casino e seus anexos, são reversíveis para o Estado no termo do prazo do contrato de concessão”, informa o diploma, que obriga ainda os vencedores do concurso a fazerem investimentos em, pelo menos, dois espetáculos culturais por mês culturais, além de exigir que as instalações e os equipamentos de jogo sejam modernizados.
Ainda antes, ambos têm oito meses para apresentar ao Serviço de Regulação e Inspeção de Jogos (SRIJ) os projetos finais, nomeadamente de arquitetura, que pretendem fazer no casino de Espinho, incluindo o calendário das obras, que não deve exceder os três anos.
Os contratos, assinados pelo secretário de Estado do Turismo, Comércio e Serviços, Pedro Machado, têm a duração de 15 anos e podem ser prorrogados por mais cinco anos.
No entanto, ainda não são conhecidas as cláusulas contratuais para zona de jogo do Algarve (que abrange os casinos de Portimão, Alvor e Monte Gordo), que também ficaram sob a alçada do grupo Solverde.
quinta-feira, 14 de maio de 2026
Acidente ferroviário corta circulação na Linha do Vouguinha na Rua Nova dos Loureiros - Passagem de nível em Silvalde encerrada após decisão da Infraestruturas de Portugal
Passagem de nível em Silvalde encerrada após decisão da Infraestruturas de Portugal
A Câmara Municipal de Espinho não acompanha a decisão da Infraestruturas de Portugal (IP) de encerrar a passagem de nível da Linha do Vouga localizada na Rua Nova dos Loureiros, na freguesia de Silvalde, medida concretizada na noite de 13 para 14 de maio.
A decisão da Infraestruturas de Portugal resulta de fatores relacionados com a segurança ferroviária e com o enquadramento legal aplicável às passagens de nível sem guarda.
O artigo 2.º, n.º 1, alínea a), do Decreto-Lei n.º 569/99, de 23 de dezembro, determina a supressão de passagens de nível que tenham registado dois ou mais acidentes nos últimos seis meses.
Ainda assim, a Câmara Municipal de Espinho, logo que tomou conhecimento da intenção da Infraestruturas de Portugal (IP), desenvolveu diligências no sentido de reverter essa decisão, defendendo soluções alternativas que permitissem manter a passagem em funcionamento.
Contudo, a IP fundamentou sempre a sua posição no cumprimento da referida disposição legal e nos critérios de segurança ferroviária aplicáveis.
Nos termos do enquadramento legal em vigor, e ao abrigo do n.º 1 do artigo 2.º e do n.º 2 do artigo 4.º do Decreto-Lei n.º 569/99, de 23 de dezembro, a IP encontra-se dispensada da realização de audiência prévia ao Município, tendo comunicado à Câmara Municipal de Espinho a decisão de avançar com a supressão da passagem de nível.
Ao longo deste processo, o Município de Espinho desenvolveu diligências junto da Infraestruturas de Portugal no sentido de encontrar soluções alternativas que permitissem manter a passagem aberta à circulação automóvel, defendendo uma intervenção assente no reforço das condições de segurança, nomeadamente através da instalação de sinalização adequada e da automatização da passagem de nível.
A Câmara Municipal manifestou igualmente disponibilidade para colaborar na concretização dessas soluções, entendendo que deveria ter sido considerada uma intervenção de modernização e reforço da segurança, em vez do encerramento da travessia rodoviária.
A IP manteve a decisão fundamentada no cumprimento das normas legais e dos critérios de segurança ferroviária em vigor.
O Presidente da Câmara Municipal de Espinho, Jorge Ratola, afirma que "o Município compreende a necessidade de garantir a segurança ferroviária, mas lamenta uma decisão que poderá criar constrangimentos à população e condicionar a circulação local.
O Município defendeu, desde o primeiro momento, uma solução que permitisse conciliar segurança e mobilidade”.
A autarquia garante que continuará a acompanhar este processo e a procurar, em articulação com as entidades competentes, soluções que possam minimizar os impactos desta decisão para os moradores e utilizadores daquela zona da freguesia de Silvalde.
IP encerrou uma passagem de nível em Silvalde devido a questões de segurança
A passagem de nível da Rua Nova dos Loureiros, em Silvalde , foi encerrada ao trânsito esta quinta-feira pela Infraestruturas de Portugal (IP), o que a entidade pública atribuiu hoje a medidas de segurança ferroviária, mas a autarquia critica.
O atravessamento rodoviário em causa é na Linha do Vouga, está situado na freguesia de Silvalde e foisinalizada pela IP como um risco de segurança com base nos termos do Decreto-Lei N.° 569/99 de 23 de dezembro, que determina a supressão de passagens de nível que tenham registado dois ou mais acidentes nos últimos seis meses - o que foi o caso.
Notando que o atravessamento pedonal continua a ser possível nesse ponto específico do distrito de Aveiro Área Metropolitana do Porto, a IP justifica a sua decisão: “Resulta do cumprimento estrito do quadro legal e regulamentar em vigor, em particular do Decreto-Lei n.° 568/99 de 23 de dezembro, bem como das obrigações da IP enquanto gestora da infraestrutura ferroviária em matéria de segurança, nos termos da Diretiva (UE) 2016/798, transposta para o direito nacional pelo Decreto-Lei n.° 85/2020 de 13 de outubro".
Segundo explicou a empresa pública à Lusa, a decisão já fora tornada pública a 13 de abril pela Autoridade Nacional de Segurança Ferroviária, que comunicou que a passagem de nível de Silvalde deveria ser encerrac
ao tráfego rodoviário "no mais curto espaço de tempo".
Os fatores que para isso contribuíram foram não só o registo de dois acidentes num prazo de seis meses, o último dos quais ocorrido em março, mas também o facto de essa ser uma passagem de nível passiva, ser anúncio automático de aproximação de comboio.
Outro aspeto decisivo foi existência de dois atravessamentos alternativos a pouca distância: um a 262 metros e outro a menos de 700, sendo que em ambos há aviso automático de aproximação.
A Câmara Municipal de Espinho reconhece que a IP está a cumprir a legislação, mas, em comunicado, lamenta "uma decisão que poderá criar constrangimentos à população e condicionar a circulação local".
Referindo que defendeu "desde o primeiro momento uma solução que permitisse conciliar segurança e mobilidade", a autarquia aponta como alternativas preferíveis "a instalação de sinalização adequada e a automatização da passagem de nível", e manifesta a sua "disponibilidade para colaborar na concretização" dessas medidas.
"Deveria ter sido considerada uma intervenção de modernização e reforço da segurança em vez do encerramento da travessia rodoviária", insiste.
A entidade responsável pela gestão, conservação e exploração da Rede Ferroviária Nacional realça, contudo, que a sua decisão não foi discricionária: "
A prioridade absoluta da IP é a prevenção de acidentes e a salvaguarda da vida humana, princípio estruturante do sistema ferroviário nacional e europeu".
Nessa medida, a empresa diz que as propostas apresentadas pela Câmara de Espinho foram consideradas, mas revela que "à luz do enquadramento legal e dos critérios objetivos de segurança ferroviária aplicáveis - designadamente face à existência de dois acidentes num curto espaço de tempo não existem soluções
regulamentares que permitam a manutenção da travessia rodoviária naquela localização" - o que a impede, por exemplo, de "desencadear um processo para automatização" da passagem de nível.
Fonte : Lusa/Fim






