Conversas à beira‑mar
Falam baixo,
como quem não quer perturbar o mar.
As ondas escutam,
o vento leva,
e a tarde fica presa
no som das vozes que passam.
Apresentação Blog Gazeta de Espinho O Blog Gazeta de Espinho nasceu dia 6-06 -2006 para dar informação ,entretenimento,os documentários e reportagem de fotografias e vídeos sobre Concelho de Espinho. Podem ver os meus trabalhos jornais em portefólio Pseudónimo 7 mares
Falam baixo,
como quem não quer perturbar o mar.
As ondas escutam,
o vento leva,
e a tarde fica presa
no som das vozes que passam.
A iniciativa pretende proporcionar um momento de encontro entre moradores e visitantes, com uma programação dedicada à cultura, ao entretenimento e à valorização da dinâmica local.
Ao longo do evento, a Praça Progresso deverá transformar-se num ponto de concentração de público, num ambiente marcado pela música e pelo convívio.
O Salitrada Fest apresenta-se, assim, como uma oportunidade para celebrar a comunidade e dinamizar o espaço público, contribuindo para a oferta cultural e recreativa local.
O alerta mobilizou os operacionais que, recorrendo a material de desencarceramento e calços de estabilização, elevaram a viatura em segurança para aceder à parte inferior do chassis.
No local, foi colocada uma transportadora de animais de grande porte, indiciando que a operação visava o resgate seguro de um gato que se encontrava preso debaixo do automóvel.
Vários populares acompanharam os trabalhos com preocupação ao longo da rua empedrada.
Apesar do aparato e dos danos materiais visíveis na dianteira do veículo, não há registo de feridos entre os ocupantes da viatura ou os transeuntes.
As autoridades locais deverão agora apurar as circunstâncias exatas do incidente.
No local, um trabalhador com colete refletor amarelo sinalizou a ocorrência enquanto um triângulo de aviso foi colocado na via, indicando uma paragem provisória.
A circulação sofreu desacelerações e os peões seguiram pelo passeio adjacente, sem registo imediato de situações de maior gravidade.
Fontes no local referiram que a intervenção teve caráter preventivo, com os ocupantes a permanecerem junto aos veículos até à resolução da situação.
Ainda não há confirmação sobre as causas que motivaram a paragem nem sobre a eventual necessidade de assistência técnica ou policiamento.
As autoridades competentes e os serviços de socorro foram contactados para avaliação, segundo testemunhas.
A greve, convocada por motivos relacionados com condições laborais e falta de pessoal, afetou sobretudo tarefas de manutenção, abertura de sepulturas e apoio administrativo.
Embora os serviços mínimos tenham sido assegurados, várias famílias relataram constrangimentos inesperados.
Fomos avisados de que o funeral teria de ser reagendado para o final da tarde, porque não havia equipas suficientes”, contou uma residente de Anta, que acompanhava a cerimónia de um familiar.
Situações semelhantes repetiram-se ao longo dos dias, obrigando a ajustes de última hora e a maior coordenação entre agências funerárias e a autarquia.
Além dos atrasos, alguns visitantes encontraram portões fechados durante parte da manhã, devido à reorganização interna dos turnos.
Para muitos espinhenses, habituados a visitar campas de familiares ao início do dia, a alteração gerou frustração e preocupação.
Os trabalhadores defendem que a greve pretende chamar a atenção para a “sobrecarga diária” e para a necessidade de reforço de recursos humanos, sublinhando que o aumento de tarefas não acompanhou a evolução das condições de trabalho.
A Câmara Municipal de Espinho reconheceu a existência de “pontos a melhorar” e garantiu estar a negociar uma solução que permita estabilizar o funcionamento do cemitério.
Enquanto o impasse não se resolve, famílias e serviços continuam a ajustar horários, numa rotina que, embora temporária, evidencia a importância de estruturas municipais que, mesmo discretas, têm impacto direto na vida quotidiana da comunidade.
A falha, registada por volta das 22h30, afetou não apenas a fachada do edifício, mas também o troço do passadiço e a zona pedonal adjacente, criando um ambiente de insegurança num dos pontos mais movimentados da orla marítima.
Segundo relatos de residentes, a ausência de luz tornou difícil a circulação, sobretudo para quem regressava a casa ou utilizava o passadiço para caminhadas noturnas.
Alguns moradores referem que esta não é a primeira vez que a iluminação apresenta falhas, embora nunca com a duração verificada ontem.
A autarquia foi alertada para a ocorrência e, de acordo com fonte municipal, a equipa técnica deslocou‑se ao local durante a madrugada para identificar a origem do problema, que poderá estar relacionado com uma avaria no quadro elétrico que alimenta o conjunto de luminárias da zona.
Enquanto se aguarda a reposição completa do serviço, moradores pedem uma intervenção mais robusta e preventiva, lembrando que a área é utilizada diariamente por centenas de pessoas, incluindo turistas, surfistas e famílias que frequentam o litoral.
Os cerca de 100 passageiros, que seguiam nas carruagens, foram transportados de autocarro para os respectivos destinos.
O alerta foi dado para os bombeiros de Lourosa e para os bombeiros do Concelho de Espinho para um incêndio ferroviário, numa composição junto ao apeadeiro da Lapa.
A GNR de Lamas também foi acionada para o local.
Fonte : Correio da Manhã
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