sábado, 16 de maio de 2026

Fotogaleria Gazeta de Espinho - Inicio da construção do empreendimento nas traseiras do Edifício Leira da Relva em São Felix da Marinha

 

Inicio da construção  do empreendimento nas traseiras do Edifício Leira da Relva












Ladra detida pela GNR por furto em loja Espinho


 Mulher detida pela GNR por furto em loja de Felgueiras


É suspeita de mais ataques em Fafe, Espinho e Gaia. 


No carro tinha artigos furtados, avaliados em 600 euros.

Uma mulher de 39 anos foi detida pela GNR da Lixa, na quinta-feira, por suspeitas de furto numa loja, no concelho de Felgueiras. 

O alerta foi dado após denúncia do estabelecimento que indicada que a mulher tentava abandonar o espaço na posse de diversos artigos sem ter efetuado o respetivo pagamento. 

No local, os militares intercetaram-na.

No decorrer da ação foi realizada uma busca ao veículo em que circulava, a qual resultou na apreensão de vários produtos, num valor aproximado de 600 euros, provenientes de outros furtos alegadamente ocorridos nos concelhos de Felgueiras, Fafe, Espinho e Vila Nova de Gaia. 

A suspeita foi detida e a viatura foi apreendida.

Depois de ter sido constituída arguida, a mulher acabou libertada e os factos foram comunicados ao tribunal de Felgueiras. 




sexta-feira, 15 de maio de 2026

A Solverde, que venceu o concurso público para explorar o casino de Espinho ..... calendário das obras, que não deve exceder os três anos.

 

Solverde consegue Espinho por preço mínimo


A Solverde, que venceu o concurso público para explorar o casino de Espinho, vai pagar ao Estado valores em linha com os mínimos previstos


O grupo Solverde, que ganhou o concurso público para explorar o casino de Espinho, vai pagar as contrapartidas pedidas pelo Estado aos valores mínimos previstos, mas a PDV Sociedade de Turismo e Lazer.

No caso do Espinho, o grupo liderado por Manuel Violas terá uma contrapartida inicial no valor de 35,99 milhões de euros, precisamente o que constava das regras, enquanto a anual fixa é de dois milhões de euros (o solicitado era de, pelo menos, 1,9 milhões de euros) e 45% das receitas brutas dos jogos que forem explorados, de acordo com os contratos de concessão publicados esta quinta-feira em Diário da República.

“Os bens adquiridos pela concessionária no decurso da concessão e que sejam utilizados para fazer funcionar quaisquer dependências do casino e seus anexos, são reversíveis para o Estado no termo do prazo do contrato de concessão”, informa o diploma, que obriga ainda os vencedores do concurso a fazerem investimentos em, pelo menos, dois espetáculos culturais por mês culturais, além de exigir que as instalações e os equipamentos de jogo sejam modernizados.

Ainda antes, ambos têm oito meses para apresentar ao Serviço de Regulação e Inspeção de Jogos (SRIJ) os projetos finais, nomeadamente de arquitetura, que pretendem fazer no casino  de Espinho, incluindo o calendário das obras, que não deve exceder os três anos.

Os contratos, assinados pelo secretário de Estado do Turismo, Comércio e Serviços, Pedro Machado, têm a duração de 15 anos e podem ser prorrogados por mais cinco anos. 

No entanto, ainda não são conhecidas as cláusulas contratuais para zona de jogo do Algarve (que abrange os casinos de Portimão, Alvor e Monte Gordo), que também ficaram sob a alçada do grupo Solverde.







quinta-feira, 14 de maio de 2026

Acidente ferroviário corta circulação na Linha do Vouguinha na Rua Nova dos Loureiros - Passagem de nível em Silvalde encerrada após decisão da Infraestruturas de Portugal

 

Passagem de nível em Silvalde encerrada após decisão da Infraestruturas de Portugal


A Câmara Municipal de Espinho não acompanha a decisão da Infraestruturas de Portugal (IP) de encerrar a passagem de nível da Linha do Vouga localizada na Rua Nova dos Loureiros, na freguesia de Silvalde, medida concretizada na noite de 13 para 14 de maio.


A decisão da Infraestruturas de Portugal resulta de fatores relacionados com a segurança ferroviária e com o enquadramento legal aplicável às passagens de nível sem guarda.

O artigo 2.º, n.º 1, alínea a), do Decreto-Lei n.º 569/99, de 23 de dezembro, determina a supressão de passagens de nível que tenham registado dois ou mais acidentes nos últimos seis meses. 

Ainda assim, a Câmara Municipal de Espinho, logo que tomou conhecimento da intenção da Infraestruturas de Portugal (IP), desenvolveu diligências no sentido de reverter essa decisão, defendendo soluções alternativas que permitissem manter a passagem em funcionamento.

Contudo, a IP fundamentou sempre a sua posição no cumprimento da referida disposição legal e nos critérios de segurança ferroviária aplicáveis.

Nos termos do enquadramento legal em vigor, e ao abrigo do n.º 1 do artigo 2.º e do n.º 2 do artigo 4.º do Decreto-Lei n.º 569/99, de 23 de dezembro, a IP encontra-se dispensada da realização de audiência prévia ao Município, tendo comunicado à Câmara Municipal de Espinho a decisão de avançar com a supressão da passagem de nível.

Ao longo deste processo, o Município de Espinho desenvolveu diligências junto da Infraestruturas de Portugal no sentido de encontrar soluções alternativas que permitissem manter a passagem aberta à circulação automóvel, defendendo uma intervenção assente no reforço das condições de segurança, nomeadamente através da instalação de sinalização adequada e da automatização da passagem de nível.

A Câmara Municipal manifestou igualmente disponibilidade para colaborar na concretização dessas soluções, entendendo que deveria ter sido considerada uma intervenção de modernização e reforço da segurança, em vez do encerramento da travessia rodoviária.

A IP manteve a decisão fundamentada no cumprimento das normas legais e dos critérios de segurança ferroviária em vigor.

O Presidente da Câmara Municipal de Espinho, Jorge Ratola, afirma que "o Município compreende a necessidade de garantir a segurança ferroviária, mas lamenta uma decisão que poderá criar constrangimentos à população e condicionar a circulação local. 

O Município defendeu, desde o primeiro momento, uma solução que permitisse conciliar segurança e mobilidade”.

A autarquia garante que continuará a acompanhar este processo e a procurar, em articulação com as entidades competentes, soluções que possam minimizar os impactos desta decisão para os moradores e utilizadores daquela zona da freguesia de Silvalde.


IP encerrou uma passagem de nível em Silvalde  devido a questões de segurança


 A passagem de nível da Rua Nova dos Loureiros, em Silvalde , foi encerrada ao trânsito esta quinta-feira pela Infraestruturas de Portugal (IP), o que a entidade pública atribuiu hoje a medidas de segurança ferroviária, mas a autarquia critica.


O atravessamento rodoviário em causa é na Linha do Vouga, está situado na freguesia de Silvalde e foisinalizada pela IP como um risco de segurança com base nos termos do Decreto-Lei N.° 569/99 de 23 de dezembro, que determina a supressão de passagens de nível que tenham registado dois ou mais acidentes nos últimos seis meses - o que foi o caso.

Notando que o atravessamento pedonal continua a ser possível nesse ponto específico do distrito de Aveiro Área Metropolitana do Porto, a IP justifica a sua decisão: “Resulta do cumprimento estrito do quadro legal e regulamentar em vigor, em particular do Decreto-Lei n.° 568/99 de 23 de dezembro, bem como das obrigações da IP enquanto gestora da infraestrutura ferroviária em matéria de segurança, nos termos da Diretiva (UE) 2016/798, transposta para o direito nacional pelo Decreto-Lei n.° 85/2020 de 13 de outubro".

Segundo explicou a empresa pública à Lusa, a decisão já fora tornada pública a 13 de abril pela Autoridade Nacional de Segurança Ferroviária, que comunicou que a passagem de nível de Silvalde deveria ser encerrac

ao tráfego rodoviário "no mais curto espaço de tempo".

Os fatores que para isso contribuíram foram não só o registo de dois acidentes num prazo de seis meses, o último dos quais ocorrido em março, mas também o facto de essa ser uma passagem de nível passiva, ser anúncio automático de aproximação de comboio. 

Outro aspeto decisivo foi existência de dois atravessamentos alternativos a pouca distância: um a 262 metros e outro a menos de 700, sendo que em ambos há aviso automático de aproximação.

A Câmara Municipal de Espinho reconhece que a IP está a cumprir a legislação, mas, em comunicado, lamenta "uma decisão que poderá criar constrangimentos à população e condicionar a circulação local".

Referindo que defendeu "desde o primeiro momento uma solução que permitisse conciliar segurança e mobilidade", a autarquia aponta como alternativas preferíveis "a instalação de sinalização adequada e a automatização da passagem de nível", e manifesta a sua "disponibilidade para colaborar na concretização" dessas medidas.

"Deveria ter sido considerada uma intervenção de modernização e reforço da segurança em vez do encerramento da travessia rodoviária", insiste.

A entidade responsável pela gestão, conservação e exploração da Rede Ferroviária Nacional realça, contudo, que a sua decisão não foi discricionária: "

A prioridade absoluta da IP é a prevenção de acidentes e a salvaguarda da vida humana, princípio estruturante do sistema ferroviário nacional e europeu".

Nessa medida, a empresa diz que as propostas apresentadas pela Câmara de Espinho foram consideradas, mas revela que "à luz do enquadramento legal e dos critérios objetivos de segurança ferroviária aplicáveis - designadamente face à existência de dois acidentes num curto espaço de tempo  não existem soluções

regulamentares que permitam a manutenção da travessia rodoviária naquela localização" - o que a impede, por exemplo, de "desencadear um processo para automatização" da passagem de nível.


Fonte : Lusa/Fim





Inicio dos trabalhos no Esporão a sul de Espinho

 

Inicio dos trabalhos  no Esporão a sul de Espinho













sábado, 9 de maio de 2026

Projetos para Granja e Aguda prontos até 27 de outubro

 

Projetos para Granja e Aguda prontos até 27 de outubro


A empresa Profico, que venceu o concurso público para projetar as passagens inferiores à Linha do Norte na Aguda e na Granja, em Gaia, tem de entregar o projeto até 27 de outubro

O processo para o estudo de viabilidade de passagens inferiores à linha do comboio na Aguda e na Granja arrasta-se desde 2022.





Navios porta-contentores "GS LINES" & WEC Lines em São Felix da Marinha

 

Os navios a navegar em águas abertas num dia nublado