segunda-feira, 15 de junho de 2026

Deputados do PS querem alternativa a passagem de nível encerrada há um mês em Espinho

 

Deputados do PS querem alternativa a passagem de nível encerrada há um mês em Espinho


Autarquia foi informada previamente que a travessia seria encerrada em cumprimento da legislação.


Os deputados do PS eleitos pelo distrito de Aveiro querem alternativas para o encerramento da passagem de nível da Linha do Vouga na Rua Nova dos Loureiros, em Espinho, executado na madrugada de 14 de maio.

Segundo referem esta segunda-feira em comunicado os parlamentares Susana Correia, Hugo Oliveira e Filipe Neto Brandão, as críticas à medida implementada pela empresa pública Infraestruturas de Portugal (IP) já foram remetidas ao Ministério das Infraestruturas e Habitação, em carta em que os deputados dizem desconhecer as razões técnicas a justificar o encerramento e criticam que não tenha sido "efetuada qualquer comunicação ou aviso prévio à população, autarquias ou utilizadores habituais da passagem de nível".

Já a 15 de junho, contudo, tanto Câmara Municipal de Espinho como a IP indicaram à Lusa: a autarquia foi informada previamente que a travessia seria encerrada em cumprimento da legislação expressa no Decreto-Lei N.º 569/99 de 23 de dezembro, que determina a supressão de passagens de nível que tenham registado dois ou mais acidentes nos últimos seis meses, como ambas as entidades dizem ter sido o caso.

 A decisão fora, aliás, tornada pública um mês antes, a 13 de abril, em anúncio da Autoridade Nacional de Segurança Ferroviária.

Sem fazer referência a essa comunicação prévia, às negociações antecipadas entre a autarquia social-democrata ou à justificação técnica apontada pela empresa pública, o comunicado do PS diz agora que os deputados "não compreendem a razão por que foi encerrada a passagem de nível" da freguesia de Silvalde e questionam "a existência de avaliações técnicas para sustentar a decisão"

Os mesmos parlamentares reconhecem "a importância de intervenções de modernização e de incremento da segurança nestas passagens de nível, como as que foram feitas nos últimos anos", mas dizem ter que "criticar a falta de informação e de medidas alternativas, quando está em causa um importante ponto de atravessamento da Linha do Vouga, que assegurava a mobilidade quotidiana de residentes, trabalhadores e demais utilizadores".

"Nesse sentido", continua o comunicado, "perguntam ao ministro das Infraestruturas quais são as razões técnicas, operacionais ou de segurança que determinaram o encerramento da passagem de nível de Silvalde e qual o motivo para que a população não tenha sido informada".

 O documento acrescenta: "[Os deputados] Pretendem ainda saber (... )se o Governo ponderou, através da IP, a instalação de automatismos, barreiras e sistemas de sinalização automática naquele local, à semelhança do que foi efetuado noutras passagens de nível do país".

À Lusa, a IP já esclarecera em maio todas essas questões: para o encerramento da travessia contribuiu não só o registo de dois acidentes num prazo de seis meses, o último dos quais ocorrido em março, mas também o facto de essa ser uma passagem de nível passiva, sem anúncio automático de aproximação de comboio. Outro aspeto decisivo foi existência de dois atravessamentos alternativos a pouca distância: um a 262 metros e outro a menos de 700, sendo que em ambos há aviso automático de aproximação.

A Câmara de Espinho, por sua vez, admitiu na mesma altura que a IP estava a cumprir a legislação, mas, lamentando uma decisão que poderia "criar constrangimentos à população e condicionar a circulação local", manifestava a sua "disponibilidade para colaborar na concretização" de medidas alternativas -- como "a instalação de sinalização adequada e a automatização da passagem de nível".

A IP disse que equacionou essas medidas, mas concluiu: 

"À luz do enquadramento legal e dos critérios objetivos de segurança ferroviária aplicáveis -- designadamente face à existência de dois acidentes num curto espaço de tempo -- não existem soluções regulamentares que permitam a manutenção da travessia rodoviária naquela localização" -- o que impede a empresa pública, por exemplo, de "desencadear um processo para automatização" da passagem de nível.

Fonte : Lusa/fim









FEST 2026 fecha programa PRO com com confirmações de Asghar Farhadi e os especialistas em cinematografia subaquática Françoise Valentine e Mike Valentine

 

Festival Novo Cinema, Novos Realizadores em Espinho abre com "Yellow Letters" de llker Çatak


 

O Festival Novo Cinema, Novos Realizadores começa no dia 20 em Espinho, com "Yellow Letters", de llker Çatak, numa edição que defende a ideia de que "fazer cinema continua a ser um ato de resistência".


"Yellow Letters", doturco-alemão llker Çatak, prémio Urso de Ouro no Festival de Berlim, aborda a história de um casal de artistas perseguidos pelo Estado turco sem que percebam efetivamente as razões.

"Entre a vida íntima e a repressão institucional, o filme constrói um retrato tenso sobre a erosão da liberdade artística e o medo como instrumento de controlo", escreve o festival FEST de Espinho em nota de imprensa.

No editorial de apresentação da 22.a edição do FEST - Festival Novo Cinema, Novos Realizadores, a direção explica que quer contrariar a ideia de que o cinema é hoje "muitas vezes declarado um formato artístico em declínio".

"Fazer cinema continua a ser um ato de resistência - talvez agora mais do que nunca - e mantém a sua vitalidade como ferramenta essencial para ler o nosso mundo em constante mudança. Este programa abraça esta era em toda a sua estranheza e complexidade, rejeitando a simplificação em favor de uma reflexão mais profunda", sustentou.

Este ano, além das secções competitivas, destaca-se uma retrospetiva dedicada ao realizador polaco Andrzej Wajda (1926-2016), para assinalar o centenário do nascimento e celebrar uma obra que "marcou profundamente o cinema europeu do pós-guerra".

"O FEST não poderia desperdiçar a oportunidade de revisitar algumas das suas obras mais corajosas, recordando-nos a todos quão essencial o cinema pode ser, independentemente dos desafios de cada época", justificou o festival, citando os filmes "A Generation", "Man of Marble" e "Man of Iron".

Sendo também apresentado como uma "plataforma dinâmica para realizadores emergentes e profissionais da indústria", o FEST terá este ano, entre os convidados, o 'designer' luso-canadiano Luís Sequeira e diretor de fotografia dinamarquês Dan Laustsen, tendo ambos trabalhado com Guillermo del Toro.

As britânicas Katie Spencer e Sarah Greenwood, responsáveis pelo imaginário visual do filme "Barbie", de Greta Gerwig, também foram convidadas para o festival português.

O encerramento do FEST, no dia 28, fica a cargo de "Complaint N°. 713317", a primeira longa-metragem do egípcio Yasser Shafiey.


Programa completo em https://site.fest.pt/


Fonte : Lusa/fim






quinta-feira, 11 de junho de 2026

Sexagenário detido por tráfico de droga em flagrante delito & ..... tentaram burlar a vítima com perfumes ....


 

Sexagenário detido por tráfico de droga em flagrante delito


A PSP deteve na quarta-feira em Espinho (Aveiro), um homem de 65 anos que estava a traficar droga, tendlhe apreendido 54 doses individuais de cocaína e heroína e 130 euros em numerário, foi hoje divulgado.

Em comunicado de imprensa, a PSP explica que o homem detido estava "fortemente indiciado pela prática do crime de tráfico de estupefacientes", tendo anteriormente "cumprido pena de prisão efetiva pelo mesmo ilícito".

A presença frequente na cidade de Espinho do detido "vinha a causar preocupação junto da população, associada à deslocação de consumidores de estupefacientes para aquela zona, contribuindo para um sentimento de insegurança. 

A ação resulta de um trabalho contínuo da PSP no combate ao tráfico de droga, visando reforçar a segurança e tranquilidade públicas".


 PSP intervém em tentativa de burla com perfumes, relógios e multibanco


Dois indivíduos recorreram a um "esquema fraudulento" baseado na oferta de artigos a um transeunte em Santa Maria da Feira (Porto) e tentaram burlar a vítima com perfumes e relógios, mas a PSP interrompeu a  tentativa de burla.

Em comunicado de imprensa, a PSP anunciou que conseguiu "impedir a consumação do ilícito e salvaguardar  a vítima", após dois indivíduos terem recorrido a um "esquema fraudulento" que consistiu em oferecer perfumes e relógios, com o intuito de induzir a vítima "em erro e encaminhá-la para uma caixa multibanco."

Foi o conhecimento prévio do 'modus operandi' dos suspeitos que permitiu detetar a situação e desencadear a intervenção rápida da PSP, que, apesar de levar à fuga dos indivíduos do local, permitiu apreender os artigos utilizados na tentativa de burla, designadamente três perfumes e três relógios.

A PSP desenvolveu diligências com vista à identificação dos suspeitos e à recolha de prova.


Fonte : Lusa/Fim




Avião - Um helicóptero MH-60S Seahawk em pleno voo sob o Hotel Mar Azul em Espinho


Um helicóptero MH-60S Seahawk em em pleno voo sob o Hotel Mar Azul em Espinho





segunda-feira, 8 de junho de 2026

O proprietário nas medições do terreno, removeu as marcas da passagem superior da Linha do Norte em Paramos

 

Os proprietários estão a contestar as medições dos terrenos e os valores de expropriação


Na edição  do Jornal defesa de Espinho 4 de junho há proprietários que estão a contestar as medições dos terrenos e os valores de expropriação.













Época balnear já aberta e sem reposição de areia

 

Época balnear já aberta e sem reposição de areia


Depois das intempéries de janeiro e fevereio, Espinho não teve “necessidade extraordinária de repor areia nas praias”, explicou o presidente da autarquia, Jorge Ratola, citado pela Lusa.


A época de banhos abriu no dia 1 de junho, para poder “reforçar a atividade turística do concelho”, que se preparou com uma duna artificial, na praia, e alguns sacos, na zona dos pescadores, para mitigar os efeitos das tempestades dos primeiros meses do ano.

“Atrasou-nos o planeamento. 

O impacto na nossa costa não foi muito relevante, embora tenhamos perdido um mês com isso. (...) 

As praias estão preparadas, os equipamentos instalados para as atividades”, assume o autarca. Segundo Jorge Ratola, há já uma intervenção da Agência Portuguesa do Ambiente (APA) a ser feita num dos esporões e iniciar-se-ão depois outras duas, uma junto à capela de Paramos e outra na baía.

Essas obras constam do relatório da APA sobre as ocorrências relacionadas com as tempestades e surgem na lista de intervenções de curto prazo (concluídas até final de 2027). 

Haverá uma intervenção a médio prazo (a partir de 2028), numa estrutura em Silvalde.