Gazeta de Espinho
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sábado, 14 de fevereiro de 2026
sexta-feira, 13 de fevereiro de 2026
Casa de Montenegro na Avenida 8 em Espinho volta a ser alvo de suspeitas por fraude fiscal
Ministério Público abre novo inquérito sobre construção da casa de Montenegro em Espinho
O Ministério Público do Porto abriu um novo inquérito que incidirá sobre a construção da casa de Luís Montenegro, em Espinho.
A Procuradoria-Geral da República confirmou à RTP a existência de uma investigação a correr no Departamento de Investigação e Ação Penal do Porto.
O inquérito está sujeito a segredo de justiça e, por isso, a Procuradoria-Geral da República não esclarece quaisquer outras informações relativas às diligências em curso.
Segundo o semanário Expresso, em causa estará uma alegada discrepância entre o custo da casa e as faturas emitidas pelos empreiteiros.
O jornal avança que dois empresários, o que demoliu a ruína que existia no local e o que construiu a nova moradia de seis pisos, foram questionados pelo Ministério Público, em janeiro.
É a segunda vez que há um inquérito-crime sobre a casa de Montenegro.
O primeiro foi arquivado em dezembro de 2024.
Em causa estavam suspeitas de que Montenegro teria obtido benefícios fiscais indevidamente pelo facto de a obra ter sido classificada como de reabilitação urbana o que lhe dava direito a descontos no IVA e no IMI.
Ao fim de um ano de investigação, o Departamento de Investigação e Ação Penal (DIAP) do Porto concluiu que os benefícios tinham sido atribuídos de forma legítima.
O Expresso recorda que “o novo inquérito decorre em paralelo com outro sobre corrupção, aberto em 2023, no qual estão a ser investigados os contornos do contrato público de requalificação do canal ferroviário de Espinho, adjudicado em abril de 2017 por 12,4 milhões de euros à empresa Alexandra Barbosa Borges (ABB), a única admitida a concurso”.
A antiga sociedade de advogados, do atual primeiro-ministro, prestou serviços jurídicos à autarquia de Espinho entre 2014 e 2021.
A maior obra pública do concelho foi lançada quando o autarca de Espinho era o social-democrata Joaquim Pinto Moreira, que viria mais tarde a ser vice-presidente da bancada parlamentar do PSD, quando Luís Montenegro já era líder do partido.
Alunos exigem obras na Domingos Capela
Alunos denunciam escola degradada com pavilhão inutilizável, infiltrações e riscos elétricos
Dezenas de alunos do Curso Profissional Técnico de Desporto da Escola Básica e Secundária Domingos Capela, em Espinho, manifestaram-se, na manhã desta sexta-feira, em frente à Câmara Municipal, denunciando as condições paupérrimas das instalações e exigindo uma intervenção urgente neste estabelecimento de ensino.
"Queremos um espaço digno" e "Sem ações não há condições" eram as frases que entoavam os alunos e alguns professores que se juntaram, de forma solidária, a esta iniciativa.
Ao mesmo tempo, empunhavam cartazes que davam voz ao descontentamento e apelavam a uma intervenção efetiva.
Câmara de Espinho anuncia 4,4 milhões para requalificar escola Domingos Capela
A Câmara Municipal de Espinho anunciou um investimento de 4,4 milhões de euros para a requalificação da Escola Básica e Secundária Domingos Capela, na sequência de protestos públicos de alunos e docentes que denunciaram o estado de degradação do estabelecimento de ensino.
quinta-feira, 12 de fevereiro de 2026
Alunos de escola de Domingos Capela em manifestação contra "salas inundadas" e outros estragos
A manifestação está marcada para as 9 horas e os alunos dizem que se vai realizar perante “a ausência de respostas”
Estudantes denunciam as condições "preocupantes" da escola que têm sido agravadas pelo mau tempo
Os alunos da Escola Básica e Secundária Domingos Capela vão manifestar-se sexta-feira à porta da Câmara Municipal de Espinho em protesto contra a crescente degradação desse estabelecimento de ensino, com "salas inundadas" e outros sinais de "degradação progressiva".
Em carta aberta difundida pela população e nas redes sociais, os alunos do referido equipamento educativo do distrito de Aveiro e Área Metropolitana do Porto revelam que a "situação extremamente preocupante" da escola "tem sido agravada pelas recentes tempestades", mas realçam que, "mesmo antes, a escola já não reunia as condições mínimas adequadas".
Entre os aspetos que denunciam a degradação atual do imóvel os alunos apontam: "salas inundadas e corredores com água acumulada"; escadas que "parecem rios e colocam em risco a segurança de todos"; "mesas molhadas" cuja limpeza implica atraso no arranque das aulas; "frio intenso" nas salas de aulas; biblioteca com infiltrações; "colchões encharcados" no pavilhão desportivo; queda de "tinta e partes do teto" devido ao escorrimento de água, aparada por baldes; e quadros elétricos "com presença de água".
A carta aberta faz ainda referência à entrada na escola, que é "feita por cima de paletes devido às poças de água", assim como a uma portaria "sem condições mínimas" e a ausência de caleiras, que, "retiradas por entidades responsáveis, nunca foram recolocadas, fazendo com que a água permaneça acumulada sobre a estrutura do edifício".
Além dos problemas associados às condições meteorológicas, os alunos reclamam ainda da ausência de sistema de cartões na entrada, da inexistência de acessos adequados para alunos com mobilidade reduzida e da quantidade de salas de aulas "sem projetores, cabos ou tomadas que funcionem".
Outro alerta é para o efeito desses fatores na concretização do calendário letivo:
"Temos 1.900 horas de formação prática previstas e estamos há três semanas sem aulas práticas.
Além disso, há professores que não têm conseguido lecionar nas devidas condições, sendo obrigados a adaptar constantemente as aulas ao estado dos espaços disponíveis.
Acabamos prejudicados, acumulando aulas que posteriormente terão de ser repostas, muitas vezes no verão".
A carta aberta dos alunos da Domingos Capela reconhece que há atualmente "situações muito graves noutras zonas do país, com pessoas sem casa, sem escola e sem condições básicas de vida", mas defende que isso não pode ser argumento.
"Não consideramos que a gravidade dessas situações deva servir para desvalorizar a nossa realidade -- não devemos esperar que a situação atinja um ponto extremo para que haja uma intervenção efetiva", declaram os estudantes.
Face a essa realidade, alunos de três turmas organizaram-se para levar a cabo esta sexta-feira a manifestação cujo objetivo é "criar mudança de forma organizada, pacífica e responsável".
A carta aberta remata:
"Muitos de nós ainda temos vários anos pela frente nesta escola e também devemos pensar nos que ainda irão ingressar no ensino secundário. (...)
Alunos, professores, funcionários e toda a comunidade educativa merecem respeito e condições adequadas".
Questionada pela Lusa, a Câmara Municipal de Espinho - cujo executivo liderado pelo PSD entrou em funções em outubro de 2025, após quatro anos de gestão do PS precedidos de 12 anos de maioria social-democrata - afirma que "o estado atual desta escola é o resultado visível de décadas de falta de manutenção e conservação".
Identificando a requalificação da Domingos Capela como "prioritária", a autarquia diz estar a analisar as propostas submetidas ao respetivo concurso público, de valor superior a 4,4 milhões de euros, mas responsabiliza o executivo anterior pelo atraso na empreitada.
"O anterior executivo referiu publicamente que a escola estava classificada como intervenção urgente, quando, na realidade, se encontra com o nível menos grave previsto na listagem do Acordo Setorial de Compromisso entre o Governo e a Associação Nacional de Municípios Portugueses", salienta a câmara atual.
"Acresce que o procedimento concursal de reabilitação iniciado pelo executivo anterior não previu nem garantiu o normal funcionamento das aulas durante a execução dos trabalhos nem contemplou componentes essenciais como segurança, fiscalização e gestão de resíduos, o que o atual executivo teve que resolver", refere.
Em todo o caso, a autarquia informa que o resultado do concurso deverá em breve ser sujeito ao aval do Tribunal de Contas, pelo que, cumpridos os devidos trâmites e estando a obra inscrita no orçamento municipal de 2026, deverá arrancar ainda este ano, tendo depois um prazo de execução de 18 meses.
A intervenção prevê a reabilitação de fachadas, caixilharias e coberturas, assim como a renovação de espaços interiores, a instalação de novas redes (de água, drenagens, etc.) e o arranjo de pavilhão e espaços exteriores.
Entretanto, a Câmara diz estar a elaborar ainda "um concurso complementar para instalação de estruturas modulares" na escola, de forma a garantir-se a continuidade das aulas durante as obras.
quarta-feira, 11 de fevereiro de 2026
(Libertação de imprensa) - Polícia Judiciária detém recluso foragido em Espinho
Polícia Judiciária detém recluso foragido em Espinho
A Polícia Judiciária (PJ), através da Diretoria do Norte, deteve, na passada sexta-feira, na cidade de Espinho, um cidadão português que se encontrava foragido à justiça
Segundo a PJ, o homem não regressou ao Estabelecimento Prisional de Vale de Sousa após ter beneficiado de uma Licença de Saída Excecional concedida durante o período natalício de 2025.
À data da evasão, encontrava-se a cumprir uma pena de prisão de cinco anos e nove meses pelos crimes de roubo e burla informática.
Após a detenção, o recluso foi entregue aos serviços prisionais para cumprir o restante da pena a que foi condenado.
terça-feira, 10 de fevereiro de 2026
Mau tempo - Caudal da ribeira de Paramos obriga a cortar acesso a Regimento de Engenharia de Espinho
Caudal da ribeira de Paramos obriga a cortar acesso a Regimento de Engenharia de Espinho
A subida das águas da ribeira de Paramos, em Espinho, obrigou a cortar as estradas de acesso ao Regimento de Engenharia, ao campo de golfe e à pista do aeródromo local, revelou o serviço de proteção civil desse município
A zona em causa, no distrito de Aveiro e Área Metropolitana do Porto, situa-se num dos extremos da lagoa de Paramos, que é contígua à Barrinha de Esmoriz, no concelho vizinho de Ovar, e ficou rapidamente inundada esta manhã, quando as águas galgaram as margens.
"Devido às fortes chuvas e consequentes inundações na zona de Paramos, informamos que o trânsito se encontra totalmente cortado na Rua da Costa Verde e na Rua da Praia”, disse fonte da proteção civil, que tem técnicos no local a "monitorizar a situação".
As vias afetadas são a Rua da Costa Verde - que dá acesso ao quartel e, de sul para norte, também ao Oporto Golf Club - e a Rua da Praia - que segue do quartel para os terrenos usados pelo Aeroclube da Costa Verde e daí até à linha da praia e a sua pequena faixa habitacional.
Em Portugal, desde o dia 28 de janeiro já várias pessoas morreram na sequência da passagem das depressões Kristin, Leonardo e Marta, que provocaram ainda centenas de feridos e de desalojados. Inundações, cheias e a destruição total ou parcial de casas, empresas e equipamentos públicos são as principais consequências do chamado "comboio de tempestades", de que também vem resultando a quedas de árvores e estruturas, o fecho de estradas, escolas e serviços de transporte, e o corte de eletricidade, água e telecomunicações.
Com as regiões Centro, Lisboa e Vale do Tejo, e Alentejo a serem as mais afetadas, o Governo prolongou a situação de calamidade até dia 15 de fevereiro para 68 concelhos e anunciou medidas de apoio até 2,5 mil milhões de euros.
Fonte : Lusa/Fim





