sexta-feira, 20 de março de 2026

Espinho assinou auto de consignação para requalificar a rede de abastecimento de água

 


Espinho assinou auto de consignação para requalificar a rede de abastecimento de água


O Município de Espinho procedeu à assinatura do auto de consignação da empreitada de Renovação da Rede do Sistema de Abastecimento de Água de Espinho – Lote D, uma intervenção estruturante que abrange as zonas compreendidas entre a Rua 20 e a Avenida 24 e entre a Rua 15 e a Rua 62.


A empreitada foi adjudicada pelo valor total de 567.509,48€, com um prazo de execução de 180 dias.

A intervenção prevê a substituição de condutas ainda existentes em fibrocimento, bem como a criação de Zonas de Medição e Controlo (ZMC) e a instalação de Válvulas Redutoras de Pressão (VRP). 

O objetivo é reduzir em cerca de 20% as perdas de água atualmente associadas ao sistema, promovendo uma gestão mais eficiente, sustentável e resiliente do serviço de abastecimento.

A empreitada com uma comparticipação do Fundo de Desenvolvimento Regional de 247.948,11€, insere-se no âmbito da operação de Renovação da Rede do sistema de Abastecimento de Água no Concelho de Espinho contratualizada ao abrigo do aviso NORTE2030-2024-59.

A operação tem como objetivo promover uma gestão mais eficiente e sustentável da água no sistema de abastecimento em baixa do Município, contribuindo para os objetivos estratégicos globais de eficácia, eficiência e sustentabilidade dos serviços, designadamente no âmbito do Plano Estratégico de Abastecimento de Água e Gestão de Águas Residuais e Pluviais 2030 (PENSAARP 2030).

O Presidente da Câmara Municipal de Espinho afirma que "é uma prioridade a requalificação da rede de abastecimento de água. 

Trata-se de uma intervenção estruturante para garantir um serviço de excelência à população.

 Temos de aproveitar ao máximo os fundos comunitários disponíveis para este tipo de investimentos e retomar de forma determinada a modernização das infraestruturas, reforçando a eficiência hídrica e a sustentabilidade do sistema.

 Estamos a falar de reduzir perdas de água, melhorar a fiabilidade da rede e garantir melhor qualidade no serviço prestado aos Espinhenses. 

No futuro próximo temos de repensar todo o sistema de abastecimento e o custo diário que a atual infraestrutura tem para os Espinhenses."

Com esta intervenção, o Município de Espinho reforça o seu compromisso com a modernização das infraestruturas municipais, a eficiência hídrica e a sustentabilidade ambiental, garantindo melhores condições de serviço e maior fiabilidade no abastecimento de água à população.

A operação "Renovação da Rede do Sistema de Abastecimento de Água no Concelho de Espinho” é apoiada pelo Programa NORTE 2030, pelo Portugal 2030 e pela União Europeia, no âmbito dos Fundos Europeus  Mais Próximos de Si.





Voz Cidadão - Manutenção de Edifício Onda Mar em São Félix da Marinha

 

Manutenção de  Edifício Onda Mar em São Félix da Marinha 


Fotografias direitos reservados







quarta-feira, 18 de março de 2026

Horário de almoço no trabalho

 

Local de almoço e instalações



A lei do trabalho também estabelece que o empregador deve garantir condições adequadas para que os trabalhadores possam fazer a sua refeição. 


Isso inclui a disponibilização de um local apropriado para o almoço, como uma cantina, refeitório ou área de descanso com mesas e cadeiras.

Além disso, o empregador deve assegurar a higiene e a limpeza do local de almoço, bem como a existência de instalações sanitárias suficientes para atender às necessidades dos trabalhadores.

De acordo com o Código do Trabalho Português (Lei nº 93/2019 de 04 de setembro), os trabalhadores têm direito a um período mínimo de 1 hora e máximo de 2 horas de intervalo para almoço quando existem 5 ou 6 horas de trabalho contínuo.

Caso o horário de trabalho seja inferior a 6 horas diárias, o período de intervalo para almoço é negociado entre o empregador e o trabalhador, mas deve ter uma duração adequada para garantir que o trabalhador tenha tempo suficiente para se alimentar e descansar.








terça-feira, 17 de março de 2026

Operação "Lúmen" visou empresa Castros Iluminações Festivas em São Félix da Marinha ,Gaia

 

Quatro detidos em esquema criminoso 


A Operação "Lúmen", realizada pela Polícia Judiciária (PJ) em março de 2026, visou um alegado esquema fraudulento no aluguer de iluminações de Natal, resultando em quatro detenções, incluindo figuras ligadas à empresa Bernardino Castro - Serviços Festivos, Lda., sedeada em São Félix da Marinha, Gaia. 


 Foram detidas quatro pessoas, incluindo um administrador e um funcionário da Castros, a presidente de uma associação privada e um funcionário público.

 Estão em causa suspeitas de corrupção ativa e passiva, participação económica em negócio, abuso de poder e associação criminosa.

O Esquema: Segundo a PJ (comunicado citado pelo Observador), o grupo garantia adjudicações através de informação privilegiada a troco de subornos, num valor total de contratos que ascende a oito milhões de euros.

Foram realizadas 26 buscas em várias zonas do país, visando pelo menos 10 autarquias, entre as quais Viseu, Santa Maria da Feira, Figueira da Foz e Lisboa. 

A investigação é coordenada pela Diretoria do Norte da PJ e pelo DIAP Regional do Porto. 

Até ao momento, a empresa visada não prestou declarações oficiais. 





Requalificação da antiga escola n 3 Espinho

 

Autarquia cede Escola nº3 à Academia de Música de Espinho


A antiga Escola Básica de Espinho nº 3, localizada na Avenida 32, foi cedida à Academia de Música de Espinho e à sua Escola Profissional para se transformar num novo pólo educativo da instituição. 


O edifício estava desativado após a mudança dos alunos para a requalificada Escola Sá Couto.

Adaptar o edifício desocupado para acolher alunos da Academia de Música de Espinho, cujas instalações atuais eram insuficientes.

 O projeto prevê a transformação das antigas salas de aula em salas de música, criação de cantina, instalações de apoio à Educação Física, laboratórios e outras valências.

 A escritura pública de constituição do direito de superfície entre o Município de Espinho e a Academia de Música foi assinada a 20 de setembro de 2023, cedendo o imóvel por um período de 25 anos.








domingo, 15 de março de 2026

Inauguração do novo parque no Rio Largo em maio


Parque de lazer deverá estar pronto em maio


A inauguração do novo parque de lazer no Rio Largo, em Espinho, está prevista para maio de 2026. 


O projeto é uma parceria entre a Junta de Freguesia de Espinho e a Escola Superior de Artes e Design (ESAD) de Matosinhos.










Fonte : Defesa de Espinho

sexta-feira, 13 de março de 2026

Detido jovem por comportamento agressivo contra polícias

 

 Detido jovem por comportamento agressivo contra polícias


A PSP deteve um jovem de 20 anos, na sequência de desavenças ocorridas num clube desportivo em Silvalde, no concelho de Espinho, no distrito de Aveiro, informou hoje aquela força policial.


Segundo um comunicado da PSP, o jovem foi detido no sábado, pelas 07:25, por resistência e coação.

A PSP esclarece que o detido adotou um comportamento hostil e agressivo contra os polícias.


Fonte : Lusa/Fim




quinta-feira, 12 de março de 2026

Comentadores crítica obras - Iniciaram o fabrico de 360 tetrápode/ pés galinhas para o esporão a sul de Espinho

 


Iniciaram o fabrico de  360 tetrápode/ pés galinhas para  o esporão a sul de Espinho


A empreitada em causa vai custar cerca de 2,4 milhões de euros e deverá ficar concluída até final do ano, prevendo a instalação de 360 tetrápodes na costa, cada um com 34 toneladas de betão
















Vórtex - Leitura do acórdão adiada para abril devido a complexidade do processo

 

 Leitura do acórdão adiada para abril devido a complexidade do processo


 O Tribunal da Feira adiou para 17 de abril a leitura do acórdão do processo Vórtex, que tem entre os arguidos dois ex-presidentes da Câmara de Espinho, no distrito de Aveiro, devido à complexidade do processo.


Num despacho datado de quarta-feira e consultado hoje pela Lusa, o juiz presidente do coletivo que está a julgar o caso refere que, "em razão da dimensão e complexidade dos autos", não será possível proceder à leitura do acórdão, que estava marcada para 20 de março.

Nesse sentido, o juiz deu sem efeito a realização da audiência no próximo dia 20 de março, fixando a nova data de leitura do acórdão para 17 de abril, às 09:30, no Tribunal de Espinho.

O processo Vórtex começou a ser julgado a 5 de setembro de 2024, no Tribunal de Espinho. Em causa estão atos de corrupção alegadamente praticados por dois ex-presidentes da Câmara de Espinho, Miguel Reis e Pinto Moreira, num processo que tem mais seis arguidos singulares e cinco empresas, relacionado com projetos imobiliários e licenciamentos urbanísticos.

O processo está centrado em "projetos imobiliários e respetivo licenciamento, respeitantes a edifícios multifamiliares e unidades hoteleiras, envolvendo interesses urbanísticos de dezenas de milhões de euros, tramitados em benefício de determinados operadores económicos".

A operação culminou em 10 de janeiro de 2023 com a detenção do então presidente da câmara, Miguel Reis, o chefe da Divisão de Urbanismo e Ambiente daquela autarquia, um arquiteto e dois empresários por suspeitas de corrupção ativa e passiva, prevaricação, abuso de poderes e tráfico de influências.

Em 10 de julho do mesmo ano, o Ministério Público (MP) deduziria acusação contra oito arguidos e cinco empresas, incluindo o então deputado do PSD Pinto Moreira, o qual foi o antecessor de Miguel Reis na autarquia.

Miguel Reis está acusado de quatro crimes de corrupção passiva e cinco de prevaricação, enquanto Pinto

Moreira responde por dois crimes de corrupção passiva, um de tráfico de influência e outro de violação das regras urbanísticas.

Nas alegações finais, o MP pediu a condenação dos dois ex-autarcas a penas entre os cinco e nove anos de prisão.

O empresário Francisco Pessegueiro, para quem o MP pediu uma pena entre os três e os sete anos de prisão, está acusado de oito crimes de corrupção ativa, um de tráfico de influência, cinco de prevaricação e de dois crimes de violação das regras urbanísticas.

Miguel Reis e Francisco Pessegueiro chegaram a estar em prisão preventiva, mas foram, entretanto, libertados.

Fonte :  Lusa/Fim