PSP trava venda de roupa contrafeita na Feira de Espinho
Duas mulheres, de 21 e 49 anos, e um homem, de 37, foram detidos pela PSP, em Espinho, por suspeita de venda de artigos contrafeitos
Os três foram intercetados durante uma operação de fiscalização dirigida aos vendedores ambulantes na Feira Semanal de Espinho, para travar a venda de roupa contrafeita.
A ação foi realizada na segunda-feira pela Esquadra de Intervenção e Fiscalização Policial de Espinho.
Os suspeitos foram encontrados na posse de diversos artigos alegadamente contrafeitos, que ostentavam marcas de renome e estavam a ser comercializados numa banca improvisada.
No total, a PSP apreendeu 920 artigos.
A deficiente qualidade dos logótipos e outras características dos produtos levantaram suspeitas sobre a autenticidade dos artigos.
A PSP contactou os representantes legais das marcas em causa, que procederam à peritagem dos produtos.
Após a análise, os representantes das marcas manifestaram o desejo de exercer o direito de procedimento criminal contra os suspeitos.
Os três acabaram, por isso, por receber voz de detenção por suspeita da prática de um crime contra a propriedade industrial.
Os detidos foram posteriormente libertados e notificados para comparecer, às 10 horas desta terça-feira, no Tribunal Judicial da Comarca de Espinho.
O Comando Distrital de Aveiro garante que vai manter as ações de fiscalização e investigação destinadas a combater a comercialização de produtos contrafeitos e a proteger os direitos de propriedade industrial.
A PSP alerta ainda para os riscos associados à compra de produtos de origem duvidosa, que pode contribuir para a perpetuação deste tipo de crime e expor os consumidores a bens cuja qualidade, composição e condições de fabrico não estão asseguradas.
A polícia recomenda, por isso, especial atenção à origem, apresentação, qualidade e preço dos produtos, sobretudo quando são vendidos fora dos canais habituais de distribuição ou por valores muito abaixo dos praticados no mercado.
"Continuaremos a desenvolver ações de fiscalização com vista a prevenir e combater a comercialização de produtos contrafeitos, salvaguardando os consumidores, os titulares de marcas e a atividade económica legítima".
Fonte : JN

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