sábado, 4 de abril de 2020

Covide é uma freguesia portuguesa


Covide é uma freguesia portuguesa do concelho de Terras de Bouro











Covide é uma freguesia portuguesa do concelho de Terras de Bouro, com 19,87 km² de área e 343 habitantes (2011). A sua densidade populacional é de 17,3 hab/km². Localiza-se nas abas da serra do Gerês.

Esta aldeia é atravessada pela Geira romana, prova disso são 2 marcos miliários localizados dentro do perímetro da localidade.

No início do século XX, está documentado que a gestão da freguesia era realizada através de um sistema de comunalismo. Existia um regedor, escolhido pelos povos da freguesia para fazer executar e cumprir os usos e costumes. O regedor chamava e convidava para a junta (ou sessão democrática) todas as cabeças de casal, fossem homens ou mulheres. Em Covide a junta fazia-se num local chamado a Carreira, um largo ao centro do lugar. Ali se discutia, faziam-se leis e impunham-se penas e multas. Para além disso tratava-se de usos e costumes da freguesia como:


  1. Fazerem-se caminhos públicos e de utilidade;
  2. Concertar e limpar as levadas da água de cima para baixo;
  3. Concertar e preparar os fornos, as cabanas para as vigias dos gados se recolherem durante a noite, guardando os gados nos montes da Lama;
  4. Marcar o dia para entregar o gado à vezeira em Lamas;
  5. Fazer as segadas de todos os moradores;
  6. Apurar algum dinheiro como receita para as despesas da freguesia;
  7. Marcar o dia para fazer carvão                                                                                                              

(Libertação de imprensa) - Detido por não respeitar último dia de quarentena



























sexta-feira, 3 de abril de 2020

Violar quarentena durante pandemia do coronavírus em Ruas de Espinho





Quarentena




Quarentena é a reclusão de indivíduos ou animais sadios pelo período máximo de incubação da doença, contado a partir da data do último contato com um caso clínico ou portador, ou da data em que esse indivíduo sadio abandonou o local em que se encontrava a fonte de infecção ("infeção" em Portugal).

 Alguns autores substituem o termo "reclusão" por vigilância e observação dos comunicantes motivados por questões éticas, e menos afeitas ao poder de "polícia médica" ou biopoder.

Segundo Leser et al. o termo "quarentena" teve origem na prática medieval de manter sem comunicação nos portos em que arribavam, durante quarenta dias, os navios procedentes de determinadas áreas e sobretudo do oriente. Na prática atual, a quarentena corresponde ao período máximo de incubação da doença.

Contudo, observe-se que há considerável variação nos períodos de incubação de agentes patogênicos, as proteínas do prião, (príon) agente causador da doença de Creutzfeldt-Jakob ou Kuru, por exemplo, possuem um período de incubação que chega a 30 anos, (8 - 9 anos nos casos infantis). Na forma da doença de Creutzfeldt-Jakob é de 18 meses em casos de transplante de córnea e pouco mais de 2 anos em casos de contaminação após uso de eletrodos intracerebrais.

Ainda segundo Leser (o.c.) segundo a legislação sanitária internacional apenas quatro doenças são quarentenárias, a saber: varíola, peste, febre amarela e cólera na exigência de observação dos comunicantes de um paciente.

A quarentena difere do isolamento, por este segregar um doente do convívio das outras pessoas durante o período de transmissibilidade, a fim de evitar que outros indivíduos sejam infectados.

O termo também é usado em outros contexto, por extensão, para indicar que determinada pessoa, animal ou objeto deve permanecer isolado de outros de igual natureza por outros problemas que não apenas doenças contagiosas. Em informática usa-se em diversas aceções (acepções Brasil), como mensagens de correio eletrônico suspeitas de serem spam à espera da aprovação do utilizador.


Etimologia e história

A origem da palavra vem da língua vêneta designando o período de quarenta dias em que todos os barcos deveriam ser isolados antes que passageiros e tripulantes pudessem desembarcar durante a epidemia da peste negra nos séculos 14 e 15, sendo inspirado no trentino, período de trinta dias imposto pela primeira vez em 1377 em Ragusa, dominada por Veneza.

Apesar da quarentena ser considerada pelos historiadores modernos como uma das primeiras contribuições fundamentais à prática da saúde pública, [8] Czeresnia, assinala que no momento de sua instituição, em épocas da peste, não tinha sua devida importância reconhecida. Estava integrada à práticas de fumigamento e desinfecção junto as fogueiras purificadoras das encruzilhadas de uma cidade; desinfetar com perfumes e enxofre os indivíduos, casas roupas e outros objetos, etc..

] As noções de contágio, continua ela, estava associadas à uma concepção ontológica do contato com espíritos, demônios, algo que entra no corpo, flechas lançadas pelos deuses etc., (sendo necessário o isolamento e expulsão), e/ou associada à noção de miasmas e perturbação do equilíbrio e harmonia da physis. [9] A propagação da epidemia foi descrita na época da peste, como semelhante a um incêndio, a doença é transferida de um doente ao outro assim como o fogo se espalha.

 Nos casos de lepra, uma doença que esteve fundamentalmente associada à noção de contágio/contato, a doença era associada à impureza espiritual e os doentes era proscritos, expulsos da comunidade, destituídos de direitos civis e considerados socialmente mortos.

Santos e Nascimento, em artigo de revisão reportam entre seus achados que o valor de 40 dias atribuído ao nome da prática – quarentena – tem origem nos primórdios da prática de vacinação antivariólica na China Antiga, segundo suas referências observava-se que as crostas extraídas dos acometidos por varíola permaneciam infectantes por cerca de 40 dias e essa observação difundiu-se como práticas culturais as mais diversas, com objetivo de purificação ou contenção da propagação de doenças.


Ladrão entra pela janela e rouba carteira de mulher em Espinho



Ladrão entra pela janela e rouba carteira de mulher em Espinho

Moradora não se apercebeu da presença do ladrão no interior da casa.

Um assaltante furtou uma carteira, esta sexta-feira à tarde, de uma residência em Espinho. O homem entrou por uma janela do rés do chão da casa localizada no cruzamento da Rua 28 com a 19.

A PSP investiga o caso. A moradora não se apercebeu da presença do ladrão no interior da casa.

O valor, em dinheiro, que foi levado ainda não foi divulgado.



Homem detido em Espinho por se reunir em grupo num banco de jardim

 Homem detido em Espinho por se reunir em grupo num banco de jardim

O comando distrital de Aveiro da PSP revelou hoje que deteve um homem de 54 anos em Espinho por desrespeito do estado de emergência, mesmo quando alertado que a permanência num banco de jardim infringia o recolhimento domiciliário.

Segundo a fonte policial, na quinta-feira, os agentes da PSP abordaram "cinco indivíduos que se encontravam sentados num banco de jardim" e os alertaram de que isso desrespeitava as medidas em vigor impostas pela Declaração do Estado de Emergência Nacional.

"A ordem foi acatada por quatro deles, tendo-se o detido recusado a sair do local", diz a PSP, pelo que "a ocorrência foi comunicada ao Ministério Público".


GAZETA DE ESPINHO 

quinta-feira, 2 de abril de 2020

Solverde avança para lay-off


FONTE 

dinheiro vivo

CDS questiona ministra sobre urgência básica no Hospital Nossa Senhora da Ajuda, em Espinho


CDS questiona ministra sobre urgência básica no Hospital Nossa Senhora da Ajuda, em Espinho



Numa pergunta enviada à Ministra da Saúde, o deputado do CDS João Pinho de Almeida quer saber qual o motivo pelo qual o Governo não deu ainda cumprimento às Resoluções da Assembleia da República n.º 85/2018 e n.º 86/2018 e reabriu o serviço de urgência básica no Hospital Nossa Senhora da Ajuda, em Espinho.

João Pinho de Almeida questiona se é, ou não, verdade que um serviço de urgência básica no Hospital Nossa Senhora da Ajuda, em Espinho, poderia ajudar no rastreio à Covid-19 e em casos de outras patologias, aliviando simultaneamente o serviço de urgência do Hospital Eduardo Santos Silva, em Vila Nova de Gaia, já de si sobrecarregado, e também se a ministra considera viável utilizar as instalações do laboratório de Análises Clínicas do Hospital Nossa Senhora da Ajuda, para rastreio e/ou testes ao Covid-19 para a população de Espinho, tanto mais que muitas destas pessoas não tem transporte para se deslocar ao Europarque, em Santa Maia Feira.

No dia 26 de janeiro de 2018 foram aprovadas a Resolução da Assembleia da República n.º 85/2018 e a Resolução da Assembleia da República n.º 86/2018, publicadas em Diário da República (DR) a 4 de abril do mesmo ano.

A primeira recomenda ao Governo «a reabertura do serviço de urgência básica no Hospital Nossa Senhora da Ajuda, em Espinho, calendarizando as medidas necessárias.», enquanto a segunda recomenda ao Governo «1 - A criação de um serviço de atendimento permanente no Hospital Nossa Senhora da Ajuda, em Espinho, através da consulta aberta não programada, como forma de resposta imediata a doentes menos urgentes, evitando o seu encaminhamento automático para o Hospital Eduardo Santos Silva, em Vila Nova de Gaia. […]».

Dois anos após a publicação destas Resoluções em DR, a situação mantêm-se inalterada, não tendo o Governo cumprido com o aprovado pela Assembleia da República.

A urgência do Hospital Nossa Senhora da Ajuda mantém-se fechada para a população de Espinho, que continua a ter que fazer alguns quilómetros até à urgência do Hospital Eduardo Santos Silva, em Vila Nova de Gaia, já de si sobrecarregada.

O Hospital Nossa Senhora da Ajuda possui também um laboratório de Análises Clínicas que, devidamente adaptado, poderia fazer rastreio e/ou testes ao Covid-19, ao invés de obrigar a população a deslocar-se, nestes casos, ao Europarque, em Santa Maria da Feira.

 Estas são situações que, no entender do Grupo Parlamentar do CDS-PP, agravam as condições de acesso da população de Espinho aos serviços de saúde do SNS.

Ora, tendo em conta a gravidade da pandemia do COVID-19 que o país atravessa, estando em Estado de Emergência e já decretada a fase de mitigação da doença, e tendo em conta, também, a sobrecarga que esta situação pode acarretar para o SNS, o GP/CDS-PP entende ser da maior pertinência que o Governo tome medidas para que todos possam aceder rapidamente a serviços básicos de urgência, até porque, as outras patologias se mantêm para lá desta.

O Grupo Parlamentar do CDS-PP, reconhecendo a urgência e extrema necessidade da imposição de medidas musculadas que minimizem ao máximo a propagação da pandemia provocada pelo Covid-19, compreende e aplaude toda e qualquer medida que seja tomada para minimizar a propagação da doença e o risco de infeção da população, pelo que entende ser necessário obter esclarecimentos da Senhora Ministra da Saúde relativas à falta de um serviço de urgência básico no Hospital Nossa Senhora da Ajuda, em Espinho.


 Assim:

Tendo em conta o disposto no artigo 156.º, alínea d) da Constituição, e as normas regimentais aplicáveis, nomeadamente o artigo 229.º do Regimento da Assembleia da República, cujo n.º 3 fixa em 30 dias o limite do prazo para resposta;

O Deputado do CDS-PP, abaixo-assinado, vem por este meio requerer à Senhora Ministra da Saúde, por intermédio de Vossa Excelência, nos termos e fundamentos que antecedem, respostas às seguintes perguntas:

1- Qual o motivo pelo qual o Governo não deu ainda cumprimento às Resoluções da Assembleia da República n.º 85/2018 e n.º 86/2018?

2- Quando pensa o Governo reabrir o serviço de urgência básica no Hospital Nossa Senhora da Ajuda, em Espinho?

3- É, ou não, verdade que um serviço de urgência básica no Hospital Nossa Senhora da Ajuda, em Espinho, poderia ajudar no rastreio à Covid-19 e em casos de outras patologias, aliviando simultaneamente o serviço de urgência do Hospital Eduardo Santos Silva, em Vila Nova de Gaia, já de si sobrecarregado?

4- Considera V. Exa. viável utilizar as instalações do laboratório de Análises Clínicas do Hospital Nossa Senhora da Ajuda, para rastreio e/ou testes ao Covid-19 para a população de Espinho, tanto mais que muitas destas pessoas não tem transporte para se deslocar ao Europarque, em Santa Maia Feira?







quarta-feira, 1 de abril de 2020

Covid-19 já matou 1 pessoa e infetou de 29 em Espinho





Espinho regista primeira morte por coronavírus no concelho

ainda 29 casos confirmados de infeção de Covid-19.

O concelho de Espinho registou, esta quarta-feira à tarde, o primeiro óbito por Covid-19.

Há ainda registados 29 casos confirmados de infeção por coronavírus, quatro dos quais em internamento.

FONTE CM

Paulo Jorge Duarte

Jornal Maré Viva Espinho pagina 2 de 01 Abril de 2020

Deputados do CDS questiona ministra sobre atrasos nos postos de rastreio


Covid-19: Deputados do CDS questiona ministra sobre atrasos nos postos de rastreio

Numa pergunta dirigida à Ministra da Saúde os deputados do CDS-PP questionam a tutela sobre o atraso na abertura dos postos de rastreio municipais.

Em oito questões, os deputados querem saber qual o motivo pelo qual não estão, ainda, a ser utilizados os postos montados pelas autarquias para rastreio e testes ao Covid-19, se faltam meios técnicos, quais são, se faltam meios de proteção individual, quais são e em que quantidade, se faltam recursos humanos, quantos são e em que áreas, quais os distritos onde estas falhas são maiores e mais difíceis de colmatar, e não sendo estas as causas para o atraso no início do funcionamento destes postos a nível local/municipal, qual é.

Questionam depois para quando prevê a ministra estarem resolvidas estas falhas, caso existam, e iniciar-se a realização de testes e rastreio a mais portugueses, e, finalmente, querem saber se há, ou não, capacidade para o fazer, como o Governo e as autoridades de Saúde têm defendido nos últimos dias.

Nas últimas semanas foram várias as notícias que deram conta, ao longo de todo o país, sobre a montagem de postos para rastreio do Covid-19 (Coronavírus) a nível municipal, montagem essa feita pelas autarquias em colaboração e/ou a pedido das respetivas Administrações Regionais de Saúde (ARS).

No entanto, apesar de a grande maioria deles estar já pronta a funcionar, vai-se sabendo que há atrasos, alguns deles significativos, na abertura desses mesmos postos em vários municípios de norte a sul de Portugal. Inclusive em municípios onde o número de casos de doentes infetados é já significativo.

Tendo as autarquias respondido prontamente ao apelo das autoridades de saúde, e estando obviamente todas elas, algumas com esforço, a colaborar em tudo o que lhes é pedido a bem da defesa das suas populações, não se compreende agora que seja a administração central a falhar na finalização de todo este processo.

Tanto mais que nos últimos dias tem sido repetido por todos – especialistas e governantes – a imperiosa necessidade de alargar o número de testes ao maior número possível de portugueses.

Assim sendo, e porque aparentemente é o Estado que não está a conseguir dar resposta ao seu próprio apelo, entende o CDS-PP que é fundamental obter esclarecimentos por parte da Ministra da Saúde.