segunda-feira, 5 de abril de 2021

Reabertura total da Feira Semanal , 5 de Abril de 2021

 


 Feira de Espinho com muitos lugares vazios mas de volta à oferta completa






















Reabertura total da Feira Semanal



Realizou  da Feira Semanal na componente alimentar e não alimentar, a  dia 5 de Abril de 2021


No seguimento da estratégia de levantamento de medidas de confinamento no âmbito do combate à pandemia da doença COVID-19 anunciada pelo governo,  o Presidente da Câmara Municipal, autoriza a realização  da Feira Semanal, a Feira da Revenda e a Feira dos Peludos  o dia 5, segunda-feira, nas seguintes condições:


a. Aplicar o Plano de Contingência aprovado anteriormente pela Autoridade de Saúde para a reabertura total da Feira Semanal;


b. Reforçar a informação e sensibilização junto dos representantes dos feirantes para o cumprimento das medidas de prevenção e para a importância de sensibilizarem os próprios clientes;


c. Reforçar a sinalização das regras básicas de prevenção da transmissão da COVID-19 em toda a área da Feira;


d. Reforçar a fiscalização do uso obrigatório de máscara, disponibilidade de álcool gel por todos os feirantes, distanciamento físico e etiqueta respiratória;


e. Reavaliar semanalmente as condições de segurança para a continuidade da presente autorização.


Link Relacionado:  Decreto 6/2021, de 3 de abril






 

Feira de Espinho com muitos lugares vazios mas de volta à oferta completa



A feira semanal de Espinho reabriu hoje com a sua oferta total e, apesar de exibir muitos lugares de banca vazios, sobretudo nas secções de vestuário e calçado, apresentou-se com muitos clientes e um ambiente de ânimo geral.


Naquele que é dos maiores mercados ao ar livre no distrito de Aveiro e no Norte do país, Hélder Silva e Maria Rocha circulavam devagar, de mão dada, ao ritmo de uma segunda-feira considerada feriado, já que na região é habitual a folga da Sexta-feira Santa ser trocada pela segunda-feira após a Páscoa.

Ele apreciou o ambiente "sossegadinho" do mercado e partilhava da satisfação dos comerciantes ao defender que "toda a gente precisa de trabalhar", e ela ia escolhendo para os filhos alguns ‘boxers’ e pijamas, depois de quase três meses à espera de poder adquirir esses artigos ao vivo, por não apreciar compras do género através da Internet.

"Fui remediando e evitava sair ao máximo, porque tinha que me proteger a mim e aos meus. 

Agora que os meus filhos vão para a escola é que precisam de um bocadinho mais de conforto, com roupas ao tamanho deles", explica Maria Rocha.

Uma das comerciantes que sabe como os pais com crianças em rápido crescimento estavam particularmente desesperados por roupas maiores é Adriana 

Dias, que já não montava banca em Espinho desde o início do ano e, desde então, só se conseguiu sustentar "com as poupanças".

Esta manhã não estava particularmente entusiasmada com a afluência "porque as pessoas já gastaram o dinheiro na Páscoa e depois não sobrou tanto" para compras na feira semanal, mas realçava um aspeto positivo: 

"Notei que as pessoas realmente têm saudades nossas e isso é muito bom".

Paula Cavado foi uma das clientes que reconheceu que o mercado de Espinho lhe fez falta pelo tipo de serviço que vem justificando a sua fidelidade. 

Logo depois de comprar umas sapatilhas para a filha mais nova, justificou porque é que não o fizera no comércio ‘online’:

 "O número que ela calça engana muito, nunca é certo e depende do modelo do calçado. Prefiro ir a uma pessoa a quem costumo comprar e depois ter a possibilidade de trocar facilmente".

Os riscos de contágio em tempo de pandemia não a preocupam demasiado. 

"[Aqui] Não está muito movimento, há muitos lugares vazios porque muitos comerciantes ainda não vieram hoje, podemos dar sempre o espaço de segurança e o pessoal anda praticamente todo de máscara, portanto acho que é seguro".

Carla Nunes, que vende tapetes e outros têxteis para o lar, concorda com a perspetiva sanitária, mas, apesar de ter despachado algumas encomendas a clientes fixos durante a paragem comercial dos últimos meses, mostrou-se desanimada quanto à recuperação do negócio.

"Isto está parado, como a gente já estava a calcular", declarou, atribuindo a situação a diversos fatores:

 "As pessoas têm certos receios [relativos à covid-19]; havia a indicação de que a feira não era para ser efetuada hoje e depois isso mudou, mas muita gente não teve conhecimento; com a proibição entre concelhos as pessoas têm medo de arriscar porque as multas são caras", etc.

Na banca em frente, uma colega que a ouve tenta animá-la e incutir-lhe um discurso mais otimista, mas Carla ainda está magoada por as feiras serem sempre "as primeiras" áreas de atividade que o Estado encerra quando há confinamento e, além disso, também lamenta a situação de comerciantes conhecidos que, sem os mercados, "tiveram que cessar atividade e procurar outros trabalhos" para sobreviver.

O argumento da vendedora é que as restrições impostas por Governo e autarquias não acautelaram a especificidade dos negócios ao ar livre.

 "Podiam ter agido de maneira diferente, alternando certos setores" em sucessivos dias de mercado, como aconteceu em algumas feiras que, por terem adotado um sistema intercalado, "nunca chegaram a parar".

Procurando levar o dia com mais humor, Hugo Queirós escolheu para a sua jornada de trabalho uma máscara de proteção que replica o rosto de um macaco e depois, entre camisolas de futebol, porta-moedas em cortiça, bijuteria e lembranças de Portugal, falou a sério.

"A vacina está a andar, uma percentagem da população já está vacinada e tenho fé que isto vá melhorar. O Governo que faça o que tem que ser feito. Compreendo porque estivemos em confinamento, acho que foi justificado? Se for preciso fazê-lo outra vez, que o façam. Não sou do contra - sou pela vida", proclamou.

A data para a reabertura das feiras e os mercados de venda de produtos não-alimentares, cuja realização se encontrava suspensa desde 15 de janeiro devido à pandemia de covid-19, foi anunciada a 11 de março e reafirmada na quinta-feira, pelo Governo, mas a medida fica sujeita a autorização municipal, à semelhança do que já aconteceu no primeiro confinamento, em 2020.

De acordo com a agência noticiosa francesa AFP, a pandemia de covid-19 já provocou quase 2,854 milhões de mortes em todo o mundo, na sequência de mais de 131 milhões de casos de infeção desde a descoberta do vírus SARS-CoV-2 em dezembro de 2019.

Em Portugal, o boletim mais recente da Direção-Geral da Saúde indica que a doença já causou 16.879 óbitos entre 823.335 infeções confirmadas.


FONTE : Lusa/Fim



domingo, 4 de abril de 2021

Benfica bicampeão nacional de voleibol .... 1. Sporting de Espinho 18 títulos / 10 º Académica de Espinho 1 títulos

 


Voleibol: Campeonato Nacional - Historial


2020/21 - Benfica

2019/20 - a)

2018/19 - Benfica

2017/18 - Sporting

2016/17 - Benfica

2015/16 - Fonte do Bastardo

2014/15 - Benfica

2013/14 - Benfica

2012/13 – Benfica

2011/12 - Sporting de Espinho

2010/11 – Fonte do Bastardo

2009/10 - Sporting de Espinho

2008/09 - Sporting de Espinho

2007/08 - Vitória de Guimarães

2006/07 - Sporting de Espinho

2005/06 - Sporting de Espinho

2004/05 - Benfica

2003/04 - Castelo da Maia

2002/03 - Castelo da Maia

2001/02 - Castelo da Maia

2000/01 - Castelo da Maia

1999/00 - Sporting de Espinho

1998/99 - Sporting de Espinho

1997/98 - Sporting de Espinho

1996/97 - Sporting de Espinho

1995/96 - Sporting de Espinho

1994/95 - Sporting de Espinho

1993/94 - Sporting

1992/93 - Sporting

1991/92 - Sporting

1990/91 - Benfica

1989/90 - Académica de Espinho

1988/89 - Leixões

1987/88 - FC Porto

1986/87 - Sporting de Espinho

1985/86 - FC Porto

1984/85 - Sporting de Espinho

1983/84 - Esmoriz

1982/83 - Esmoriz

1981/82 - Leixões

1980/81 - Benfica

1979/80 - Leixões

1978/79 - Leixões

1977/78 - FC Porto

1976/77 - FC Porto

1975/76 - Leixões

1974/75 - FC Porto

1973/74 - Leixões

1972/73 - FC Porto

1971/72 - Leixões

1970/71 - FC Porto

1969/70 - FC Porto

1968/69 - FC Porto

1967/68 - Técnico

1966/67 - Técnico

1965/66 - Técnico

1964/65 - Sporting de Espinho

1963/64 - Leixões

1962/63 - Sporting de Espinho

1961/62 - Lisboa Ginásio

1960/61 - Sporting de Espinho

1959/60 - Técnico

1958/59 - Sporting de Espinho

1957/58 - Técnico

1956/57 - Sporting de Espinho

1955/56 - Sporting

1954/55 - Técnico

1953/54 - Sporting

1952/53 - Técnico

1951/52 - Técnico

1950/51 - Técnico

1949/50 - Técnico

1948/49 - Técnico

1947/48 - Técnico

1946/47 - Técnico

a) O campeonato não foi concluído devido à pandemia de covid-19.

- Ranking de vencedores:

1. Sporting de Espinho 18 títulos

2. Técnico 13

3. FC Porto

. Benfica 9

5. Leixões 8

6. Sporting 6

7. Castelo da Maia 4

8. Esmoriz 2

. Fonte do Bastardo 2

10. Lisboa Ginásio 1

. Académica de Espinho 1

. Vitória de Guimarães




FONTE Lusa/Fim





















sábado, 3 de abril de 2021

ReCaFe - Colocaram os cartazes não cortar as árvores na Rua 20 Norte



Colocaram os cartazes não cortar as árvores na Rua 20 Norte 












ReCaFe - Projecto do ReCaFe 2009


 Projecto do ReCaFe 2009



Fotos Direitos Reservados













AVISO  Direito de Autor


Após este reconhecimento, outro passo importante tem de ser dado pelo autor: a colocação de uma marca de água. 

Os exemplares de obra fotográfica devem mencionar o nome do fotógrafo (E o nome do autor da obra fotografada, em fotografia de obras de artes plásticas. Cfr. art. 167.º.). Só pode ser reprimida como abusiva a reprodução irregular das fotografias em que figurem as indicações referidas. 

Na falta destas indicações o autor não pode exigir as retribuições previstas no Código, salvo se provar má-fé de quem fez a reprodução.


Compreende-se que muitos autores não gostem de sacrificar o seu trabalho com uma marca de água, considerando “um crime” a adulteração da imagem com tal opção. 

Naturalmente que é uma opção de cada um, mas devem ficar cientes de que a proceder desse modo


Arquivo Gazeta de Espinho

sexta-feira, 2 de abril de 2021

Maior fila para tomar vacina Covid-19 no Centro de Saúde Espinho de 2 Abril 2021

 


Maior fila para tomar vacina Covid-19 no Centro de Saúde Espinho de 2 Abril 2021 





















Idade passa a ser critério na segunda fase de vacinação



A Direção-Geral da Saúde (DGS) diz que plano de vacinação será "dinâmico e adaptável", mas que terá em atenção o critério de idade.


A DGS ouviu os reparos do coordenador da ‘task force’ ao atual plano -

- "Organização muito complexa e cheia de regras", o que "dificulta toda a logística e a eficiência do processo"

 – E determinou que a idade será o critério principal da segunda fase da vacinação.

O intuito é passar a vacinar por idade, sendo o critério da faixa etária decrescente — 

 - Os mais velhos primeiro -

 —, Mas incluindo ao mesmo tempo as pessoas com doenças associadas a risco acrescido de covid, em que não há limite de idade. 

"Vamos começar com a faixa etária que estiver por preencher, presumo que será na faixa dos 70, depois 60, depois 50, depois 40, até acabarmos", explicou ainda Gouveia e Melo. Primeiro teste desta nova metodologia deve avançar na terceira semana de abril. 

"Não faz sentido ficar a maior parte da população à espera de que se vacinem estes grupinhos todos e a acumular vacinas que podiam estar a dar proteção a pessoas", defendeu.






quinta-feira, 1 de abril de 2021

Realização da Feira Semanal - 5 de Abril 2021

 


Realização da Feira Semanal - 5 de Abril 


A Câmara Municipal de Espinho informa que a 5 de Abril, a feira semanal funcionará apenas com a componente alimentar, cumprindo-se assim o estabelecido no Decreto 5/2021, de 28 de Março, que regulamenta o estado de emergência decretado pelo Presidente da República.


Este novo decreto, veio prolongar até às 23h59 do dia 5 de abril, o plano de desconfinamento previamente definido. 

Dado a Feira Semanal ocorrer antes desse limite temporal, é imperativo que a mesma funcione sem a comercialização de bens não alimentares.

É intenção da autarquia, reabrir a Feira Semanal na sua totalidade, após existir o enquadramento legal emanado pelo Governo.


Link Relacionado:   Decreto 5/2021, de 28 de Março











ReCaFe - Na Rua 20 norte debate das árvores e substituir as velhas



Na Rua 20 norte debate das árvores e substituir as velhas




As obras entrada norte vão plantar mais cem árvores novas