sábado, 16 de abril de 2022

Voleibol - A passagem à final da Taça Federação AA Espinho 3-0 C. Maia

 

 Vitória e passagem à eliminatória seguinte


Grande exibição dos Mochos e vitória clara sobre o C. Maia fechando assim a eliminatória com 2-1 ! 

















Passa um rio subterrâneo na estação da Granja , Gaia

 


IP explica que a passagem inferior na Granja, Gaia, que os moradores reivindicam seria um risco



A construção de uma passagem inferior pedonal para substituir a superior recentemente colocada na estação da Granja, Vila Nova de Gaia, como é ambição dos moradores, constitui “maior risco à segurança dos utentes”, explicou a Infraestruturas de Portugal (IP).



Numa resposta enviada à agência Lusa, a IP explica que “a criação de uma passagem inferior pedonal não asseguraria condições de visibilidade do exterior para o interior da passagem, o que constitui um maior risco a segurança dos utentes, e, em caso de falha de fornecimento de energia ao sistema de bombagem, ficaria impedido o acesso dos passageiros à plataforma central e a evacuação dos mesmos em casos de emergência e socorro”.

Esta resposta surge na sequência de críticas de moradores da Granja, Miramar e Aguda que se manifestam contra as obras projetadas pela IP para a linha férrea que atravessa estas localidades do concelho de Vila Nova de Gaia, no distrito do Porto, classificando algumas das estruturas de “mamarracho”, “escarro arquitetónico” ou “muros de Berlim”.

Esta obra já motivou uma queixa ao Ministério Público, bem como ao Provedor da Justiça Europeu, com o argumento de mau uso de fundos comunitários, apresentada pelos moradores.

Somam-se petições públicas e pedidos de esclarecimento, bem como a promessa de ações de protesto no terreno.

Na resposta à Lusa, a IP admite, sobre a passagem superior instalada na estação da Granja, que se comprometeu, após a reclamação apresentada no ano passado por um grupo de cidadãos, a analisar a viabilidade de uma solução de desnivelamento inferior à linha férrea, no entanto concluiu que essa não é possível.

De acordo com a IP, a passagem superior oferece “melhores condições de salubridade e segurança”.

“Por outro lado, a construção de uma passagem inferior neste local, devido aos elevados níveis freáticos que se ali registam e em caso de falha de fornecimento de energia ao sistema de bombagem, com a consequente inundação da obra de arte, seria colocada em causa a acessibilidade dos passageiros à plataforma central”, acrescenta.

Em causa está o projeto que tem vindo a ser implementado ao longo do troço ferroviário da Linha do Norte entre Espinho (distrito de Aveiro) e Vila Nova de Gaia (distrito do Porto), o qual inclui a colocação de separações acústicas, reformulação de apeadeiros e construção de passagens pedonais superiores para substituir as atuais.

Nas tomadas de posição públicas, os moradores têm acrescentado às preocupações com a mobilidade e com a descaracterização paisagística e cultural destas zonas balneares e piscatórias de Gaia, argumentos sobre a valorização das casas, acrescentando que o projeto colide com as boas práticas de sustentabilidade.

Na petição “Contra o projeto para a passagem superior da Estação da Granja”, que contava com mais de 1.600 subscritores cerca das 10:00 de hoje, é referido que o projeto da IP “coloca em causa o património cultural, paisagístico e arquitetónico da emblemática estação e da envolvente urbana” e “contraria as políticas de mobilidade suave (pedonal e de bicicleta), através da introdução de um verdadeiro obstáculo a todos os residentes e utilizadores da praia da Granja e da estação da Granja”.

A somar às críticas sobre a passagem superior colocada na Granja, os moradores desta localidade, bem como de Miramar e Aguda, têm vindo a criticar as barreiras antirruído que estão a ser colocadas junto à linha, apontando que com muros de 3,5 metros de altura em alguns locais as populações ficam “entaipadas”.

Lusa/Fim











sexta-feira, 15 de abril de 2022

Miramar, Aguda e Granja, em Gaia, contra “muros de Berlim” projetados pela IP

 


Miramar, Aguda e Granja, em Gaia, contra “muros de Berlim” projetados pela IP


Moradores de Miramar, Aguda e Granja, no concelho de Vila Nova de Gaia, estão a preparar ações conjuntas em protesto contra os “muros de Berlim” que a Infraestruturas de Portugal (IP) está a construir junto à linha férrea.


Em causa está o projeto que a IP tem vindo a implementar ao longo do troço ferroviário da Linha do Norte entre Espinho (distrito de Aveiro) e Vila Nova de Gaia (distrito do Porto), o qual inclui a colocação de separações acústicas, reformulação de apeadeiros e construção de passagens pedonais superiores para substituir as atuais.

“São autênticos muros de Berlim e a passagem superior é um escarro arquitetónico”, disse, à agência Lusa, Ivo Pinhal, morador na Aguda, local de onde já saíram dezenas de cartas dirigidas às autoridades autárquicas locais a pedir a paragem e reversão da obra.

Além destas cartas, a população da Aguda, que tem vindo a reunir-se com movimentos já criados em Miramar e na Granja, está a divulgar nas redes sociais uma petição pública dirigida à IP e à Câmara de Vila Nova de Gaia.

Com o nome “Contra o projeto para a passagem superior da Estação da Granja”, a petição contava com mais de 1.600 subscritores cerca das 19:00 de quinta-feira.

No texto é referido que o projeto da IP “coloca em causa o património cultural, paisagístico e arquitetónico da emblemática estação e da envolvente urbana” e “contraria as políticas de mobilidade suave (pedonal e de bicicleta), através da introdução de um verdadeiro obstáculo a todos os residentes e utilizadores da praia da Granja e da estação da Granja”.

É, aliás, esta a opinião de Vasco Sousa, porta-voz do “Praia da Granja, Cidadãos”, grupo autor da petição e que já anunciou que já apresentou uma queixa no Ministério Público, bem como ao Provedor da Justiça Europeu, com o argumento de mau uso de fundos comunitários.

“Perante a ausência de consulta pública, que é obrigatória por lei, e visto que a obra atenta contra a mobilidade seja de modos suaves, seja a de pessoas com mobilidade reduzida, não podemos estar parados. 

Os residentes já se manifestaram contra, mas a obra continua, uma obra que desvaloriza a zona, uma zona classificada”, disse Vasco Sousa à Lusa.

E ao coro de protestos dos moradores da Granja e da Aguda, junta-se Miramar com o do grupo “Amigos de Miramar” – que no passado também lançou uma petição com o nome “Não Destruam Miramar: Não ao Túnel” que já ultrapassou os 2.400 subscritores – a confessar-se “aflito” por ver surgir em apeadeiros próximos “muros de Berlim” que temem que cheguem ao seu território.

“Dizem que são barreiras antirruído, mas não compreendemos, ninguém se queixou do ruído. Sabemos que existem outras soluções, soluções menos invasivas e até mais económicas. 

A obra que estamos a ver erguer-se é de uma violência visual muito grande”, disse Alexandra Camacho, de Miramar.

À Lusa, a moradora descreveu que “por exemplo junto às catenárias, as barreiras antirruído, podem atingir uma altura de 3,5 metros”, algo que faz com que as populações fiquem “entaipadas”, como é igualmente descrito por Ivo Pinhal.

“Estão a separar a Aguda de cima da Aguda de baixo. Nada daquilo se enquadra com a arquitetura pitoresca da zona. 

Não está a ser preservada a identidade da zona. 

Não compreendemos como é que, se a Câmara coloca limitações à altura das casas, a IP possa fazer ali o que quer, com a altura que quer”, referiu.

Às preocupações com a mobilidade e com a descaracterização paisagística e cultural destas zonas balneares e piscatórias de Gaia, os moradores juntam argumentos como a valorização das casas e dizem que o projeto colide com as boas práticas de sustentabilidade, classificando a passagem pedonal superior de “mamarracho”.

Vasco Sousa lamenta que “uma empresa da envergadura da IP mostre intransigência” e apela ao presidente da Câmara de Gaia, o qual “terá já dito publicamente na campanha eleitoral e em sessões de presidência aberta que vai lutar por passagens inferiores”, revertendo o processo, algo que Ivo Pinhal acredita que “ainda é possível”.

“Se montaram [a passagem pedonal superior de um dia para o outro, então também a podem tirar. 

Tudo é reversível”, concluiu o morador da aguda.

A agência Lusa contactou a IP para solicitar esclarecimentos sobre este projeto e aguarda resposta.

Já a Câmara de Gaia recordou que este processo inclui uma ação judicial interposta através do Ministério Público, algo que “o Município respeita”, mas “impede a continuação do debate público”.

“A ação é contra a IP, mas estando o Município em questão, importa respeitar os tribunais e deixá-los fazer a devida avaliação. 

O assunto está neste momento na alçada dos tribunais, importando que se respeite os tempos e as tramitações judiciais”, respondeu a autarquia.


FONTE : Lusa/Fim





quinta-feira, 14 de abril de 2022

Ponto de situação - Túnel Bairro Piscatório Silvalde

 

  Túnel Bairro Piscatório Silvalde
























Torneio Futsal Forças Vivas de 23 Abril de 2022

 


CCD promove torneio de futsal no próximo dia 23 de Abril (sábado) a partir das 14h00 no Pavilhão Napoleão Guerra - Cassufas.


Equipas partcipantes:

- CCD Espinho

- Bombeiros do Concelho de Espinho

- PSP

- Regimento de Engenharia N.°3 de Espinho


Contamos com o seu apoio !




terça-feira, 12 de abril de 2022

Estacionamento abusivo no ReCaFe

 


Consequências do estacionamento abusivo


As consequências, para o proprietário da viatura que se encontra em estacionamento são, para além da coima, a possibilidade de ver o seu veículo rebocado, com todos os custos inerentes a esse fator.


Tipos de multa de estacionamento e respetivas sanções


https://faltaacessibilidades.blogspot.com/2022/04/tipos-de-multa-de-estacionamento-e.html









segunda-feira, 11 de abril de 2022

Fiscalização a estabelecimentos em Espinho

 

Fiscalização a estabelecimentos – Polícia Sempre Presente 


No dia 8 de abril, esta Polícia realizou uma operação de fiscalização a estabelecimentos nas cidades de Santa Maria da Feira e Espinho, tendo sido detetadas 21 infrações, designadamente:

• 5 por falta de afixação da indicação de permanência de animais;

• 3 por falta de licença Passmúsica;

• 5 por falta de licença SPA;

• 1 por possuir extintores com os prazos de manutenção ultrapassados;

• 1 por possuir extintores sem suporte próprio;

• 1 por falta de afixação de dístico de proibição de fumar; 

• 3 por fumar no interior de estabelecimento;

• 2 por falta de afixação de dístico a informar da existência de sistema de videovigilância.

Foram ainda fiscalizados 6 vigilantes e recolhidas 4 folhas do livro de reclamações, as quais deveriam ter sido remetidas à entidade competente.








Programa da Festa de Nª Srª d’Ajuda – Espinho 2026

  Festas de Nª Srª D’Ajuda Nossa Senhora d'Ajuda em Espinho realizam-se de 7 a 21 de setembro de 2026. Marta Ren com Orquestra Jazz Espi...

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