quinta-feira, 29 de janeiro de 2026

O truque do papel de alumínio está a desligar os alarmes das lojas !

 



Três detidos após usarem folha de alumínio para furtar estabelecimentos em Espinho


A PSP de Espinho deteve, ao final da tarde de quarta-feira, três indivíduos suspeitos da prática de vários furtos em estabelecimentos comerciais da cidade.


Os suspeitos, de nacionalidade argelina, terão entrado numa perfumaria, onde furtaram vários perfumes, escondendo os artigos no interior de um saco isolado com folha de alumínio, método utilizado para evitar a deteção pelos sistemas de segurança.

Mais tarde, os mesmos indivíduos dirigiram-se a uma ótica, onde se apropriaram de vários óculos, recorrendo ao mesmo método.

A ação acabou por ser detetada por uma funcionária da ótica, que alertou de imediato a PSP. 

Os suspeitos foram intercetados e detidos numa rua da cidade.

Os três homens foram presentes a tribunal para aplicação das respetivas medidas de coação.


Fonte :  JN











quarta-feira, 28 de janeiro de 2026

Assembleia de condóminos


Obrigatória, realizada na primeira quinzena de janeiro, para aprovar contas e orçamento.


Reúne todos os proprietários para decidir sobre assuntos de interesse comum do condomínio (partes comuns como escadas, elevadores, jardins).


A assembleia de condóminos é o órgão máximo de gestão de um prédio em regime de propriedade horizontal, onde todos os proprietários (condóminos) se reúnem para tomar decisões sobre as partes comuns, como aprovar contas, orçamentos e obras, sendo obrigatória pelo menos uma vez por ano. 

Deve ser convocada pelo administrador (ou por condóminos com 25% do valor do prédio), com antecedência mínima de 10 dias, indicando data, hora, local e a ordem de trabalhos, e as deliberações são válidas por maioria, exceto casos que exijam unanimidade. 













Demolição de casa devoluta em risco de ruína

 


Imóvel em ruínas é perigo 


A demolição de uma casa devoluta em risco de ruína em Portugal é um processo que envolve obrigações legais rigorosas para garantir a segurança pública.


A câmara municipal pode ordenar a demolição, total ou parcial, se o imóvel ameaçar ruína. Caso o proprietário não actue, a câmara pode tomar posse administrativa e realizar a demolição coercivamente.

É necessário apresentar um projeto de demolição (ou comunicação prévia) na câmara, incluindo planos de segurança e gestão de resíduos.

 A demolição de fachadas, especialmente com materiais de valor (azulejos), deve ser salvaguardada. Se houver risco iminente, podem ser necessárias medidas de contenção.

 O custo médio de demolição anda por volta dos 1800€, mas varia entre 1000€ e 6000€, influenciado pelo tamanho e localização.

Uma casa é considerada devoluta se estiver desocupada por mais de um ano, podendo incorrer em IMI agravado até ao triplo. 






Manuel Violas promete “investimentos significativos” no casino após vencer concessão de Espinho


Solverde Casinos & Hotéis distribuiu 1,2 mil milhões de euros em prémios

  


Em 2025, o Grupo detentor do Casino Espinho, Casino Vilamoura, Casino Monte Gordo, Hotel Algarve Casino e Hotel Casino Chaves distribuiu 1.177.122.016€ em prémios;


O Casino de Espinho liderou o grupo na entrega de prémios aos jogadores, num total de 562 milhões de euros;

Em 2025, o maior prémio atribuído foi nos casinos do Algarve: 86 mil euros numa única jogada.

Ultrapassado um ano que diz ter sido de “estabilidade e consolidação” para os casinos do Solverde, a contrastar com a incerteza dos concursos envolvendo os seus principais ativos e o envolvimento do seu nome no caso Spinumviva que agitou a política portuguesa, o grupo nortenho promete avançar com “investimentos significativos” na sua principal área de negócio.

Este ano arrancou com a confirmação da vitória nas concessões de Espinho e também da zona de jogo do Algarve, que abrange os casinos da Praia da Rocha (Portimão), Vilamoura e Monte Gordo. 

O conglomerado liderado por Manuel Violas pôs todas as fichas nestes espaços que já operava – explora ainda a concessão de Chaves – e ficou sem concorrência em ambos os concursos públicos.

A Solverde Casinos & Hotéis, a principal marca a atuar nas áreas da hospitalidade, entretenimento e jogo em Portugal, anuncia que, em 2025, distribuiu cerca de 1,2 mil milhões de euros (1.177.122.016€) em prémios aos vencedores dos cinco casinos do grupo: Casino Espinho, Casino Vilamoura, Casino Monte Gordo, Hotel Algarve Casino e Hotel Casino Chaves.

Ao longo do ano, o Casino Espinho foi o que entregou mais prémios aos jogadores: 562 milhões de euros (561.821.359€). 

De seguida, os três casinos no Algarve, que totalizaram em prémios 470 milhões de euros (469.619.681€). Por fim, o Hotel Casino Chaves,que registou 146 milhões de euros (145.680.976€) em prémios distribuídos.

Os prémios de maior volume, como tem sido habitual, ocorreram nas slot machines. 

Em 2025, o maior prémio atribuído foi nos casinos do Algarve: 86 mil euros (86.080€). O grande vencedor alcançou o recorde anual na slot machine ‘Cash Express’, através do característico sistema de rolo e sequências em linha.

O maior prémio em Espinho e Chaves foi na slot machine ‘Jin Ji Bao Xi’, reconhecida pela temática chinesa, com símbolos orientais alusivos à sorte. 

No Casino Espinho, uma jogada resultou em 54 mil euros (54 288,81€), enquanto no Casino Chaves, uma slot machine distribuiu 50 mil euros (50 403,19€).

“Os prémios distribuídos ao longo de 2025 confirmam que este foi um ano de estabilidade e consolidação para os casinos do Grupo Solverde. 

Foi um ano importante e marcante em que concorremos e, neste início de 2026, vencemos as concessões de Espinho e do Algarve.

 Agora, preparamo-nos para um período marcado por investimentos significativos no setor dos casinos, reforçando a Solverde Casinos & Hotéis como a empresa líder do setor”, afirmou Manuel Silva Carvalho, Administrador do Grupo Solverde.  






terça-feira, 27 de janeiro de 2026

Detido suspeito de tráfico de droga junto a escola ..... violação e abuso sexual de crianças

 
Detido suspeito de tráfico de droga junto a escola


A PSP deteve na segunda-feira um homem de 20 anos suspeito da venda de produto estupefaciente junto aum estabelecimento escolar, em Espinho, no distrito de Aveiro, informou hoje aquela força policial.


Em comunicado, a PSP esclareceu que o suspeito foi detido após perseguição policial apeada.

Segundo a Polícia, no momento da interceção, o detido tinha na sua posse cerca de 19 doses individuais de produto estupefaciente (haxixe), as quais foram apreendidas.



 PSP detém homem condenado por violação e abuso sexual de crianças


Um homem de 52 anos foi detido em Vila do Conde para cumprir sete anos de prisão por crimes de violação agravada e abuso sexual de crianças, anunciou fonte policial.

A detenção ocorreu na sexta-feira de manhã, em cumprimento de um mandado de detenção para execução de pena efetiva.

O arguido tinha sido condenado pela prática de um crime de violação agravada e por um crime de abusosexual de crianças.

Segundo a PSP, após a detenção, o homem foi conduzido ao Estabelecimento Prisional do Porto onde iniciou o cumprimento da pena de sete anos.


Fonte : Lusa/Fim




quarta-feira, 21 de janeiro de 2026

Fotogaleria Gazeta de Espinho - Edifícios marcaram história em Espinho

 

Edifícios marcaram história em Espinho


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Fotogaleria  Gazeta de Espinho





segunda-feira, 19 de janeiro de 2026

Empreendimentos de nova construção em São Félix da Marinha

 

86,6% dos portugueses obtiveram a licença de construção no tempo previsto


Em média, o tempo previsto para a obtenção da licença de construção foi de 105 dias e 86,6% das pessoas referiram que esse prazo foi cumprido. 


Este é o retrato da construção de casas em Portugal de acordo com o estudo “Construir Casa: Motivações e experiências de quem construiu casa nos últimos 2 anos”

Aquisição do terreno e elaboração do projeto

A maioria das pessoas recebeu o terreno de herança ou como doação (35%) ou adquiriu o terreno com capitais próprios (39,8%);

O tempo médio previsto para a obtenção da licença de construção foi de 105 dias e 86,6% dos inquiridos referiram que esse prazo foi cumprido. 

Apenas 13,4% falam numa derrapagem de tempo que chegou, nesses casos, em média, a 70 dias;

O tempo médio previsto para a elaboração dos projetos foi de 155 dias, com a maioria das pessoas a indicar que este período foi cumprido. 

Quando tal não aconteceu, como indicado por 14,7% dos inquiridos, houve uma derrapagem média de 159 dias para conclusão do projeto, demorando, assim, mais do dobro do tempo do inicialmente previsto;

Há vários tipos de dificuldades apontadas na primeira fase de construção, tais como: encontrar o terreno com as características desejadas (36,8%), burocracia com a aprovação do projeto de construção e licenciamento (34,4%) e encontrar um terreno na localização pretendida (29%). 

Apenas 5,9% identifica o financiamento do projeto como uma dificuldade.

Financiamento da construção

A maioria das pessoas recorre a crédito para construção (55%), seja como única fonte de financiamento (29,3%), seja associado a capitais próprios (25,7%);

Os portugueses pediram, em média, 189 mil euros de crédito para construção, sendo que esse valor terá representado 64,3% do custo total da construção. 

Neste processo de financiamento, as principais dificuldades passaram pela burocracia (30,4%), valor elevado da prestação (17,6%), tempo necessário para aprovação (16,1%) e valor disponível para entrada muito baixo (16,1%).

Novas formas de construir casas ganham relevância

55,3% das pessoas optaram por alvenaria, o método mais habitual no nosso mercado, mas 27,8% escolheram casas modulares e 10,3% casas em madeira, o que demonstra uma maior procura de alternativas no setor;

Os critérios que mais influenciaram a escolha dos materiais utilizados em obra foram o preço (77,3%), o conforto (62,8%) e a sustentabilidade dos mesmos (50,1%);

A maioria (72,5%) referiu que a construção foi feita por uma empresa de construção, havendo ainda 18,5% que confiaram num conhecido ou familiar para fazê-lo;

A perceção de que as obras em Portugal costumam derrapar no orçamento é contrariada pelos inquiridos deste estudo, já que 86,4% das pessoas que já terminaram a obra referem que o orçamento foi cumprido.

 Quando tal não aconteceu, deveu-se a aumento dos preços causado pela inflação (56,1%), alterações ao projeto inicial (46,3%), atrasos na obra (39%), e custos mal estimados (39%).

 Apenas 12,2% referem falta de mão de obra

 Para 85% das pessoas inquiridas, o tempo previsto para a construção foi cumprido, indicando um tempo médio de construção de 414 dias. 

Importância de personalizar a casa e de garantir qualidade

A maioria dos inquiridos (63,2%) decide construir uma habitação própria pela possibilidade de personalizar a casa. Quase metade (49,1%) aponta como razão a garantia de qualidade de construção e 36,7% referem a garantia de uma casa mais sustentável;

A maioria das habitações está a ser construída no distrito de residência atual (92,6%), pela proximidade de amigos e familiares e pelos bons acessos. 

O papel da sustentabilidade na tomada de decisão

59,7% dos inquiridos afirmam que a sustentabilidade desempenhou um papel importante nas decisões ligadas à construção de novas casas;

56,2% apontam como as principais preocupações que tiveram em termos de sustentabilidade se prenderam com o isolamento térmico e cobertura para redução do consumo de eletricidade e aquecimento, seguindo-se a maximização da luz/calor natural (46,3%) e obter uma boa classificação energética (30,6%);

A esmagadora maioria dos inquiridos (82%) conseguiu cumprir na totalidade as preocupações relativas à sustentabilidade no momento da construção;

77,8% dos inquiridos consideram muito importante que a sua casa tenha resistência a desastres naturais e 81,5% dos inquiridos incluíram, em projeto, formas de tornar as casas mais resistentes a estes fenómenos.

O inquérito contou com a participação de 611 inquiridos, de todas as regiões do país, que passaram pelo processo de construção de habitação própria nos últimos 24 meses, e que foi complementado com a análise dos resultados por um grupo de arquitetos.

















domingo, 18 de janeiro de 2026

Presidenciais 2026 - Resultados Eleitorais em Espinho

 
 Resultados Eleitorais  em Espinho 


Em Espinho ganha António José Seguro

Socialista conquistou 31,93% dos votos

O candidato do PS foi o mais votado nesta 1.ª volta das Presidenciais no concelho de Espinho, tendo alcançado 31,93% dos votos. Votaram, no total, 18.853 (64,28%) dos eleitores inscritos.











Presidenciais 2026

 

Presidenciais 


As eleições presidenciais de 2026 em Portugal realizam-se hoje, 18 de janeiro de 2026, para eleger o sucessor de Marcelo Rebelo de Sousa


Caso nenhum candidato obtenha mais de 50% dos votos, está prevista uma segunda volta para o dia 8 de fevereiro de 2026. 

A corrida conta com 11 candidatos oficiais. 

Entre os nomes mais destacados nas sondagens e debates recentes figuram António José Seguro, Luís Marques Mendes, André Ventura, Gouveia e Melo e João Cotrim de Figueiredo.

 Estas são consideradas umas das eleições mais renhidas de sempre à primeira volta, com as sondagens da reta final a indicar um cenário de grande incerteza e possíveis empates técnicos entre os principais candidatos.

 O novo Chefe de Estado será eleito para um mandato de cinco anos (2026-2031).