Época balnear já aberta e sem reposição de areia
Depois das intempéries de janeiro e fevereio, Espinho não teve “necessidade extraordinária de repor areia nas praias”, explicou o presidente da autarquia, Jorge Ratola, citado pela Lusa.
A época de banhos abriu no dia 1 de junho, para poder “reforçar a atividade turística do concelho”, que se preparou com uma duna artificial, na praia, e alguns sacos, na zona dos pescadores, para mitigar os efeitos das tempestades dos primeiros meses do ano.
“Atrasou-nos o planeamento.
O impacto na nossa costa não foi muito relevante, embora tenhamos perdido um mês com isso. (...)
As praias estão preparadas, os equipamentos instalados para as atividades”, assume o autarca. Segundo Jorge Ratola, há já uma intervenção da Agência Portuguesa do Ambiente (APA) a ser feita num dos esporões e iniciar-se-ão depois outras duas, uma junto à capela de Paramos e outra na baía.
Essas obras constam do relatório da APA sobre as ocorrências relacionadas com as tempestades e surgem na lista de intervenções de curto prazo (concluídas até final de 2027).
Haverá uma intervenção a médio prazo (a partir de 2028), numa estrutura em Silvalde.
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