quarta-feira, 9 de setembro de 2026

Falsos inspetores da PJ que roubavam em Espinho ficam em prisão preventiva

 

Falsos inspetores da PJ que roubavam em Espinho ficam em prisão preventiva


Dois homens, de 37 e 39 anos, foram detidos pela PSP depois de se terem feito passar por elementos da Polícia Judiciária para abordarem, revistarem e assaltarem pessoas na rua, em Espinho.

Os dois homens, suspeitos de praticarem assaltos fazendo-se passar por inspetores da Polícia Judiciária, ficaram em prisão preventiva, depois de terem sido presentes a primeiro interrogatório judicial no Tribunal de Santa Maria da Feira.

Os dois homens, suspeitos de praticarem assaltos fazendo-se passar por inspetores da Polícia Judiciária, ficaram em prisão preventiva, depois de terem sido presentes a primeiro interrogatório judicial no Tribunal de Santa Maria da Feira.

Os suspeitos, de 37 e 39 anos, foram detidos pela PSP de Espinho, na sequência de uma investigação da Esquadra de Investigação Criminal, iniciada após a participação do primeiro crime. 

A operação culminou no cumprimento de mandados de busca e apreensão e de mandados de detenção.

Ambos residentes em Espinho, os dois homens são conhecidos das autoridades e têm antecedentes relacionados com crimes de furto e roubo, tendo já cumprido penas de prisão por assaltos.


Violência e ameaças


De acordo com a investigação, os suspeitos abordavam as vítimas na via pública, nomeadamente na zona da Baía e na Avenida 24, fazendo-se passar por inspetores da Polícia Judiciária. 

Depois, revistavam as pessoas e apoderavam-se dos seus bens, incluindo telemóveis, dinheiro e joias.

Durante os assaltos, os suspeitos agrediam as vítimas, tendo pelo menos uma delas necessitado de tratamento hospitalar, e ameaçavam-nas de morte caso denunciassem os crimes às autoridades.

 Até ao momento, estão identificados três crimes de roubo e um crime de coação agravada, não estando excluída a possibilidade de existirem outras vítimas ou ocorrências relacionadas com os suspeitos.

A investigação da PSP, em articulação com o Departamento de Investigação e Ação Penal (DIAP), permitiu identificar os alegados autores e pôr termo à atividade criminosa. 

Após o primeiro interrogatório judicial, realizado no Tribunal de Santa Maria da Feira, o juiz de instrução criminal determinou a prisão preventiva para os dois suspeitos.

Fonte: JN




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