quinta-feira, 14 de outubro de 2021

BE alerta para estado de degradação dos armazéns gerais da Câmara de Espinho

 


BE alerta para estado de degradação dos armazéns gerais da Câmara de Espinho

 


 O Bloco de Esquerda (BE) alertou hoje para o "avançado estado de degradação" dos armazéns gerais da Câmara de Espinho, que contêm amianto na sua estrutura, exigindo uma rápida resolução do problema por parte desta autarquia do distrito de Aveiro.

Em comunicado, o BE refere que chove no interior do edifício com quase 40 anos, não tendo havido, até ao momento, qualquer obra ou intervenção de reparação e remoção do fibrocimento.

“Foram vários os alertas dados pela Comissão Sindical dos Trabalhadores do município, bem como pelo Sindicato dos Trabalhadores da Administração Pública (STAL), aos anteriores executivos, liderados por Pinto Moreira (PSD)”, refere a mesma nota.

Não obstante os vários inventários e relatórios elaborados pelos técnicos de engenharia do próprio município, os bloquistas dizem que a autarquia sempre foi protelando a resolução efetiva deste problema.

O Bloco exige ao novo executivo municipal, liderado por Miguel Reis (PS), a rápida e pragmática resolução desta situação, que, segundo o partido, constitui uma “séria ameaça” à saúde pública e dos trabalhadores municipais.

Em declarações à Lusa, Miguel Reis, que irá tomar posse na sexta-feira como presidente da Câmara de Espinho, disse que durante a campanha eleitoral visitou os armazéns gerais, tendo tomado conhecimento por parte de alguns trabalhadores que "as condições não são boas e que o edifício precisa de uma intervenção".

"Se estivermos perante uma situação deste género, naturalmente que irá assumir uma forte prioridade nas nossas linhas de ação", disse, adiantando que existem outros edifícios municipais em "situações idênticas".

"Estamos a herdar um património municipal muito danificado, que não teve manutenção durante muitos anos e que requer uma intervenção municipal rápida", vincou o novo presidente da Câmara de Espinho.

Miguel Reis, que começará a trabalhar na próxima segunda-feira, indicou ainda que irá visitar todos os equipamentos municipais, dando prioridade àqueles que estão mais degradados e que impliquem risco para os funcionários, para "identificar os problemas, avaliar os riscos e implementar medidas".

Fonte Lusa/Fim





terça-feira, 12 de outubro de 2021

Cinanima 2021 começa a 8 de novembro e lança simpósio sobre animação consciente e ativista

 


Cinanima começa a 8 de novembro e lança simpósio sobre animação consciente e ativista


A 45.ª edição do Cinanima – Festival Internacional de Cinema de Animação de Espinho realizar-se-á de 8 a 14 de novembro, nessa cidade do distrito de Aveiro, lançando o simpósio “animaScapes” para refletir sobre cinema animado “consciente e ativista”.


Segundo revela hoje a direção do certame a que concorreram “2994 filmes de 111 países”, esse conjunto de conferências é a principal novidade do evento que, combinando o formato presencial com o 'online', contará com 13 sessões competitivas e as complementará com painéis especiais para famílias, retrospetivas temáticas, programas pedagógicos, 'workshops', 'masterclasses' e exposições.

“O ‘animaScapes’ será uma forma de abraçar a diversidade, celebrando a animação socialmente consciente e ativista”, anuncia a direção do Cinanima em comunicado.

A direção artística do festival cabe ao realizador e docente Pedro Serrazina, que, citado no mesmo documento, declara: “Mais do que nunca é necessário promover a animação como uma forma de arte que reflete sobre questões que nos afetam a todos”.

Envolvendo animadores, investigadores e académicos, o simpósio “animaScapes” apresentará assim projetos relacionados com a atual “situação de incerteza” que se vive na indústria cinematográfica, propondo-se discutir práticas de um cinema de animação que se quer comprometido com “temas sociopolíticos, questões de género e espaço urbano”.

Outra novidade da 45.ª edição do festival será o debate dedicado aos “Olhares sobre a Animação Portuguesa”, com “especialistas de várias áreas – da sociologia às ciências da comunicação”.

O objetivo é refletir sobre o cinema animado nacional e, na sua estreia, a iniciativa terá em análise o trabalho dos realizadores Vasco Sá e David Doutel.

Quanto às sessões não-competitivas, estão anunciadas quatro, a começar por “Animanarchy”, que reunirá uma seleção de obras com curadoria de Daniel Suljic, diretor do Animafest Zagreb - World Festival of Animated Film, da Croácia.

A essa panorâmica acrescentam-se três outras: “Rebellious Animation”, com escolhas de Olga e Michal Bobwroski, diretores do festival esloveno StopTrik; “America-s Latina-s”, com filmes selecionados por Lucia Cavalchini, diretora do Festival Animasivo, do México; e “Ars Electronica”, que, comissariado por Jurgen Hagler, dará a conhecer filmes que combinam cinema animado com tecnologia.

Do cartaz do Cinanima de 2021 consta ainda “um filme-concerto, duas instalações da artista multimédia Lea Vidakovic e uma exposição de ilustração e banda-desenhada por 11 dos melhores autores portugueses”, para assinalar os 30 anos do estúdio Animanostra.


FONTE Lusa/Fim




Jornal Maré Viva Espinho pagina 06 de 12 Outubro de 2021

 



domingo, 10 de outubro de 2021

ReCaFE - Ponto de situação

 

Ponto de situação











Filmes sobre raptos no México e Extrema-Direita polaca vencem FEST 2021



Filmes sobre raptos no México e Extrema-Direita polaca vencem FEST 2021


O filme “The Civilian”, sobre o rapto de uma criança no México, e o documentário “Last Knights of the right side”, sobre a Extrema-Direita polaca, venceram hoje em Espinho o FEST – Festival Novos Realizadores Novo Cinema.


A 17.ª edição do certame, que levou a essa cidade do distrito de Aveiro mais de 200 filmes por realizadores até aos 35 anos ou que tenham dirigido em 2020 a sua primeira ou segunda obra, atribuiu assim o Lince de Ouro a duas longas-metragens.

O de ficção coube à realizadora romena Teodora Mihai, pelos 140 minutos de “A civil”, e o de documentário ao polaco Michael Edelman, pelos 67 minutos de “Últimos cavaleiros do lado direito”, que resultou de seis meses de acompanhamento das atividades de uma brigada ultranacionalista da cidade de Łódź.

Filipe Pereira, diretor do festival que também incluiu extensões no Porto e em Lisboa, defende que estes são os melhores exemplos do “programa extraordinário” que se conseguiu delinear para o evento “num curto espaço de tempo” e em moldes quase idênticos aos de 2019, com “mais de 300 profissionais” a acompanharam presencialmente as iniciativas do certame.

“Se alguém dissesse no início de julho que o festival ia decorrer deste modo, ninguém acreditaria e nós assinaríamos por baixo. 

Mas teve um resultado espantoso.

 Há sempre um conflito mental – porque, apesar de bastante contentes com o festival, sabemos que ele ainda não está igual ao período pré-pandemia – mas esta edição foi o mais próxima do formato anterior que era possível no momento atual”, declarou o responsável à Lusa.

Já na categoria de curta-metragem, foram atribuídos quatro Linces de Prata: o de ficção a “Zonder Meer”, da realizadora belga Meltse Van Coillie; o de documentário a “Mundo”, da chilena Ana Edwards; o de animação a “Easter Eggs”, do belga Nicolas Keppens; e o de experimental a “Copacabana Madureira”, do brasileiro Leonardo Martinelli.

No que se refere à competição portuguesa, o Grande Prémio Nacional distinguiu “Miraflores”, o filme de 19 minutos em que Rodrigo Braz Teixeira segue um grupo de amigos através de uma igreja inusual, uma piscina abandonada e uma rotunda com uma árvore caída.

Quanto ao Prémio do Público, os filmes mais votados pelos espectadores das várias sessões competitivas do FEST foram a longa-metragem “Enforcement”, dos realizadores dinamarqueses Anders Ølholm e Frederik Louis Hviid, e a curta documental “Haeberli”, do alemão Moritz Mueller-Preisser.

A primeira dessas obras aborda o tema da brutalidade policial no contexto europeu de crescente diversidade étnica e, segundo Filipe Pereira, é “potencialmente o filme com mais ação alguma vez selecionado na história do festival”. 

A curta-metragem “Haeberli”, por sua vez, conta a história real de um acumulador octogenário que vive na estância de luxo de Saint Moritz, sem que a comunidade consiga perceber com exatidão se ele é um génio, um louco, um resistente intelectual ou um milionário desiludido.

A 17.ª edição do FEST incluiu ainda a rubrica NEXXT, que, dedicada a obras de estudantes universitários de cinema, premiou “Washing Machine”, do austríaco Dominik Hartl.

Houve ainda três distinções FESTinha para obras infantojuvenis: uma para “The Plastic Turtle”, de Miguel León e Claudia Osej, na categoria de realizadores com menos de 10 anos de idade; outra para “Totem”, de Katrine Glenhammer, na seção Sub-12; e uma terceira para “Dolapo is fine”, de Ethosheia Hylton, na competição de Sub-16.

Fonte Lusa



quinta-feira, 7 de outubro de 2021

Homem assalta papelaria Livraria com arma branca na Rua 23

 

Duo assalta papelaria em Espinho e leva raspadinhas


Dois indivíduos assaltaram, ao final da tarde desta quinta-feira, uma papelaria situada na Rua 23, em Espinho. 


Levaram várias raspadinhas e algum dinheiro que se encontrava na caixa registadora.

Os dois homens chegaram ao local num carro sem matrícula, um Volkswagen Polo de modelo antigo.

Um deles entrou na papelaria munido de uma navalha, com a qual ameaçou as duas funcionárias que ali se encontravam, tendo o segundo indivíduo ficou ao volante da viatura.

O assaltante levou várias raspadinhas e cerca de 100 euros que se encontravam na caixa tendo a dupla de assaltantes efetuado de imediato a fuga.

A PSP tomou conta da ocorrência.

FONTE JN 

Salomão Rodrigues




Barulho dos vizinhos Decreto-Lei n.° 9/2007




Regulamento Geral do Ruído  Decreto-Lei n.° 9/2007



Barulho dos vizinhos: conhece a lei do ruído?


O barulho dos vizinhos do seu prédio não o deixa ter sossego, nem dormir? 


Saiba o que diz a lei e o que fazer para deixar de ser perturbado pelo chamado ruído de vizinhança.

Um dos problemas mais comuns de quem vive num prédio é o barulho dos vizinhos. 


Alguns dos moradores do seu prédio fazem festas até de madrugada? 

Ouvem música ou veem televisão com o volume demasiado alto? 

Fazem obras ao fim de semana, têm cães que ladram ou crianças a correr constantemente? 

Aspiram a casa à noite ou andam calçados com sapatos ruidosos?


 Se é vítima de alguma destas situações de ruído de vizinhança, ou de outras, recomendamos que continue a ler este artigo.

O que é o ruído de vizinhança?


O Regulamento Geral do Ruído define ruído de vizinhança como todo o som associado ao uso habitacional e às atividades que lhe são inerentes, produzido diretamente por alguém ou por intermédio de outrem, por coisa à sua guarda ou animal colocado sob a sua responsabilidade, que, pela sua duração, repetição ou intensidade, seja suscetível de afetar a saúde pública ou a tranquilidade da vizinhança. 
Por outras palavras: todo o barulho que se faz dentro de casa, mas que é ouvido pelos vizinhos e os incomoda.

Em que horário é proibido?


O Regulamento Geral do Ruído não estabelece exatamente um período em que é proibido fazer ruído de vizinhança.

 Esta lei apenas fixa dois períodos do dia no que toca à atuação das autoridades policiais quando confrontadas com queixas de barulho dos vizinhos.

 Assim, entre as 23 e as 7 horas, as autoridades policiais podem ordenar aos vizinhos barulhentos que acabem imediatamente com o ruído. 

Já entre as 7 e as 23 horas, as autoridades policiais podem apenas dar um prazo para fazer cessar o ruído.

No entanto, a jurisprudência sobre casos que envolvem questões relacionadas com o ruído de vizinhança sugere que este tipo de barulho seja proibido qualquer que seja a hora do dia. 

Em causa estão os chamados direitos de personalidade, designadamente no que toca ao direito ao descanso e ao sossego.

“A emissão de ruídos, desde que perturbadores, incómodos e causadores de má qualidade de vida, e ainda que não excedam os limites legais, autorizam o proprietário do imóvel que os sofre a lançar mão do disposto no artigo 1346.º do Código Civil, que só deve suportar os que não vão para além das consequências de normais relações de vizinhança”, pode ler-se no sumário de um acórdão do Supremo Tribunal de Justiça, de 22 de setembro de 2009.

Outro acórdão da Relação de Lisboa, de 3 de maio de 2018 vai no mesmo sentido. 

Esta decisão judicial refere que “os ruídos desnecessários, que causem algum prejuízo aos vizinhos, são sempre ilícitos, traduzindo uso anormal do prédio, ou redundando em abuso do direito.”


E se o barulho dos vizinhos resultar de obras?


As obras de recuperação, remodelação ou conservação realizadas no interior de edifícios destinados a habitação que constituam fonte de ruído apenas podem ser realizadas nos dias úteis, entre as 8 e as 20 horas, segundo o Regulamento Geral do Ruído. 

Não é necessária licença especial de ruído.

Além disso, o responsável pela execução das obras deve afixar em local acessível aos moradores do edifício um aviso com a duração prevista das obras e, quando possível, o período do dia no qual se prevê que o ruído seja mais intenso.

No entanto, em caso de obras urgentes, para evitar ou reduzir o perigo de produção de danos para pessoas ou bens, não se aplicam as referidas limitações.

Como lidar com o barulho dos vizinhos?


A primeira abordagem deve ser tentar falar diretamente com os vizinhos barulhentos e sensibilizá-los para o facto de estar a ser lesado pelos ruídos produzidos nas suas casas.

Se, depois dessa conversa, que deve ser em tom amigável, os barulhos dos vizinhos persistirem, o problema pode ser exposto ao administrador do condomínio.

 Embora não tenha poderes legais para fazer cessar o ruído, este responsável pode tentar advertir os vizinhos infratores, dando-lhes a conhecer o Regulamento Geral do Ruído.

Caso o barulho dos vizinhos permaneça, a solução é chamar as autoridades policiais – PSP ou GNR – da área de residência.

Se nada resultar, em último caso, resta a possibilidade de avançar para uma ação judicial, recorrendo a um Julgado de Paz (se existir na sua área de residência) ou ao Tribunal. 

Neste caso, é possível pedir uma indemnização por danos. 

Mas, para tal, devem ser apresentadas provas dos danos do ruído: testemunhas, autos efetuados pelas autoridades policiais, relatório médico e, em especial, relatório de medição de ruído. 

Caso haja despesas relacionadas com o incómodo causado pelo barulho dos vizinhos (obras de insonorização da casa, por exemplo), devem ser apresentados também os respetivos comprovativos.


Quais as coimas aplicáveis?


O barulho dos vizinhos corresponde a uma contraordenação ambiental leve. Desta forma, é punido com uma coima entre 200 euros e 1 000 euros, em caso de negligência. Se houver dolo, ou seja, má-fé, a coima pode ser de 400 euros a 2 000 euros.








sexta-feira, 1 de outubro de 2021

Atribuídos em prémios ...Bingo do Casino Espinho ... 43 mil euros.


Mais de 73  ME atribuídos em prémios nos casinos Solverde


Os casinos do Grupo Solverde entregaram prémios no valor de mais de 73 milhões de euros em Setembro, segundo um comunicado divulgado hoje.


De acordo com a nota à imprensa, o Casino Espinho entregou mais de 35 milhões de euros, os casinos do Algarve – Monte Gordo, Vilamoura e Praia da Rocha – concederam mais de 32 milhões de euros e o Casino Chaves atribuiu mais de seis milhões de euros.

Ainda segundo o documento, no Bingo do Casino Espinho foram atribuídos mais de 43 mil euros.


FONTE Lusa/Fim









Passageiro ferido após avaria em automotora na linha ferroviária do Vouguinha

  Passageiro ferido após avaria em automotora do Vouguinha Os cerca de 100 passageiros, que seguiam nas carruagens, foram transportados de a...

Apresentação Blog Gazeta de Espinho

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