sábado, 23 de abril de 2022

25 Abril 2022 - " Poemas e Canções de Abril "


 " Poemas e Canções de Abril "


A Biblioteca Municipal foi palco de um espetáculo que juntou poesia e música, aliando elementos da Onda Poética e do Grupo Ritmar.




























Voleibol - A passagem à final da Taça Federação AA Espinho 3-0 Leixões

 

A passagem à final da Taça Federação AA Espinho 3-0  Leixões


Académica muito forte vence em casa a equipa do Leixões pela margem máxima e fica em vantagem na eliminatória !


AA Espinho 3-0  Leixões   25 - 21 | 25 - 20 | 25 - 17

A Académica venceu de forma categórica o Leixões SC no Jogo do Playoff  da Taça Federação da Liga 

Foi a primeira vitória da época dos ‘mochos’ diante da equipa de Matosinhos, e a final da Taça está a uma vitória de ser alcançada.

Para isso os academistas precisam vencer no próximo sábado, 30/04, às 17H, em Matosinhos.

Se houver necessidade de um terceiro jogo, ele será igualmente na casa do adversário, no domingo (15H).

Quem passar este Playoff defrontará na final da Taça Federação o vencedor do playoff entre Esmoriz GC e AJF Bastardo.


Parabéns equipa














Caderno d' Espinho n.º 10 - "Vamos às compras"

 


O lançamento do 10º volume dos Cadernos de Espinho, com o nome "Vamos às compras".



O novo volume produzido por Mário Augusto, Armando Bouçon, Pedro Pinheiro e Luís Costa, proporciona uma viagem pela história do comércio espinhense que começa em pleno século XIX, após a conquista da sua autonomia da Vila da Feira.


O prefácio é assinado por uma personalidade de referência do comércio local, Carlos Lêdo da Fonseca, que lembra a importância da Feira Semanal para a cidade, frisando que "o melhor dia de negócio sempre foia  segunda feira, em que, para dar resposta à demanda, o horário de abertura (das lojas) era alargado até às 20 horas, satisfazendo uma clientela que procurava e encontrava uma oferta vasta e de qualidade".

Os Cadernos de Espinho tiveram uma prolongada pausa desde o lançamento do 9º volume, principalmente pelas condicionantes da conjuntura pandémica. 

Os autores esperam "agora poder manter a proposta de lançar um caderno a cada três meses", cumprindo o compromisso previamente assumido com os espinhenses.













Os Cadernos de Espinho estão de regresso 


A Biblioteca Municipal José Marmelo e Silva, acolheu no passado sábado (23 abr.), o lançamento do 10º volume dos Cadernos de Espinho, numa sessão que contou com a presença de Miguel Reis e Álvaro Monteiro, presidente e vice-presidente da Câmara Municipal de Espinho, respetivamente.

O novo volume dos Cadernos de Espinho, intitulado "Vamos às compras", proporciona ao leitor uma viagem pela história do comércio espinhense que começa em pleno século XIX, após a conquista da sua autonomia da Vila da Feira.

Os Cadernos de Espinho, que já contam com 10 volumes, são produzidos por Mário Augusto, Armando Bouçon, Pedro Pinheiro e Luís Costa. 

O prefácio deste volume - 'Vamos às Compras' - é assinado por Carlos Lêdo da Fonseca, personalidade de referência do comércio local, e lembra a importância da Feira Semanal para a cidade, destacando que "o melhor dia de negócio sempre foi a segunda feira, em que, para dar resposta à demanda, o horário de abertura (das lojas) era alargado até às 20 horas, satisfazendo uma clientela que procurava e encontrava uma oferta vasta e de qualidade". 

Os Cadernos de Espinho tiveram uma prolongada pausa desde o lançamento do 9º volume, condicionado principalmente pela conjuntura pandémica. 

Os autores esperam "agora poder manter a proposta de lançar um caderno a cada três meses", cumprindo o compromisso previamente assumido com os espinhenses.

sexta-feira, 22 de abril de 2022

Centro Hospitalar de VN Gaia/Espinho processa concessionária do estacionamento



Centro Hospitalar de VN Gaia/Espinho processa concessionária do estacionamento



O Centro Hospitalar de Vila Nova de Gaia/Espinho (CHVNGE) avançou com uma ação em tribunal contra a TCM, empresa concessionária do estacionamento, lê-se numa nota interna do hospital a que a Lusa teve hoje acesso.


Num esclarecimento publicado na terça-feira no boletim informativo do hospital, o Conselho de Administração (CA) confirma “os constrangimentos de estacionamento na Unidade I” provocados pelo contrato de exploração celebrado em 2015 com a TCM.

Desse contrato, lê-se no documento interno, a administração dá conta de duas alíneas, a primeira sobre o ”investimento e exploração pelo concessionário de 960 lugares passíveis de avença ao valor de 15 euros/mês ou de utilização contra o pagamento de fração de tempo, de acordo com o tarifário publicado”.

A segunda alínea dá conta do “pagamento ao CHVNGE de uma renda mensal de 1.500 euros”, situação que “preocupa” o atual CA, desde “a sua tomada de posse, em agosto de 2019”, e que desde então disse ter procurado “soluções satisfatórias para o CHVNGE, os seus profissionais e utentes”.

Na sequência do início das obras do Metro e a diminuição do estacionamento na envolvente do hospital, a administração “tentou encontrar soluções com o concessionário”, sabendo que haveria, entretanto, “transferência de serviços da Unidade II [no centro de Gaia] para a Unidade I [no Monte da Virgem]”, continua o esclarecimento.

Esses serviços, de ginecologia/obstretícia, pediatria/neonatologia e ortopedia, foram transferidos em março, tendo desde então o Hospital de Gaia assegurado o estacionamento dos respetivos funcionários no interior das instalações assinando diariamente os seus bilhetes.

Na sequência deste procedimento, a concessionária enviou ao hospital uma fatura de mais de 20 mil euros relativa ao estacionamento daqueles funcionários.

“Sem acordo” quanto a este assunto, o CA avançou com uma “ação judicial contra a concessionária”, após ter sido “surpreendido” com a chegada de uma “fatura emitida pelo concessionário de 20.391,85 euros alegadamente relativa a ingressos não contratualizados autorizados pelo CA entre o período de 08 a 31 de março”, lê-se ainda.

Na comunicação, o CA confirma a autorização temporária dada aos profissionais deslocalizados da Unidade II para a Unidade I, sem meio de locomoção alternativo, para utilizarem as áreas não concessionadas para aparcamento, mas que agora, “ante o exposto se torna completamente inviável” razão por que pede “desculpa” e assegura que “tudo fará” para garantir “o acesso dos utentes e profissionais à Unidade I” daquele hospital.

No dia 08 de abril, o gerente da TCM, João Marcelino, revelou à Lusa que a empresa passaria a cobrar à administração daquela unidade de saúde o estacionamento dos funcionários não titulares de cartão.

Na manhã desse dia, vários funcionários do hospital viram recusado pelo funcionário da empresa o talão de estacionamento carimbado pela administração do hospital para poderem abandonar o parque, situação que levou nomeadamente à chamada da PSP ao local.

Também nesse dia, fonte do hospital disse à Lusa que todos os funcionários do hospital “têm a possibilidade de ter cartão do parque menos os de obstetrícia e enfermeiros de neonatologia”, que trabalham na Unidade 1, afeta à maternidade daquele hospital, inaugurada a 08 de março.

A Lusa tentou uma reação da concessionária, mas até ao momento não foi possível.


FONTE : Lusa/fim



quinta-feira, 21 de abril de 2022

Mau uso de trotinetas já causou acidentes


Colisão entre trotinete e carro faz um ferido em Espinho


Vítima foi levada, pelos bombeiros do Concelho de Espinho, para o hospital de Gaia.

Um jovem, de 20 anos, ficou ferido, esta tarde de quinta-feira, na sequência de uma colisão entre a trotinete em que seguia e um carro, em Espinho.

O alerta foi dado, cerca das 18h00, para os bombeiros do Concelho de Espinho, para um acidente rodoviário, na rua 29.

A vítima foi levada, pelos bombeiros do Concelho de Espinho, para o hospital de Gaia.


FONTE CM Paulo Jorge Duarte



Mau uso de trotinetas já causou acidentes no Porto


Veículos circulam e são abandonados no passeio.

 Moradores dizem ser "abalroados" por condutores a alta velocidade. Câmara do Porto e empresa garantem que há regras a cumprir .

 Seja para circular ou estacionar as trotinetas elétricas partilhadas no Porto, muitos utilizadores dos equipamentos preferem os passeios à estrada, apesar de lá não ser permitido circular nem parar os veículos. 

Os moradores da Baixa da cidade dizem que os passeios se transformaram numa espécie de "jogo de obstáculos" e queixam-se, de igual modo, de serem "abalroados" por quem abusa na velocidade dos equipamentos. 

Os veículos, indevidamente parados nos passeios bloqueiam muitas vezes a passagem e já provocaram acidentes. 

A má utilização soma-se à falta de civismo e José Silva, de 76 anos, já foi vítima desse comportamento.

 Ao tentar atravessar a rua entre a Praça da Trindade e a Rua do Dr. Ricardo Jorge, perto da Câmara do Porto, e enquanto observava os carros, que "passam naquela curva à tangente", José tropeçou numa trotineta parada no passeio:

 "Fiquei todo amassado e com o tornozelo e canelas feitas num oito. Isto é um inferno. 

Tem de haver regras". 

A operadora Bird e a Autarquia garantem que há. 

A empresa diz que, caso-os utilizadores não estejam num ponto de partilha, a aplicação não permite concluir a viagem e os novos equipamentos (cinzentos e azuis) oferecem "melhorias significativas na tecnologia GPS, tornando mais dificil terminar uma viagem num local indevido". 

Além disso, diz estar "a desenvolver soluções que melhoram a precisão de deteção da localização da trotineta". 

Por sua vez, a Câmara do Porto corrobora este cenário: "85% das viagens têm início num dos 215 pontos de partilha espalhados pela cidade". 

A Autarquia diz que a fiscalização está a cargo dos serviços municipais de Mobilidade, através de uma plataforma própria e que, perante uma irregula-rida de, "é enviada uma notificação, por email, aos operadores e respetivas equipas de logística", que identifica o veículo, a localização e o tempo parado fora dos pontos de partilha. 

Feito esse contacto, a empresa tem de remover a trotineta "no menor tempo possível". 

Mas Patrícia Figueiredo, de 40 anos, trabalhadora na Rua do Almada, diz já ter observado a permanência de várias trotinetas estacionadas indevidamente no mesmo local pelo menos durante dois dias, tendo avisado o Município e a própria empresa. 

Fonte JN






"Uma pista de corridas"  


A Rua do Almada em particular serve ainda "de rampa" para os condutores de trotinetas, alerta Patrícia. A descida contribui para o excesso de velocidade dos veículos que, por vezes, abalroam moradores e lojistas à porta dos espaço. 

"Isto parece uma pista de corridas. 

Todos os dias, temos de nos desviar por causa das trotinetas nos passeios. 

Uma vez, ao sair da porta, comi com uma. 

O rapaz caiu em cima do capô de um carro que estava aqui estacionado", relata, por sua vez, José Silva. 

"Tem de haver um respeito mútuo. 

Às vezes, estão mesmo a bloquear o atravessamento. 

É ridículo. Parece um percurso de obstáculos. 

Para um invisual, é uma ar madilha", acrescenta Rui Chambel, de 42 anos.

FONTE JN





terça-feira, 19 de abril de 2022

Voz Cidadão - Há um ano por esta altura este local da ReCaFe estava sem os devidos cuidados

 

Há um ano por esta altura este local da ReCaFe estava sem os devidos cuidados


ReCaFe  em manutenção periódica

Sempre se consegue preservar estes espaços , pelos atuais Orgão Autárquicos.

E assim em poucos meses o Sr. Presidente Arq. Miguel Reis  da C M Espinho  e seus colaboradores vão apresentando as suas atuações.

Mas ainda há muito para fazerem, sendo um dos casos os passeios e ajardinamento (não ervas, arbustos, entulheira) na Zona Industrial de Espinho/Silvalde extremo Sul da rua 20, a 800 mts do centro da cidade.

Os 25 anos de espera para  melhorar este local, é muito, muito tempo(…).


Texto / Fotografia : António Brito




Muros polémicos Granja, Miramar e Aguda



Populações "entaipadas" por muros


A somar às críticas sobre a passagem superior colocada na Granja, os moradores desta zona, bem
como de Miramar e Aguda, têm vindo a criticaras barreiras antirruído que estão a ser colocadas
junto à linha ferroviária, apontando que, com muros de 3,5 metros de altura em alguns locais, as populações ficam"entaipadas".





































Campo Aberto acusa IP de atitude "pouco democrática” com moradores de zonas de Gaia


A associação ambientalista Campo Aberto acusou hoje a Infraestruturas de Portugal (IP) de atitude “pouco democrática”, manifestando-se “solidária” com os moradores da Aguda, Miramar e Granja, em Vila Nova de Gaia, nas críticas ao projeto para a linha férrea.


“A posição da IP parece-nos eivada, mesmo que possa ter algum fundamento de índole técnica, de uma atitude tipicamente tecnocrática e, portanto, não democrática, de desprezar a priori os interesses dos moradores e as suas opiniões”, diz a Campo Aberto.

Em causa está o projeto que a IP tem vindo a implementar ao longo do troço ferroviário da Linha do Norte entre Espinho (distrito de Aveiro) e Vila Nova de Gaia (distrito do Porto), o qual inclui a colocação de separações acústicas, reformulação de apeadeiros e construção de passagens pedonais superiores para substituir as atuais.

Moradores da Granja, Miramar e Aguda, localidades de Vila Nova de Gaia, têm vindo a manifestar-se contra as obras projetadas pela IP, classificando algumas das estruturas de “mamarracho”, “escarro arquitetónico” ou “muros de Berlim”.

Um dos movimentos locais já avançou com uma queixa ao Ministério Público, bem como ao Provedor da Justiça Europeu, com o argumento de mau uso de fundos comunitários.

À Lusa, a Campo Aberto confirmou que foi já consultada por movimentos de cidadãos da zona que, disse, “procuram resistir a agressões visuais, estéticas, urbanísticas e patrimoniais”.

A associação ambientalista diz estar “solidária” com os moradores e considera que a IP tinha “o dever e obrigação de uma informação transparente aos atingidos, na fase inicial da preparação de qualquer decisão, enquanto ainda fosse possível procurar alternativas”.

“E, claro está, de manter o diálogo no sentido de mitigar ao máximo os efeitos nefastos de qualquer intervenção”, acrescenta.

Para a Campo Aberto, “a administração central e os autarcas, bem como empresas e institutos públicos de qualquer índole, têm obrigação de aceitar dialogar com os cidadãos e suas organizações, inclusive sob forma de discussão pública organizada, nos casos em que estes considerem que os seus direitos não estão a ser respeitados”.

Esta obra já motivou petições públicas e pedidos de esclarecimento, bem como a promessa de ações de protesto no terreno, sendo que a estrutura mais criticada é a passagem superior pedonal da Granja.

Os moradores defendem a substituição por uma passagem inferior, mas, em resposta à agência Lusa, a IP explicou que essa solução constitui “maior risco à segurança dos utentes”.

“A criação de uma passagem inferior pedonal não asseguraria condições de visibilidade do exterior para o interior da passagem, o que constitui um maior risco a segurança dos utentes, e, em caso de falha de fornecimento de energia ao sistema de bombagem, ficaria impedido o acesso dos passageiros à plataforma central e a evacuação dos mesmos em casos de emergência e socorro”, lê-se no esclarecimento da IP.

Na resposta, a empresa admite que se comprometeu, após a reclamação apresentada no ano passado pelo grupo de cidadãos da Granja, a analisar a viabilidade de uma solução de desnivelamento inferior à linha férrea, mas concluiu que essa não é possível.

“Por outro lado, a construção de uma passagem inferior neste local, devido aos elevados níveis freáticos que se ali registam e em caso de falha de fornecimento de energia ao sistema de bombagem, com a consequente inundação da obra de arte, colocaria em causa a acessibilidade dos passageiros à plataforma central”, referiu a empresa.

A somar às críticas sobre a passagem superior colocada na Granja, os moradores desta localidade, bem como os de Miramar e da Aguda, têm vindo a criticar as barreiras antirruído que estão a ser colocadas junto à linha, apontando que com muros de 3,5 metros de altura em alguns locais as populações ficam “entaipadas”.

FONTE : Lusa/Fim

Programa da Festa de Nª Srª d’Ajuda – Espinho 2026

  Festas de Nª Srª D’Ajuda Nossa Senhora d'Ajuda em Espinho realizam-se de 7 a 21 de setembro de 2026. Marta Ren com Orquestra Jazz Espi...

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