segunda-feira, 4 de junho de 2007

Obras na linha do comboio bloqueiam acesso à praia



Obras na linha do comboio bloqueiam acesso à praia

Quase 28 anos depois de ter sido inaugurada, a passagem desnivelada superior a norte da cidade de Espinho, conhecida por pontão, vai ser fechada ao trânsito no próximo dia 17. O encerramento daquele que é actualmente o único acesso directo à zona baixa da cidade e às praias para quem vem de Norte, decorrente da obra de rebaixamento da linha-férrea em curso, está a deixar os vários agentes económicos desesperados. Isto porque prevêem uma época balnear terrível para o negócio quando se espera sempre que o Verão compense a baixo rendimento do resto do ano.

Responsáveis por bares de praia, restaurantes, hotéis e mesmo lojas temem que a passagem de nível provisória que está a ser construída no final da Rua 15, no centro da cidade, e que desembocará na Avenida 8, frente ao Centro Comercial Solverde 1, não seja suficiente para dar vazão ao grande afluxo de trânsito próprio da época. É que tal situação, temem, poderá afastar potenciais clientes da cidade.

"Sobretudo para os forasteiros, os que não conhecem a cidade, vai ser uma enorme confusão. O trânsito naquela zona, já de si muito estrangulada, vai ficar caótico, isto para já não falar das condicionantes naturais de uma passagem de nível que é obrigada a fechar sempre que passa um comboio", salientou Luís Carvalho, concessionário do bar Marbelo, situado junto ao pontão e frente ao mar.

Tal situação levou já a Associação de Concessionários de Bares e Praias do Norte, juntamente com a União das Empresas de Hotelaria, de Restauração e do Turismo de Portugal (UNIHSNOR) a fazer circular um abaixo-assinado e a pedir uma reunião de urgência com a Câmara a fim de ser procurada uma solução.

"E o problema é que não se trata de apenas esta época balnear que está em causa, mas provavelmente mais duas ou três conforme o andamento das obras de requalificação que irão ser realizadas à superfície que vai ficar liberta pelo enterramento da linha", continuou Luís Carvalho.

"Esta situação pode ser trágica para o negócio de todos nós, e não estou só a falar dos bares, mas também dos restaurantes, hotéis, lojas e do próprio casino. Daí acharmos que o pontão só deveria ser fechado no final da época balnear", disse, por sua vez, Nuno Bessa, responsável pelo bar "O Kaniço".

De salientar que a demolição do pontão está prevista apenas para o final da obra apontado para 30 de Junho de 2008.

sexta-feira, 1 de junho de 2007

Passagem Rua 15 em berve


Obra de rebaixamento da linha-férrea


Passagem da Rua 15 em berve




A obra de rebaixamento da linha-férreacontinua a andar a bom ritmo e com alteraçoes diarias que chamam à atenção dostranseuntes como foi o caso da demoliçãode parte do muro de vedação, em frente àRua 15 o que denuncia a abertura parabreve da passagem de nível prevista paraesta zona.


Refira-se que a laje superior do túnel foiconcluída no decorrer dos últimos dias eque na manhã de ontem as máquinascomeçaram a preparar abertura da passagem falando-se que a mesma poderá serefectuada nos próximos dias já que seaproximam as do dia da cidade de Espinho.


Com a abertura desta passagem denível também estará para breve o corte aotrânsito do pontão para que a obra possaprosseguir para norte sendo efectuada aligação com a frente de trabalhos situada•no parque de estacionamento do Rio Largo.

quinta-feira, 31 de maio de 2007

Vem aí o Verão !

Últimos preparativos



Vem aí o Verão!

A Primavera está a chegar fim e já tivemos a oportunidade de sentir o calor de alguns dias que nos fazem lembrar o Verão,as praias, as caras sorridentes que demonstram a alegria que o tempo quente bem capaz de provoca no ser humano.

Por aqui,a praia é um dos elementos fundamentais da vida deste concelho, não só para aqueles que cá nasceram e que cá residem, como para aqueles que habitualmente nos visitam durante a época balnear.

E há, bem a propósito desta tão desejada época do ano, um conjunto de infra-estruturas de apoio à época balnear que vão sendo colocadas ao longo da orla costeira espinhenses e que fazem parte da economia veraneia desta terra, a par com as infra-estruturas comerciais e de turismo já implantadas.

As barracas são um elemento fundamental de toda a estrutura de veraneio e constituem já um ‘ex-libris’ da tradicional praia de Espinho. 

Por isso, já há algum tempo, as máquinas do Regimento de Engenharia 3 de Espinho vão procedendo a alguns trabalhos de movimentação de areia, fundamentais à implantação das estruturas amovíveis de apoio, visando o conforto e o bem-estar dos veraneantes espinhenses e de todos aqueles que visitam a cidade de Espinho e o seu concelho.

O trabalho rápido e eficiente dos militares faz com que se proceda com celeridade à limpeza das areias e que os comerciantes vão montando os seus bares de praia e vão programando as suas actividades desportivas e culturais, corno símbolo de uma terra como esta, à beira-mar plantada, com a natural simpatia e o espírito acolhedor de um povo vareiro.

Resta esperar pelo tempo quente, pelo sol e pelas férias...

quarta-feira, 23 de maio de 2007

Irmãos retirados à família em Espinho



Irmãos retirados à família em Espinho



Avó das crianças (à esquerda) tece duras críticas à Segurança Social



Técnicos da Segurança Social retiraram, ontem, a guarda de dois irmãos, uma menina de um ano e um menino de nove, à mãe e à avó, moradoras no Bairro da Marinha de Silvalde, em Espinho, por alegada negligência na educação dos menores. 

A situação não deixou ninguém indiferente no Bairro da Marinha, com vários populares a criticarem a forma como os técnicos levaram a cabo a acção, com a ajuda da PSP, acusando-os mesmo de terem abusado da força e de não terem explicado a situação às duas mulheres. Isto sobretudo quando a mãe das crianças, 

Paula Aguincha, de 34 anos, sofre de paralisia cerebral, e a avó, Rosária Benedito, tem 72 anos e pouca instrução.

"Eram cerca de 11 horas e eu estava a tratar de dar o leite aos meninos. 

Como o mais velho não tinha aulas de manhã, ainda estava na cama, bem como a bebé. 

A certa altura, tocaram à campainha e o menino correu a abrir a porta. 

De repente, vi uma trupe de homens a entrar pela casa dentro a dizerem-me para arranjar roupa para as crianças. 

Eu perguntei o que é que se passava e eles disseram que as crianças iam dar um passeio. 

O meu neto perguntou se eu também podia ir e eu simplesmente comecei a gritar", contou Rosária Benedito.

 "Sem mais nem quê, pegaram na menina ao colo, puseram-lhe um cobertor por cima da cabeça e levaram-na. 

O menino também se pôs a gritar e eles levaram-no de arrasto até lá fora e meteram-no num carro. 

Não nos disseram para onde iam levá-los", criticou a avó das crianças, sem conseguir conter as lágrimas.

Apesar de dizerem desconhecer o destino das crianças, o certo é que Rosária Benedito recebeu pelo menos duas cartas do Tribunal Judicial de Espinho durante o mês corrente a explicar a situação e que as crianças iriam ser levadas, a menina para o centro de acolhimento "Aconchego", em Albergaria-a-Velha, e o menino para o Centro de Apoio Familiar Pinto de Carvalho, em Oliveira de Azeméis.

A razão da retirada da guarda das crianças à mãe e à avó terá a ver com queixas alegadamente feitas por vizinhos sobre a forma como elas estavam a ser educadas, sobretudo o mais velho, acusado de ser uma criança muito rebelde, de fugir de casa à noite e de se ter refugiado numa grua e ter sido encontrado a vaguear sozinho junto da linha-férrea.

Uma das pessoas mais inconformadas com a situação era Rosa Araújo, catequista do menino. "

Nunca tive qualquer problema com ele.

 Reza tão bem ou melhor do que os outros. 

Aliás, a primeira comunhão dele está marcada para o próximo dia 10 e eu já disse que ele vai ter de comparecer, nem que eu tenha de o ir buscar", adiantou Rosa Araújo.

O JN tentou obter uma posição da Segurança Social de Aveiro, mas tal não foi possível em tempo útil. Fonte da PSP disse, por sua vez, que a polícia teve apenas por missão manter a ordem.



sexta-feira, 11 de maio de 2007

Missao cumprida !




Foi por falta dela que a obra de trabalho de enterramento da linha-férrea se atrasou e Houve tempo para as despedidas
Veio da Alemanha para abrir as valas, sobre alguma emoção e com a foto da praxe a rocha, para o emparedamento do túnel...
A hidrofreza despediu-se ontem da’obra Enfim, missão cumprida! do século’ e deixou saudades, sobretudo para aqueles que acompanharam o seu trabalho..
Houve tempo para as despedidas, com alguma emoção e com foto da praxe para mais tarde recordar….
Enfim, missão cumprida!

sexta-feira, 27 de abril de 2007

Congresso Mundial de Folclore abre com críticas



Congresso Mundial de Folclore abre com críticas
josé mota

Congresso Mundial de Folclore termina no próximo domingo


Natacha Palma

Asessão solene de abertura do Congresso Mundial de Folclore, anteontem, no Centro Multimeios de Espinho, ficou marcada pelas críticas contra o Governo e a Comunicação Social pela falta de apoio e atenção em relação ao folclore.

O presidente da Câmara de Espinho, José Mota, apontou o dedo aos diversos governos, a quem acusou de olhar o folclore "com olhos vesgos". "O folclore é um dos principais sectores culturais do país, onde movimenta, de forma directa, cerca de meio milhão de pessoas, mas arrasta milhares de outras. No entanto, ainda nenhum governo olhou o folclore com atenção, porque se o tivesse feito, facilmente percebia a importância que teria para o próprio Poder Político".

"Falta de atenção"

Por sua vez, o presidente da Federação do Folclore Português, Fernando Ferreira, não ficou atrás nas críticas, dizendo-se magoado com a ausência de representantes do Governo Central e, sobretudo, do Ministério da Cultura na sessão solene. De salientar que, em representação da Rússia, esteve presente o próprio ministro da Cultura daquele país.

O presidente da União Internacional das Federações dos Grupos Folclóricos, o italiano Lillo Alessandro, disse também lamentar a falta de atenção dedicada ao folclore, "um movimento que consegue afastar tantos jovens do Mundo da droga e da delinquência" e que, só por isso, merecia outro apoio.

Fundos para nova sede

No que respeita a apoios, César de Oliveira, representando a Câmara de Gaia, aproveitou o momento para apelar aos diversos autarcas do país para que contribuam para a construção da nova casa da Federação do Folclore Português, sediada em S. Félix da Marinha, argumentando que o movimento do folclore deve ser visto como desígnio nacional.

Várias vezes apontado como um movimento que une os povos nas suas diferenças e riquezas culturais, os diversos intervenientes na sessão solene chamaram ainda a atenção para o papel do folclore na luta pela paz.

Quanto ao congresso em si, este ano sob o tema "Homens e mulheres dos grupos de folclore unem esforços, cruzam olhares no entendimento, na defesa e na preservação da identidade dos povos do Mundo", e que decorre na nave polivalente de Espinho, termina no domingo com uma romagem ao santuário de Fátima

terça-feira, 24 de abril de 2007

Barrinha de Esmoriz / Lagoa de Paramos


Barrinha prejudicada


O alargamento em 200 metros da pista do aeródromo de Paramos, em Espinho, está a ser alvo de acusações por parte das associações ambientalistas. 


 A Sociedade Portuguesa para o Estudo das Aves diz que o acrescento é ilegal e que termina numa zona integrada na Rede Natura (nas imediações da lagoa de Paramos ou Barrinha de Esmoriz). 

 Ainda segundo a SPEÁ, «a passagem de aeronaves a baixa altitude pela Barrinha de Esmoriz aumentará, provavelmente de forma irrecuperável, a pressão sobre um ecossistema frágil e único na costa situada entre a ria de Aveiro c o estuário do Minho». 

 A área em causa tem a designação I IVA (Importante Bird Arcas, ou seja, locais com significado internacional para a conservação das aves à escala global)


terça-feira, 10 de abril de 2007

Aeródromo de Paramos coloca aves em risco




Aeródromo de Paramos coloca aves em risco





A Sociedade Portuguesa para o Estudo das Aves (SPEA) protestou, em comunicado, contra o alargamento da pista do aeródromo de Paramos, em Espinho, considerando que "a conclusão do alargamento da pista e a regularização da passagem de aeronaves a baixa altitude pela lagoa de Paramos /barrinha de Esmoriz, aumentará, provavelmente de forma irrecuperável, a pressão sobre um ecossistema frágil e único na costa situada entre a Ria de Aveiro e o Estuário do Minho".

A designação daquela área como IBA (do inglês Important Bird Áreas) foi proposta pela SPEA, sendo as IBA locais com significado internacional para a conservação de aves à escala global.

Neste caso, um dos critérios que levou à designação da zona como IBA foi o facto de ali nidificarem quatro espécies de aves ameaçadas a garça-vermelha; a águia-sapeira; o garçote e o pernilongo.

A SPEA alertou, igualmente, para o facto de o alargamento ir reduzir, se não mesmo eliminar, o turismo de Natureza do local, referindo que se realizam inúmeras visitas de observação de aves organizadas por associações como a própria SPEA, a Quercus e o FAPAS. A área é também procurada para actividades de escolas secundárias e várias associações locais de defesa do Ambiente.

A SPEA lamentou que a vedação que está a ser erguida numa extensão de 200 metros constitua um "branqueamento oficioso da situação ilegal criada em 2004", concluindo que o Aeroclube da Costa Verde, concessionário do aeródromo, deve assumir a renaturalização da área em causa.

Estas críticas surgem depois de o Bloco de Esquerda também se ter insurgido contra o alargamento da pista

Festa de Nª Srª d’Ajuda 2026 - Fogo de Artifício com iluminação

  Fogo de Artifício com iluminação

Apresentação Blog Gazeta de Espinho

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