segunda-feira, 22 de agosto de 2022

Levantada interdição a banhos nas praias de Espinho




Levantada interdição a banhos nas praias de Espinho



A interdição que desde quinta-feira impedia a ida a banhos nas praias do concelho de Espinho, distrito de Aveiro, foi hoje levantada após resultados normais nas análises à água, anunciou a Câmara Municipal.

A proibição fora implementada na quinta-feira depois de os testes laboratoriais realizados pela Agência Portuguesa do Ambiente (APA) às águas da frente marítima de diversas praias do concelho terem revelado valores microbiológicos que, segundo a Autoridade Marítima Nacional (AMN), se encontravam acima dos parâmetros de referência.

A água esteve imprópria para banhos nas praias da Baía, Rua 37, Frente Azul, Paramos, Seca e Silvalde.

“Após a repetição das análises às águas balneares do concelho de Espinho e tendo-se verificado que os valores estão normalizados, foi revertida a interdição a banhos nas praias do concelho”, informou esta tarde fonte da Câmara Municipal de Espinho.

A mesma fonte considera assim “ultrapassado o fenómeno de arrastamento de matéria orgânica provocado pela precipitação intensa ocorrida na madrugada do passado dia 16”, o que afetou várias zonas costeiras do país.



Fonte  Lusa/Fim









Espinho vai ter novo centro empresarial após investimento de 28 milhões

 


Espinho vai ter novo centro empresarial após investimento de 28 milhões



O Grupo Tagar começa hoje a construir em Espinho um centro empresarial que, mediante um investimento de 28 milhões de euros, disponibilizará 23.000 metros quadrados de áreas industriais e de serviços a empresas de vários setores.


Localizada na freguesia de Paramos, a empreitada desse novo equipamento do distrito de Aveiro está implantada num terreno de 58.000 metros quadrados e, segundo revela à Lusa o diretor de investimentos do Grupo Tagar, deverá ficar concluída no prazo de dois anos. 

Estamos a falar de um tipo de estrutura que ainda não existe em Espinho e que, além de pavilhões e escritórios para aluguer chave-na-mão, incluirá diversos espaços partilhados para usufruto comum, como salas de reuniões, copa e cafetaria", afirma Hugo Pinto. 

O referido investimento de 28 milhões de euros envolve 50% de capitais próprios do Grupo Tagar, parte dos quais resultantes da gestão do Centro Empresarial da Feira, que, a operar no município contíguo ao de Espinho desde 2017, acolhe atualmente cerca de 70 empresas, entre as quais a Faurecia, McDonalds, Parfois e Bobbies Paris.  

"A operação em Santa Maria da Feira tem tido excelentes resultados e isso gerou uma grande expectativa para o projeto de Espinho, onde, ainda antes de a obra arrancar, já começámos a formalizar o contrato para os primeiros 11.000 metros quadrados de área industrial", adianta Hugo Pinto.  

Se em Santa Maria da Feira o grupo adquiriu as instalações da antiga fábrica de calçado Rohde e depois foi adaptando os vários edifícios do imóvel à sua nova utilização, em Espinho a aposta é em arquitetura de raiz, com base num projeto que procurará garantir ao equipamento "o máximo de eficiência energética" -- recorrendo para isso a painéis fotovoltaicos, temporizadores de fluxo de água e outros mecanismos com preocupações ambientais. 

Tendo como empresa-mãe a Tagar, firma de Ilídio Tavares e Edgar Garcia que na década de 80 se afirmou na Venezuela com a construção do Metro de Caracas, o Grupo Tagar nasceu em 1999, quando a essa primeira unidade os empresários acrescentaram a Eurotagar, que, operando no aluguer de gruas de torre e gruas móveis, assumiria então diversas obras do sistema rodoviário português. 

O grupo tornou-se rapidamente uma referência em autogruas, camiões-grua, plataformas elevatórias e outra maquinaria pesada para as indústrias da construção e metalomecânica, mas, face à crise do início do milénio no ramo das obras, em 2007 alargou a sua atividade também ao setor dos aerogeradores -- e, segundo o site da marca, foi assim que lhe viu atribuída "a concretização de quase todos os grandes parques eólicos em Portugal". 

Atualmente, o grupo integra ainda as empresas Idelgrua Ibérica, Gruav, Transtagar e Intergruas, estando presente em 14 países da Europa, África e América Latina.


FONTE LUSA 











Investimento de 28 milhões de euros para criar Centro Empresaria




O Centro Empresarial de Espinho será o primeiro equipamento no município a apresentar espaços prontos para ocupação imediata por empresas do setor industrial, marcas de serviços e profissionais liberais.

 O projeto é do Grupo Tagar e representa um investimento de 28 milhões de euros, metade dos quais financiados com capitais próprio do grupo de empresas especializado em construção civil, energias renováveis e equipamento industrial de grande porte como gruas e plataformas elevatórias.

A iniciativa surge na sequência do plano de Ordenamento da Zona Industrial de Paramos recentemente apresentado pela Câmara Municipal de Espinho com o objetivo de captar investimento que permitisse criar uma nova centralidade na freguesia de Paramos, conjugando as áreas afetas à exploração de atividades económicas com a consolidação de novas zonas habitacionais e a melhoraria das infraestruturas de acesso rodoviário. 

Implantado num terreno de 58.000 metros quadrados e reservando 23.000 para construções cobertas, o futuro Centro Empresarial de Espinho vai dispor de valências comuns como salas de reuniões e cafetaria e incluirá estacionamento próprio com capacidade para 500 viaturas e pontos de carregamento para veículos elétricos. 

Para Hugo Pinto, diretor de investimentos do Grupo Tagar, este projeto "representa um nível de modernidade importante para o setor empresarial de Espinho e acreditamos que funcionará como um estímulo para a atividade das empresas e profissionais que se associarem ao projeto, dada a dinâmica que todo o complexo vai ter e a rede parcerias que facilitará."
 
Miguel Reis, Presidente da Câmara Municipal, que acompanhou a visita ao local onde nascerá o Centro Empresarial de Espinho, vê este projeto como "uma excelente notícia para Espinho e para os Espinhenses. 

É um investimento que terá repercussões muito positivas em várias frentes - melhora as condições para o crescimento e fortalecimento do tecido empresarial do concelho, criará entre 400 a 500 novos postos de trabalho e permite criar uma nova centralidade no nosso território. 

É um sinal claro de que a visão de desenvolvimento da autarquia tem correspondência nos agentes do setor privado e permitirá que o concelho cresça e se consolide para sul." 



Betão pré-fabricado no edifício e paisagismo na envolvente


O projeto do novo Centro Empresarial de Espinho é do arquiteto italiano Alex Tona, que revela que o edifício será construído em betão pré-fabricado e exibirá uma "traça modernista especialmente cuidada ao nível estético", para que imóvel e respetivas zonas verdes se adequem devidamente às estruturas habitacionais da envolvente. 

"Estamos a falar de uma zona de passagem com algum movimento e queremos salvaguardar o enquadramento de tudo, portanto todo o edifício vai ser circundado por jardins e a envolvente dos espaços empresariais será sujeita a arranjos exteriores de arquitetura paisagística", diz o arquiteto.

O investimento vai envolver também uma intervenção cuidadosa ao nível das acessibilidades, o que, segundo Alex Tona, se concretizará em dois domínios: um estritamente rodoviário, que pretende assegurar "arruamentos mais largos do que o habitual para evitar que um carro parado seja o suficiente para impedir a circulação dos camiões"; e outro ao nível da mobilidade acessível para todos, que prevê o "rebaixamento de passeios e outras medidas necessárias para uma circulação que não coloque quaisquer impedimentos" a pessoas com deficiência ou incapacidade temporária, ciclistas e cidadãos com carrinhos de bebé ou similares.

No contexto energético, estão igualmente a ser avaliados os requisitos exigidos em termos de certificação para que o Centro Empresarial de Espinho seja "ambientalmente responsável". 

Entre as soluções já previstas incluem-se painéis fotovoltaicos para conversão de energia solar em eletricidade a utilizar no aquecimento de águas e salas, reguladores de fluxo de água para redução do desperdício e sistemas de captação e filtração de águas pluviais para reutilização em autoclismos e regas.


Pavilhões ecoindustriais pensados para trabalho por turnos



Alex Tona realça que o objetivo dessas medidas de eficiência energética é garantir que "todas as marcas instaladas no local possam funcionar como empresas ecoindustriais", de acordo com uma política que visa a partilha de recursos comuns, o auxílio mútuo e "a preocupação de deixar na comunidade a menor pegada ambiental possível". 

Isso não invalida, contudo, que cada pavilhão com 5.000 a 6.000 metros quadrados de área útil possa ser rentabilizado ao máximo em termos de produção, pelo que, antes das especificações requeridas pelos respetivos inquilinos, esses espaços apresentarão apenas um número mínimo de divisórias internas e privilegiarão o conceito open space.


No mesmo espírito de competitividade, também o estacionamento do novo centro empresarial reserva, entre os seus 500 lugares, mais de 100 para uso exclusivo de funcionários das empresas aí instaladas. 

O arquiteto explica que isso visa assegurar "aparcamento sempre disponível mesmo nas mudanças de turno", em específico naqueles momentos em que, estando alguns funcionários ainda a trabalhar, os que chegam para os substituir poderiam não encontrar lugares vagos a tempo de iniciar funções no horário exato.


Hugo Pinto admite que, para grande parte da população, esses podem parecer detalhes menores, mas garante que, para um empresário e empregador, o que está em causa são "mais-valias que representam ganhos consideráveis de eficiência e competitividade, sobretudo quando multiplicados por vários funcionários e por dias sucessivos". 

Numa altura em que os próprios governos começam a legislar sobre a necessidade de separar a vida profissional da vida pessoal, o diretor de investimentos do Grupo Tagar defende, aliás, que "esse equilíbrio passa não apenas por gerir bem cada euro, mas também por gerir ainda melhor cada minuto e cada segundo".



Sobre o Grupo Tagar:


O Grupo Tagar tem como empresa-mãe a Tagar, firma que Ilídio Tavares e Edgar Garcia criaram na década de 1980 e que logo se afirmou na Venezuela com a construção do Metro de Caracas. Em 1999 os mesmos empresários fundavam a Eurotagar, que, operando no aluguer de gruas de torre e gruas móveis, ganhou os contratos relativos a várias autoestradas e outras estruturas viárias em Portugal.

 Essa empresa acabaria por especializar-se na disponibilização de autogruas, camiões-grua, plataformas elevatórias e outros equipamentos de grande porte para a indústria da construção e da metalomecânica.

Ilídio Tavares e Edgar Garcia decidiram, contudo, diversificar o seu ramo de atividade na sequência da crise que, na viragem do milénio, se abateu sobre o setor da construção e, dessa forma, em 2007 lançaram-se no negócio das energias renováveis. 

Foi nesse domínio que a Eurotagar assumiu a concretização de quase todos os grandes parques eólicos em Portugal, entre os quais os de Moimenta da Beira e o de Três Marcos, em Vila Nova de Paiva.

Seguir-se-ia a fase de plena internacionalização do grupo, que, estando já presente na Venezuela, entraria em Espanha em 2009 e no Chile e em Marrocos em 2012. 

Os mercados seguintes foram Panamá, Moçambique, África do Sul, Quénia, Costa Rica, Nicarágua, Honduras, Guatemala e França. Nesse universo global, uma das obras mais impressivas da marca foi o Parque Eólico Malleco, que, no Chile, abarca 77 aerogeradores, cada um dos quais com capacidade para gerar 4.2 MW de energia.


Atualmente, além da Tagar e da Eurotagar, o grupo integra ainda as empresas Idelgrua Ibérica, Gruav, Transtagar e Intergruas, o que representa uma força laboral conjunta na ordem dos 300 postos de trabalhos diretos.

A primeira experiência do Grupo Tagar em espaços para ocupação imediata em formato chave-na-mão foi o Cento Empresarial da Feira, que desde 2017 funciona nas antigas instalações da gigante de calçado Rohde e atualmente acolhe cerca de 70 firmas, estejam elas instaladas em pavilhões industriais ou em escritórios mais vocacionais para serviços, empresários individuais e outros profissionais.

 Qualquer que seja a dimensão do espaço em causa, o facto é que cada locação foi entregue ao devido inquilino de acordo com as especificações técnicas exigidas à atividade da sua empresa, o que levou a que se instalassem no referido equipamento marcas como a Faurecia, McDonalds, Parfois, Resiway, AESSEAL, RentPiano e FuneralBooking.


sábado, 20 de agosto de 2022

" Ondas de verão ” 2022 - Os Quatro e Meia

 


Os Quatro e Meia  animaram a Praça do Mar 




Espinho recebeu mais um concerto inserido na programação das «Ondas de Verão». Desta vez, foi a banda revelação de Coimbra, Os Quatro e Meia, que animou a noite de sábado, 20 de agosto.

Os Quatro e Meia conquistaram o coração do público com os seus sucessos musicais, num espetáculo que encheu a Praça do Mar.

A banda, composta por seis elementos - João Cristóvão Rodrigues, Mário Ferreira, Pedro Figueiredo, Ricardo Liz Almeida, Rui Marques e Tiago Nogueira - apresentou alguns dos seus trabalhos, numa noite agradável e vibrante, com bastante sonoridade e ritmo portugueses, que fez as delícias de todos os presentes, artistas e público.






































Em maio de 2013, cinco amigos com gosto pela música juntavam-se para uma pequena atuação num Sarau de Gala no TAGV, em Coimbra. Estava assim realizada a primeira reunião d’Os Quatro e Meia. 

Atualmente a banda é composta por seis elementos — João Cristóvão Rodrigues (violino e bandolim), Mário Ferreira (acordeão e voz), Pedro Figueiredo (Percussão), Ricardo Liz Almeida (guitarra e voz), Rui Marques (contrabaixo) e Tiago Nogueira (guitarra e voz). 

Com base na ideia de que "todos os dias são dias bons, simplesmente, uns dão mais trabalho para o ser do que outros", a banda apropriou-se de uma expressão recorrente do nosso quotidiano, "P'ra Frente é Que É Lisboa”, para criar a sua primeira composição, e assim batizar o seu single de apresentação. 

O álbum de estreia – "Pontos nos Is” – foi editado a 30 de junho de 2017, com o selo da Sony Music Portugal, e entrou diretamente para o primeiro lugar do top nacional de vendas. 

A digressão "Pontos nos Is” passou por salas como a Casa da Música (Porto), CC Olga Cadaval (Sintra), Casino de Tróia e festivais como o MEO Marés Vivas ou O Sol da Caparica, dando a conhecer as músicas do álbum, com a boa disposição e energia que tanto caracterizam Os Quatro e Meia. 

A estreia no Coliseu do Porto, em novembro de 2018, foi um sucesso, bem como no Coliseu dos Recreios, em outubro de 2019, tendo atuado para uma sala esgotada. 

Em 2020 os Quatro e Meia regressam com o segundo longa-duração de originais "O Tempo Vai Esperar”. O álbum é composto por 11 faixas, sendo editado em setembro, com produção de João Só. 

Os singles A Terra Gira, Canção do Metro e o mais recente Bom Rapaz que conta com a participação especial do músico Carlão são alguns dos temas incluídos no álbum que, tal como Pontos nos Is, conquistou o primeiro lugar no top nacional de vendas na semana em que foi editado.

2020 terminou com um concerto esgotado no Campo Pequeno e já em 2021 estrearam-se em dose dupla no Superbock Arena — Pavilhão Rosa Mota, com sala cheia, tendo contado nos três concertos com Tatanka e Carlão como convidados. 

2021 trouxe ainda uma nomeação para os Prémio Play, na categoria de "Melhor Banda”.

2022 foi o ano em que a banda deu o maior concerto da carreira da banda, até agora, no Estádio Cidade de Coimbra, a 25 de junho.

 Confirmada está também a presença no palco principal de um dos maiores festivais de verão do país, o NOS Alive. Para completar o leque de desafios, Os Quatro e Meia foram finalistas do Festival da Canção 2022, com "Amanhã”, da autoria de Tiago Nogueira, terminando o concurso em 2.º lugar.

2023 será o ano em que subirão ao palco da maior sala de Lisboa, a Altice Arena.


Sueca é a tradição que engana a solidão

 


Sueca volta ao Marquês e ao Castelo do Queijo para matar a solidão



Idosos juntam-se em jardins, praças e junto à praia para jogar às cartas e conviver. 


Tradição resiste, apesar da pandemia ter "ceifado alguns dos jogadores".

Mais do que o vício de jogar às cartas, é a necessidade de convívio que faz com que muitos idosos do Porto se juntem em jardins e praças para, de baralho na mão e olhos postos na mesa, colocarem a conversa em dia, recordando tempos antigos e afastando a solidão. 

A tradição tem muitos anos e nem a pandemia foi capaz de a extinguir. 

Por terem contribuído durante décadas para o Estado, reclamam agora por melhores condições no espaço público que frequentam, nomeadamente casas de banho. 

Muitas delas continuam fechadas.


FONTE JN








Há mais notas contrafeitas a serem confiscadas devido a venda de dinheiro falso na internet

 


Há mais notas contrafeitas a serem confiscadas devido a venda de dinheiro falso na internet



Dinheiro falso é produzido para ser usado como adereço, mas como notas são muito semelhantes “são aceites como verdadeiras, causando prejuízo econômico aos destinatários”, lê-se no Relatório Anual de Segurança Interna


Em 2021, foram apreendidas 12.524 notas contrafeitas, um crescimento de 65% em comparação com 2020. O valor apreendido aumentou ainda mais (178%), de 258 mil para 717 mil euros no mesmo período. Todas as notas, com exceção das de 50 euros, registaram um aumento de apreensões. 

Os dados são do Relatório Anual de Segurança Interna (RASI).

“Foram detetadas dezenas de encomendas postais, oriundas de países como a China e a Turquia, contendo no seu interior centenas de notas, refere a Polícia Judiciária (PJ).

 Este tipo de dinheiro - conhecido como “movie money, prop copy ou turcas” - são fabricados para servir de adereço e contêm a indicação explícita de que são falsos. 

Contudo, como são muito semelhantes, “são aceites como verdadeiras, causando prejuízo económico aos destinatários”, lê-se no RASI.






Fonte JN



sexta-feira, 19 de agosto de 2022

Carrinhos de compras abandonados na rua

 


Moradores de Braga furiosos com carrinhos de compras abandonados na rua


Os moradores das urbanizações que circundam o centro comercial Braga Parque, onde está instalada uma loja Pingo Doce, dizem-se "desagradados" com a quantidade de carrinhos de compras daquele supermercado que têm sido abandonados na via pública.

 A empresa admite que o problema "não é novo", mas "não pode controlar saída dos carrinhos do shopping e dos parques de estacionamento".

"Só numa caminhada que fiz, desde a Avenida Antero de Quental até à rotunda da Universidade do Minho, dei de caras com um vasto número de carrinhos nos mais diversos locais e posições", lamenta Mário Relvas, um dos moradores indignados com a situação.

Segundo o bracarense, além do abandono dos equipamentos na via pública, já assistiu "a rapazes sentados nos carrinhos e outros a empurrá-los, fazendo corridas de rua. 

Às vezes, batem em carros devidamente estacionados, danificando-os"


FONTE : JN





quinta-feira, 18 de agosto de 2022

Ponte Maria Pia pode vir a ser pedonal e ciclável




IP vai analisar com Gaia e Porto como criar via pedonal e ciclável na Ponte Maria Pia



 A Infraestruturas de Portugal (IP) revelou hoje à Lusa ter previsto analisar com os municípios de Vila Nova de Gaia e do Porto a utilização futura da Ponte Maria Pia, sobre o Douro, como via pedonal e ciclável.


Em resposta a um conjunto de perguntas sobre a situação da antiga ponte ferroviária Maria Pia, a sua manutenção e projetos futuros para aquela estrutura, a IP deu conta do seu envolvimento no projeto de recuperação do Ramal da Alfândega que a autarquia liderada por Rui Moreira projetou.

“Relativamente a projetos futuros, informa-se que está em vigor um contrato de subconcessão celebrado com o Município do Porto para adaptação e utilização da plataforma do Ramal da Alfandega, entre os quilómetros 0,491 e 3,359, para fins dos modos suaves de mobilidade, turísticos e/ou lazer, estando prevista na sequência desse projeto a análise conjunta pela IP e pelos Municípios de Gaia e do Porto da utilização futura da Ponte Maria Pia como via pedonal e ciclável”, lê-se na resposta.

Há cerca de um ano, a Câmara do Porto apresentou duas soluções para a reativação do Ramal da Alfândega, tendo o presidente, Rui Moreira, mostrado abertura a uma solução definitiva que concilie transporte público e lazer, através da definição de horários de utilização.

Esses projetos preveem, num dos casos, o transporte elétrico da Alfândega do Porto até Campanhã, através do ramal desativado em 1989, bem como a utilização da ponte como via ciclável, inserida numa área de lazer que incluirá a criação de um parque urbano sobranceiro ao rio Douro.

A 28 de abril, a autarquia adiantou aguardar apenas pelo visto do Tribunal de Contas, que pedira esclarecimentos sobre o contrato, para avançar com a empreitada de estabilização da escarpa adjacente ao Ramal da Alfândega.

A empreitada inclui a estabilização preventiva de três taludes rochosos, bem como a limpeza da vegetação, o saneamento dos blocos, a demolição das estruturas em ruínas, o recalcamento de reentrâncias, a reabilitação de muros, a colocação de degraus em falta, a estabilização das construções existentes e a colocação de redes metálicas de alta resistência.

Utilizado para transporte de mercadorias, o Ramal da Alfândega foi desativado em 1989.

Ainda sobre a antiga ponte ferroviária, a IP assegurou “que efetua um acompanhamento rigoroso ao estado de conservação da Ponte Dona Maria Pia” e que, apesar da mesma estar sem exploração há mais de 30 anos, (…) tem sido alvo de inspeções principais e de um conjunto de intervenções de manutenção, de forma a assegurar a integridade dos principais elementos que constituem a ponte, não se prevendo em consequência no curto médio prazo a execução de uma grande intervenção na Ponte Maria Pia”.



FONTE LUSA 











PSD questiona tutela sobre “abandono” da ponte D. Maria Pia entre Porto e Gaia



O PSD lamenta o “estado de abandono” da ponte D. Maria Pia, entre o Porto e Vila Nova de Gaia, e exige que o Governo revele o futuro desta infraestrutura, segundo um requerimento a que a Lusa teve acesso.

“A ponte D. Maria Pia está classificada como monumento nacional pela grande beleza arquitetónica e foi projetada por Gustave Eiffel. Há 31 anos que a ferrovia deixou de utilizar a ponte. A referida ponte está num deplorável estado de abandono e sem conhecer um plano concreto para a sua reconversão e utilização”, lê-se no texto assinado pelo deputado Firmino Pereira.

O social-democrata exige saber se a Infraestruturas de Portugal está a desenvolver algum projeto de recuperação.

“Se existe algum projeto em elaboração e quando se prevê a sua conclusão? Qual a utilidade que a infraestruturas de Portugal conceptualiza para a Ponte D. Maria Pia?”, são algumas das perguntas remetidas pelo PSD ao ministro das Infraestruturas e da Habitação, Pedro Nuno Santos.

Lembrando, no texto, que “foram feitos muitos estudos pelas Câmaras Municipais do Porto e de Vila Nova de Gaia”, Firmino Pereira refere que “até hoje, nada de concreto se concretizou” e pede à tutela que revele se a Infraestruturas de Portugal “pondera fazer obras de reconversão na ponte D. Maria Pia”.

“Em 2017 a Infraestruturas de Portugal anunciou ter estudado a utilização da ponte para a instalação de um circuito pedonal e ciclovia. A ponte D. Maria Pia está abandonada e considero inqualificável não existir vontade por parte do Estado em colocar esta obra emblemática, do ponto de vista da engenharia, ao serviço das pessoas e como polo de atratividade turística”, defende o deputado do PSD.

Firmino Pereira sublinha que “a ponte D. Maria Pia merece ter um futuro em termos de utilização, que não se compadece com a indefinição e desprezo da entidade gestora da ponte” e que passaram mais de três décadas após o encerramento desta travessia.

“A ponte D. Maria Pia como monumento nacional está há demasiado tempo para ter um presente e um futuro de utilidade e considero imperiosa e prioritária a sua recuperação”, conclui.

Em causa está uma ponte onde passaram os comboios sobre o Douro durante 114 anos que está sem qualquer utilidade funcional desde 1991, altura em que entrou em funcionamento a nova ponte ferroviária de São João.

Inaugurada em 1877 pela rainha que lhe deu o nome, a ponte Maria Pia é considerada a primeira grande obra de Gustavo Eiffel, tendo obtido um prémio internacional de engenharia.

Com 1.600 toneladas de ferro, foi laboratório de soluções técnicas inovadoras para a época, como a conceção de um tabuleiro de 54 metros sobre um arco único de 160 metros de corda.

Na sua construção, ao longo de ano e meio, estiveram envolvidas cerca de 150 pessoas.

Só há duas pontes iguais, uma em França e outra na Alemanha, ambas construídas posteriormente à estrutura que liga as duas margens do Douro.

Depois de desativada, vários destinos foram apontados à Ponte Maria Pia, para além do seu desmantelamento, sem nenhum ter chegado a avançar.

Em 2004 foi mesmo assinado um protocolo com as Câmaras do Porto e Gaia para a transformação da antiga ponte ferroviária em ciclovia, o que representaria um investimento de 1,5 milhões de euros, ainda sem ser cumprido.

Em 2007 a Refer assinalou os 130 anos da Ponte Maria Pia com o anúncio de um investimento de dois milhões de euros na pintura da estrutura.

Três anos depois, em 2010, uma empresa de atividades ao ar livre tentou, em vão, obter autorização para realizar saltos de bungee jumping daquela ponte sobre o Douro.

Já em 2013, e no âmbito do Concurso Internacional de Ideias Norte 41, dois arquitetos propuseram a relocalização da Ponte Maria Pia no interior do quarteirão da Companhia Aurifícia.


Fonte Lusa 



Seis praias de Espinho interditas a banhos



Seis praias de Espinho interditas a banhos


Seis praias do concelho de Espinho estão, desde esta quinta-feira, interditas a banhos após resultado de análises que revelaram valores de poluição acima do recomendado.

De acordo com informação pública, avançada pelos Bombeiros do Concelho de Espinho, encontra-se interdita a Praia de Paramos, Praia de Silvalde, Praia Rua 37, Praia da Baía, Praia da Seca e Praia da Frente Azul, "após a análise da qualidade da água balnear, realizada pelo Município de Espinho através de laboratório acreditado, ter revelado valores microbiológicos acima dos valores de referência, encontrando-se, portanto, imprópria para banhos".

É, ainda, informado que esta interdição "manter-se-á até que os resultados das análises à qualidade da água balnear indiquem que os valores microbiológicos se encontram dentro dos parâmetros de referência".

Também em agosto do ano passado, a Praia da Rua 37 e a Praia da Baía foram interditas a banhos depois de um grupo de oito crianças ter sofrido reações alérgicas após banho na Praia da Baía.


FONTE  JN 



Ponto de situação - Túnel Bairro Piscatório Silvalde


 

Passagem rodoviária em Silvalde concluída em 2023



Depois de terminada a construção da passagem no Rio Largo, seguem-se mais duas em Silvalde.



Com os trabalhos da responsabilidade da IP – Infraestruturas de Portugal terminados no que diz respeito à construção da passagem inferior pedonal na zona do Rio Largo, na entrada Norte da cidade, restam agora as duas empreitadas que decorrem em Silvalde e que estão inseridas no projeto de requalificação e modernização da linha do Norte.

Junto à linha férrea, na freguesia de Silvalde, “estão em curso trabalhos de betão armado para a execução das escadas, nos dois edifícios laterais da passagem superior” pedonal que está a ser construída pela Infraestruturas de Portugal e que se assemelha à passagem já existente perto da Rua 5.

 Segundo a IP, estão, assim, a ser executados “trabalhos preparatórios no tabuleiro da obra de arte, já transportado para junto da obra, com vista à sua colocação sobre a via férrea”. 

De acordo com a empresa, atualmente “não se registam dificuldades especiais na execução da obra, para além das previstas, decorrentes dos períodos limitados disponíveis para execução de trabalhos sobre a linha do Norte”.

É também em Silvalde, junto ao Bairro Piscatório, que está a ser construída uma das obras mais aguardadas pela população da freguesia. Trata-se da construção de uma passagem inferior rodoviária, que vai ligar a Avenida S. João de Deus e a Rua do Golf e que tem, atualmente, a sua conclusão prevista para o primeiro trimestre de 2023.


Fonte : Defesa de Espinho













Passageiro ferido após avaria em automotora na linha ferroviária do Vouguinha

  Passageiro ferido após avaria em automotora do Vouguinha Os cerca de 100 passageiros, que seguiam nas carruagens, foram transportados de a...

Apresentação Blog Gazeta de Espinho

Carrega aqui para falar