Aniversario
Direito autoral ou direito de autor
AVISO
segunda-feira, 23 de março de 2020
domingo, 22 de março de 2020
"Não use máscara, é falsa sensação de segurança"
Não use máscara, é uma falsa sensação de segurança", reiterou a diretora-geral da Saúde, este domingo. E as máscaras de tecido "nem sequer são impermeáveis". O essencial da proteção é "o distanciamento social", frisou Graça Freitas.
As declarações da diretora-geral da Saúde foram feitas, este domingo, na conferência de imprensa sobre o boletim epidemiológico sobre a Covid-19 em Portugal.
Quando questionada sobre a falta de máscaras e o facto de haver quem esteja a fabricar máscaras em tecido, Graça Feitas foi clara: "Usar máscara não vale a pena, o distanciamento social é o mais importante" na proteção contra o novo coronavírus.
"Nós também estamos aqui a trabalhar sem máscaras, e vocês [jornalistas], estamos distantes uns dos outros. Isso é que é fundamental", exemplificou.
Em relação ás máscaras que estejam a ser feitas de tecido (normal), a diretora da DGS afirma: "não se pode fiar na falsa proteção de uma máscara, é um bocado de tecido na boca". E acrescenta: "nem sequer são impermeáveis, com a humidade o vírus passa".
"Não use máscara, é uma falsa sensação de segurança", frisou Graça Freitas, uma vez que as pessoas usam máscara e depois não mantêm a distância de um metro com os outros, exigida como medida de proteção.
Distanciamento social e ter o cuidado de espirrar ou tossir para o braço, evitando usar as mãos, são conselhos que a responsável da DGS voltou a sublinhar, este domingo.
Sandra Alves
FONTE JN
sábado, 21 de março de 2020
Lojas aberto ou fechado
O que tem de estar aberto ou fechado nesta fase do estado de emergência
O que tem de estar aberto
O decreto determina que têm de estar abertos os seguintes estabelecimentos e serviços, mesmo quando instalados em centros comerciais:
- Minimercados, supermercados, hipermercados, frutarias, talhos, peixarias, padarias e as bancas alimentares de mercados.
- Produção e distribuição agro-alimentar e lotas.
- Restauração e bebidas, para confecção de refeições prontas a levar para casa, nos termos acima referidos.
- Serviços de entrega ao domicílio.
- Serviços médicos, de saúde, de apoio social, farmácias, locais de venda de medicamentos não sujeitos a receita, oculistas, lojas de produtos médicos, ortopédicos, cosmética, higiene, naturais e dietéticos.
- Papelarias e tabacarias (jornais, tabaco) e jogos sociais.
- Serviços públicos essenciais e respectiva reparação e manutenção: água, energia eléctrica, gás natural e gases de petróleo liquefeitos canalizados, comunicações electrónicas, correios, recolha e tratamento de águas residuais e de efluentes, de gestão de resíduos sólidos urbanos e de higiene urbana e de transporte de passageiros.
- Clínicas veterinárias e lojas de venda de animais de companhia e respectivos alimentos.
- Venda de flores, plantas, sementes e fertilizantes.
- Lavagem e limpeza a seco de têxteis e peles, drogarias, lojas de ferragens e de material de bricolage.
- Postos de abastecimento de combustível e lojas de venda de combustíveis para uso doméstico.
- Manutenção e reparação de veículos automóveis, motociclos, tractores, máquinas agrícolas, venda de peças e acessórios e reboque.
- Venda e reparação de electrodomésticos, equipamento informático e de comunicações.
- Serviços bancários, financeiros e seguros.
- Actividades funerárias.
- Serviços de segurança ou de vigilância ao domicílio, bem como de manutenção e reparações ao domicílio, actividades de limpeza, desinfecção, desratização e similares.
- Estabelecimentos turísticos, que podem servir restauração e bebidas apenas aos hóspedes, excepto parques de campismo.
- Alojamento estudantil.
O que tem de fechar
-Actividades recreativas, de lazer e diversão: discotecas, bares, salões de dança ou de festa, circos, parques de diversões, recreativos para crianças, aquáticos, jardins zoológicos (é permitido o acesso aos trabalhadores para cuidar dos animais).
- Locais destinados a práticas desportivas de lazer.
- Actividades culturais e artísticas: auditórios, cinemas, teatros, salas de concertos, museus, monumentos, palácios, locais arqueológicos, (centros interpretativos, grutas, sejam nacionais, regionais ou municipais, públicos ou privados ( permitida a entrada aos trabalhadores para conservação e segurança), bibliotecas, arquivos, praças, locais e instalações tauromáquicas, galerias de arte e salas de exposições.
- Pavilhões de congressos, salas polivalentes, salas de conferências e pavilhões multiusos.
-Actividades desportivas, salvo as destinadas à actividade dos atletas de alto rendimento: campos de futebol, rugby, pavilhões ou recintos fechados, pavilhões de futsal, basquetebol, andebol, voleibol, hóquei em patins e similares, campos de tiro, courts de ténis, padel, pistas de patinagem, hóquei no gelo, piscinas, rings de boxe, artes marciais, circuitos permanentes de motas, automóveis, velódromos, hipódromos, pavilhões polidesportivos, ginásios e academias, pistas de atletismo, estádios, termas e spas.
- Actividades em espaços abertos, espaços e vias públicas privadas equiparadas a públicas: pistas de ciclismo, motociclismo, automobilismo, salvo as destinadas à actividade dos atletas de alto rendimento, provas e exibições náuticas e aeronáuticas, desfiles e festas populares, manifestações folclóricas ou de qualquer natureza.
- Casinos, estabelecimentos de jogos de fortuna ou azar, como bingos, salões de jogos ou recreativos.
- Máquinas de venda de comida embalada.
Para saber mais consulte
Aparelho permite que ladrão ligue carro sem chave
Dispositivo replica o sinal do controle remoto do veículo.
Técnicos conseguiram abrir portas e dar partida em 18 modelos; veja teste

Investigadores dos Estados Unidos conseguiram abrir e dar a partida em 18 modelos de carros usando um aparelho eletrônico:
O instituto decidiu testar um dispositivo criado especialmente para demonstrar a vulnerabilidade de veículos com partida sem chave ("keyless") depois que ladrões foram filmados usando algum tipo de aparelho que simulava o controle remoto dos carros.
Um teste semelhante foi feito no começo do ano associação alemã de automóveis (Adac).
Como funciona
O experimento do NICB usou, na verdade, dois dispositivos que funcionam quase simultaneamente. O primeiro capta o sinal do controle remoto do carro, quando o objeto é deixado no veículo ou o dono está com ele por perto.
Ele envia esse sinal a um segundo dispositivo que é acionado e "engana" o carro, que "pensa" que está recebendo o sinal do controle remoto.
Nos modelos cujo motor pode ser ligado por um botão, o código replicado também permite a ignição porque o sistema entende que o controle remoto está por perto -- condição para que a partida sem chave ocorra.
O aparelho usado nos testes foi obtido com um especialista em segurança e fabricado por uma empresa de fora dos EUA, com intuito de ajudar no combate ao roubo de veículos, diz o NICB.
Resultados
Ele foi testado em 35 modelos diferentes
Em 12 deles, o dispositivo também conseguiu religar o motor após um tempo rodando.
O instituto não divulgou quais modelos são vulneráveis. O jornal "Los Angeles Times", citando o diretor de comunicação do NICB, Roger Morris, disse que na lista estão Ford Edge 2015, Volkswagen Jetta Hybrid 2013 e Toyota Camry 2017. As montadoras não comentaram.
“Agora sabemos por nós mesmos que esses aparelhos funcionam. Talvez não em todos os modelos, mas em um grande número de carros que podem ser alvos de ladrões, que podem roubá-los com relativa facilidade", disse Joe Wehrle, presidente do NICB. "A parte mais assustadora é que, a menos que o crime seja filmado por câmeras de seguranã, não há como o proprietário nem a polícia saberem o que aconteceu."
Dicas para prevenir roubos sem chave
No entanto, as marcas estão a trabalhar ativamente no desenvolvimento de soluções que permitam robustecer a segurança destes sistemas. A ADAC recomenda que o sistema seja desativado para que este método seja impossível de concretizar, mesmo que perca o conforto oferecido pela entrada e ignição sem chave. Outra recomendação passa pela aquisição de uma caixa metálica ou bolsa capaz de bloquear a passagem do sinal da chave.
sexta-feira, 20 de março de 2020
Espinho já tem um centro de acolhimento para combate ao coronavírus
Espinho já tem um centro de acolhimento para combate ao coronavírus
Local também pode ser ser utilizado para acolher pessoas que necessitam de permanecer em isolamento.
Como medida de combate ao novo coronavírus, Espinho já tem um centro de acolhimento de grupos de reforço constituídos por 50 operacionais apoiados por 15 veículos. O local também pode ser ser utilizado para acolher pessoas que necessitam de permanecer em isolamento.
A medida está enquadrada no Plano Nacional do COVID-19 e foi preparada pelos bombeiros do Concelho de Espinho. A estrutura foi montada no edifício da ex-escola básica da Seara, em Silvalde.
Os bombeiros passam a disponibilizar, a partir de hoje, uma tenda climatizada e um gerador de grande capacidade. São recursos que permitem mobilizar, num tempo máximo de 12 horas, meios de logística pesada para reforçar os espaços de qualquer instituição.
A valência foi disponibilizada pelo Grupo Milícia.
Ambas as situações estão a ser realizadas em estreita articulação com o Serviço Municipal de Protecção Civil. A Cruz Vermelha Portuguesa de Espinho também colabora na disponibilização de almofadas, cobertores e lençóis.
Paulo Jorge Duarte
FONTE CM

A valência foi disponibilizada pelo Grupo Milícia.
Ambas as situações estão a ser realizadas em estreita articulação com o Serviço Municipal de Protecção Civil. A Cruz Vermelha Portuguesa de Espinho também colabora na disponibilização de almofadas, cobertores e lençóis.
Paulo Jorge Duarte
FONTE CM

Conheça as medidas anunciadas pelo Governo
Estado De Emergência
Estado De Emergência
Conheça As Medidas Anunciadas Pelo Governo
O Conselho de Ministros definiu as medidas que vão vigorar em ESTADO DE EMERGÊNCIA. Nestas medidas inclui-se as restrições de circulação na via pública, o encerramento de atividades comerciais, o recurso ao teletrabalho sempre que possível e o encerramento de serviços públicos de atendimento presencial, como as Lojas do Cidadão, entre outras medidas. As cadeias de abastecimento de bens e serviços essenciais continuam a ser asseguradas.
Depois de decretado o Estado de Emergência Nacional por parte do Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, competiu ao Governo definir quais as medidas a adotar perante esta nova circunstância.
Deste modo, o Conselho de Ministros definiu as novas medidas que inclui o “isolamento obrigatório” para doentes com Covid-19 ou que estejam sob vigilância ativa, sob o risco de “crime de desobediência”.
Quanto aos restantes cidadãos, que não estejam doentes ou em vigilância, o recolhimento não é obrigatório, devendo cumprir um “dever geral de recolhimento domiciliário”.
Fique a saber em detalhe as medidas da resolução do Conselho de Ministros
Limitações ao direito de deslocação:
Definidos três tipos de grupo.
• Pessoas com a doença Covid-19 e todos os cidadãos em vigilância ativa pelas autoridades de saúde ficam em isolamento obrigatório, sob pena de crime de desobediência.
• As pessoas com mais de 70 anos e de grupos de risco de morbilidade têm dever especial de autoproteção e devem "evitar a todo o custo qualquer deslocação desnecessária para fora da residência para seu próprio bem". Este grupo só podem sair à rua em “situações excecionais” como ir ao banco, correios, centros de saúde.
• Restante população, mantém-se o dever geral de recolhimento domiciliário, sendo de evitar deslocações para além daquelas que são necessárias. Podem ser realizadas deslocações para aquisição de bens e serviços (idas a supermercados, farmácias, agências bancárias, por exemplo); por motivos profissionais, quando não possível o teletrabalho; por motivos de saúde ou de assistência a familiares ou pessoas dependentes; para atividade física de curta duração, sendo proibido o exercício coletivo (considerando-se coletivo mais de duas pessoas); e para acompanhamento de menores e para passeio de animais de companhia.
Circulação de Veículos:
• Só podem circular na vida pública no cumprimento das deslocações referidas no ponto anterior. Todas as deslocações efetuadas devem ser respeitadas as recomendações e ordens determinadas pelas autoridades de saúde.
Serviços públicos de atendimento presencial:
• Os serviços públicos de atendimento presencial são suspensos, mantendo-se a prestação desses serviços através dos meios digitais e dos centros de contacto com os cidadãos e as empresas.
Teletrabalho:
• As entidades empregadoras, de natureza pública ou privada, devem promover, sempre que possível, a disponibilização de meios de teletrabalho aos seus trabalhadores.
Atividades comerciais a encerrar:
- • Nos estabelecimentos com atendimento ao público a regra é o encerramento (inclusive nos centros comerciais, com exceção de algumas lojas). São exceções à regra do encerramento os estabelecimentos que vendem «bens essenciais à vida do dia a dia», como supermercados, padarias, mercearias, bombas de gasolina, farmácias ou quiosques.
- • A restauração deve encerrar o atendimento ao público, mas o Governo apela para que se possam manter em funcionamento para serviços de entrega ao domicílio e “take-away” (recolha na loja).
- • Nos estabelecimentos comerciais que se mantenham abertos devem ser mantidas as normas ditadas pela Direção Geral de Saúde quanto ao “afastamento social”, devendo ser privilegiado o atendimento à porta e no postigo para evitar o contacto dos clientes com os colaboradores. Nesses estabelecimentos devem também ser seguidas as normas de higienização das superfícies e a utilização, quando indicado, de equipamento de proteção individual.
- • O acesso a estes estabelecimentos é, nas duas primeiras horas de funcionamento diário, exclusivo a pessoas com mais de 65 anos, que ficam proibidas de frequentar estas instalações fora deste horário. Deve ser dada ainda a prioridade no atendimento a pessoas com deficiência ou incapacidade, grávidas, pessoas acompanhadas de crianças de colo, profissionais de saúde ou outras pessoas que se encontrem numa situação de especial vulnerabilidade em virtude da COVID-19.
Celebrações de cariz religioso outros eventos de culto:
• Estão proibidas, assim como a realização de funerais "está condicionada à adoção de medidas organizacionais que garantam a inexistência de aglomerados de pessoas e o controlo das distâncias de segurança".
Forças de Segurança :
• Podem atuar numa dupla dimensão: de forma repressiva (encerrando atividades que não possam estar abertas, procedendo ao isolamento profilático de quem viole as regras impostas no Decreto-Lei); e de forma pedagógica.
O Estado de Emergência Nacional vigora por um período de 15 dias e cessa no dia 2 de abril, podendo ou não ser reavaliada a sua continuidade, mediante a evolução da disseminação da Covid-19 no país.
ReCaFE - No entanto, pandemia do coronavírus obriga a uma nova calendarização dos trabalhos.
No entanto, pandemia do coronavírus obriga a uma nova calendarização dos trabalhos.
A. situação de emergência nacional que o país atravessa está. no momento. a afetar todos os ramos de atividade. A medida de isolamento social. decretada pelo Governo. de modo a evitar a propagação do vírus. fez com que tudo funcionasse a "meio gás".
A requalificação do canal ferroviário de Espinho foi. de igual forma. afetada pela chegada do novo coronavírus.
De acordo com a engenheira Lurdes Ganicho, vereadora da Câmara Municipal de Espinho. a situação atual afetou o desenvolvimento da obra "na medida em que agravou a escassez de mão de obra que já ocorria antes."
Da mesma forma. "as empresas externas de infraestruturas também ficaram reduzidas a assegurar serviços essenciais. aumentando, assim. a dificuldade de resolução de questões que já eram lentas"
Tendo em conta esta situação e. uma vez que todas as entidades desenvolveram os seus planos de contingência. está. no momento. a ser "avalia¬da toda a calendarização da obra. os impactos inerentes e as ações de mitigação necessárias."
Até porque. segundo .
Lurdes Ganicho, "entretanto fomos informados pelo empreiteiro de que. devido à presente situação do Covíd -19. estavam a ter dificuldade no aprovisionamento de materiais para a obra. bem como interromperam preventivamente a obra. por sua iniciativa e por um período de uma semana."
FONTE DEFESA DE ESPINHO
Espinho, já se confirmam 8 casos positivos de infeção por COVID-19


Município de Espinho está profundamente preocupado e faz apelo ao Governo, às empresas e aos cidadãos as forças de segurança no terreno não são suficientes, algumas empresas e muitos cidadãos não estão a respeitar as normas de sáude pública impostas.
Após declaração de estado de calamidade decretado para o território de Ovar, devido contaminação comunitária pela Covid-19, estão a verificar-se atravessamentos constantes e absolutamente indesejáveis entre os Municípios de Ovar e Espinho, desrespeitando todas as imposições decretadas pelo Governo.
Estes desrespeitos têm-se verificado pela aparente insuficiência de forças de segurança no terreno e alguma descoordenação, mas também pelo lamentável incumprimento, das empresas e cidadãos, face às normas de saúde pública impostas.
É lamentável que algumas empresas sediadas em Espinho e Ovar não tomem medidas para informar e sensibilizar os seus trabalhadores para o facto de não poderem atravessar o perímetro sanitariamente delimitado. Pelo contrário, essas mesmas empresas procuram obter salvos-condutos (livre trânsito) junto dos Municípios, colocando em causa a segurança de todos.
É igualmente lamentável que muitos cidadãos procurem sistesmaticamente, movimentar-se sem respeito pelas regras definidas e, muitas vezes, por motivos absolutamente fúteis, removendo as barreiras colocadas pelo Município de Espinho.
Face a estes factos, a Comissão Municipal de Proteção Civil de Espinho é consensual em afirmar que não estão garantidas as condições de cerco sanitário impostas e anunciadas.
Por esse motivo, o Presidente da Câmara Municipal de Espinho, ouvida a Comissão Municipal de Proteção Civil, faz um apelo:
• Ao Governo, para que diligencie de imediato o reforço do efetivo das forças de segurança presente no terreno, recorrendo, se necessário, à unidade militar do Regimento de Engenharia Nº3 situada entre Espinho e Ovar, para apoiar o processo de controlo de fluxos dos cidadãos;
• Às empresas, para que apelem os seus colaboradores para não se deslocarem entre os Municípios de Ovar e Espinho e se pugnem elas próprias pelo cumprimento da lei face ao quadro de emergência que vivemos;
• Aos cidadãos, para que cumpram escrupulosamente as medidas de saúde pública estabelecidas.
O respeito pelo cerco sanitário decretado para Ovar é uma medida absolutamente necessária para proteção e salvaguarda de todos nos tempos que correm, e merece especial preocupação no dia que, em Espinho, já se confirmam 8 casos positivos de infeção por COVID-19, dois deles internados, estando um em estado grave.
quinta-feira, 19 de março de 2020
Houve residentes de Ovar a “furar o cerco”, denuncia presidente da Câmara de Espinho
Covid-19. Houve residentes de Ovar a “furar o cerco”, denuncia presidente da Câmara de Espinho
Com a A29 e a estrada nacional vedada entre Ovar e Espinho, Pinto Moreira alerta residentes de um e outro concelho que continuam a circular nas vias secundárias. Autarca fala em “descoordenação brutal” e pondera colocação de barreiras físicas nas estradas municipais para evitar cadeias de contágio. Espinho tem cinco casos confirmados
Um dia depois de o Governo ter decretado o estado de calamidade em Ovar para travar a propagação do novo coronavírus, o presidente da Câmara de Espinho alerta que moradores com familiares de um lado dos concelhos-fronteira estão a desrespeitar a cerca sanitária. “Esta quarta-feira, houve residentes a furar o cerco, é lamentável a descoordenação brutal”, refere Pinto Moreira, apelando à população para respeitar as medidas de interdição de circulação entre os dois municípios para evitar cadeias de transmissão do surto.
No concelho de Espinho estão registados, desde segunda-feira, cinco casos positivos de Covid-19, “felizmente todos estáveis”, diz ao Expresso o autarca, embora preocupado com o fluxo de familiares que teimam em transgredir a ordem de não entrar ou sair do concelho vizinho, que tem 30 casos positivos. Apesar de a A29 e a estrada nacional estarem vedadas entre os dois municípios (e de os comboios da Linha do Norte não efetuarem paragens de entrada e saída de passageiros em Ovar), Pinto Moreira avança que, esta quarta-feira, moradores das duas cidades circularam por caminhos municipais, situação que a autarquia e as juntas de freguesia vão monitorizar durante esta quinta-feira.
“Caso se mantenha a transgressão do plano de emergência distrital, decretado ainda antes do estado de emergência nacional, vamos reunir com a Comissão Municipal de Proteção Civil e a tutela para que sejam equacionadas barreiras físicas nas vias secundárias”, avança ao Expresso. A preocupação deve-se ao elevado número de casos confirmados da infeção nos municípios limítrofes, não só em Ovar, mas também em Santa Maria da Feira, razão que levou o autarca a ativar terça-feira à noite o plano municipal de emergência de Proteção Civil de Espinho.
A decisão foi comunicada à Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil através do Comando Distrital de Operações de Socorro de Aveiro, aos municípios de Santa Maria da Feira, Ovar e Vila Nova de Gaia, a todos os agentes de proteção civil de Espinho e à população.
Pinto Moreira refere ainda ter sido contactado por várias entidades patronais do concelho a queixaram-se de que estava a chegar “pessoal de Ovar”, tendo sido transmitido para às empresas o regresso imediato dos trabalhadores a casa. O edil foi ainda questionado por empresários locais sobre a possibilidade de serem autorizados “salvo-condutos” de funcionários residentes em Espinho, “sob pena de terem de parar a produção”, pedido recusado por “acima de tudo estar a saúde pública”.
FONTE :
Expresso
Com a A29 e a estrada nacional vedada entre Ovar e Espinho, Pinto Moreira alerta residentes de um e outro concelho que continuam a circular nas vias secundárias. Autarca fala em “descoordenação brutal” e pondera colocação de barreiras físicas nas estradas municipais para evitar cadeias de contágio. Espinho tem cinco casos confirmados
Um dia depois de o Governo ter decretado o estado de calamidade em Ovar para travar a propagação do novo coronavírus, o presidente da Câmara de Espinho alerta que moradores com familiares de um lado dos concelhos-fronteira estão a desrespeitar a cerca sanitária. “Esta quarta-feira, houve residentes a furar o cerco, é lamentável a descoordenação brutal”, refere Pinto Moreira, apelando à população para respeitar as medidas de interdição de circulação entre os dois municípios para evitar cadeias de transmissão do surto.
No concelho de Espinho estão registados, desde segunda-feira, cinco casos positivos de Covid-19, “felizmente todos estáveis”, diz ao Expresso o autarca, embora preocupado com o fluxo de familiares que teimam em transgredir a ordem de não entrar ou sair do concelho vizinho, que tem 30 casos positivos. Apesar de a A29 e a estrada nacional estarem vedadas entre os dois municípios (e de os comboios da Linha do Norte não efetuarem paragens de entrada e saída de passageiros em Ovar), Pinto Moreira avança que, esta quarta-feira, moradores das duas cidades circularam por caminhos municipais, situação que a autarquia e as juntas de freguesia vão monitorizar durante esta quinta-feira.
“Caso se mantenha a transgressão do plano de emergência distrital, decretado ainda antes do estado de emergência nacional, vamos reunir com a Comissão Municipal de Proteção Civil e a tutela para que sejam equacionadas barreiras físicas nas vias secundárias”, avança ao Expresso. A preocupação deve-se ao elevado número de casos confirmados da infeção nos municípios limítrofes, não só em Ovar, mas também em Santa Maria da Feira, razão que levou o autarca a ativar terça-feira à noite o plano municipal de emergência de Proteção Civil de Espinho.
A decisão foi comunicada à Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil através do Comando Distrital de Operações de Socorro de Aveiro, aos municípios de Santa Maria da Feira, Ovar e Vila Nova de Gaia, a todos os agentes de proteção civil de Espinho e à população.
Pinto Moreira refere ainda ter sido contactado por várias entidades patronais do concelho a queixaram-se de que estava a chegar “pessoal de Ovar”, tendo sido transmitido para às empresas o regresso imediato dos trabalhadores a casa. O edil foi ainda questionado por empresários locais sobre a possibilidade de serem autorizados “salvo-condutos” de funcionários residentes em Espinho, “sob pena de terem de parar a produção”, pedido recusado por “acima de tudo estar a saúde pública”.
FONTE :
Expresso
Subscrever:
Mensagens (Atom)



