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AVISO
quarta-feira, 15 de janeiro de 2020
segunda-feira, 13 de janeiro de 2020
Autarquia investe na requalificação dos passadiços do concelho
Obra contempla a substituição de piso e a colocação de regeneradores dunares
A Câmara Municipal de Espinho procede à requalificação dos passadiços do concelho, com um investimento de cerca de €90.000,00.
Esta intervenção, iniciada em 2019, contempla a substituição de cerca de 700 metros lineares e a colocação de regeneradores dunares que irão servir de obstáculo ao deslocamento pontual das partículas de areia para o passadiço.
O projeto encontra-se atualmente em fase de conclusão, sendo que a intervenção decorrerá a norte do concelho, junto da praia do Marbelo.


A Câmara Municipal de Espinho procede à requalificação dos passadiços do concelho, com um investimento de cerca de €90.000,00.
Esta intervenção, iniciada em 2019, contempla a substituição de cerca de 700 metros lineares e a colocação de regeneradores dunares que irão servir de obstáculo ao deslocamento pontual das partículas de areia para o passadiço.
O projeto encontra-se atualmente em fase de conclusão, sendo que a intervenção decorrerá a norte do concelho, junto da praia do Marbelo.


sexta-feira, 10 de janeiro de 2020
I Conferência Internacional Direito do Cinema e Audiovisual - 21-22 de Março - Espinho
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quarta-feira, 8 de janeiro de 2020
segunda-feira, 6 de janeiro de 2020
Fim de semana mágico do Atletismo do S.C. Espinho




FIM DE SEMANA MÁGICO DO
ATLETISMO DO S. C. ESPINHO
A equipa de atletismo do S. C. Espinho teve um fim de semana de intensa
atividade e vitórias.
Na S. Silvestre da Cidade de Espinho, o Atleta do S. C. Espinho/Atletismo
António Leitão, Gil Maia, foi o grande vencedor com o tempo de 31:35, menos 57
segundos que o segundo classificado, Hélder Lopes do DCI/Trilhos Luso Bussaco e
1:18 que o Vitor Santos da EV Peraltafil, vencedor da edição de 2019. A Equipa
do S. C. Espinho foi 3ª classificada atrás do Clube Atletismo Ovar (1º) e EV
Peraltafil (2º).
No fim de semana realizou-se na pista de Vagos os Campeonatos Distritais
de Triatlo Técnico para Infantis, Iniciados e Juvenis e Campeonatos Distritais
Master de Pista. No Triatlo Técnico participaram a atleta Juvenil Eduarda
Brandão (4ª), os Iniciados Sara Rocha (6ª), Afonso Campos (5º) e Rafael Fragoso
(9º) e a Infantil Maria Luís que conquistou o título Distrital. Nos campeonatos
Distritais de Master, as 5 atletas da equipa feminina conquistaram mais de uma
dezena de pódios individuais e o 3º lugar coletivo. A equipa masculina voltou a
repetir o segundo lugar dos últimos campeonatos.
Na manhã deste domingo o equipa de Trail do S. C. Espinho participou no
Last Man Standing tendo conquistado diversos pódios individuais e o 1º lugar
coletivo.
domingo, 5 de janeiro de 2020
6ª São Silvestre de Espinho 2020
Gil Maia e Márcia Martins foram os primeiros nas respectivas classificações gerais (masculino e feminino). Clube Atletismo Ovar conquistou a vitória por equipas
A 6ª Corrida São Silvestre de Espinho deu o mote para o início do ano 2020 na nossa cidade.
Com a presença de 1600 atletas inscritos, a Corrida da Pequenada que começa a ganhar mais e mais adeptos e ainda a habitual caminhada, foi dado o tiro de partida para um ano repleto de desporto e bem-estar.
Numa prova que contou ainda com a participação de Vicente Pinto, vice-presidente da Câmara Municipal de Espinho e vereador com o pelouro do desporto, foram os atletas Gil Maia da SC Espinho/António Leitão e Márcia Martins da CDI/Trilhos Luso Bussaco, quem conseguiu o 1º lugar da classificação geral de masculinos e femininos, respetivamente.
O Clube de Atletismo de Ovar alcançou o primeiro lugar por equipas, com o tempo total de 2:13:25.
Esta corrida iniciou-se pelas 18h00, no passado sábado (4 jan.) e percorreu as artérias da cidade, perfazendo um percurso total de 10 quilómetros.
Consulte a Classificação Geral Individual e por Coletiva
sexta-feira, 3 de janeiro de 2020
Empresária rica apaixonou-se por um dos burlões
Falso herdeiro de 173 milhões de euros saca fortuna a milionária do grupo Solverde
Burlão dizia ser engenheiro, doutor e pessoa muito rica oriunda da família Violas.

Apresentava-se como uma pessoa muito rica, oriunda da família Violas (industriais, acionistas de bancos e empresários do imobiliário, casinos e hotelaria) e herdeiro de milhões de euros em ações do Grupo Solverde. Dizia-se doutor e engenheiro, apesar de não ser licenciado, e foi como sócio de uma empresa de confeções que conheceu uma empresária, de 62 anos, dona de fortuna, a quem sacou milhares de euros. Atuou sempre com a ajuda de três cúmplices, que estão a ser julgados no Tribunal de Gaia por burla qualificada.
Refere o processo, consultado pelo CM, que o falso herdeiro do grupo Solverde, de 48 anos e atualmente na cadeia, chegou a contar à vítima, em novembro de 2015, que era neto ilegítimo mas o preferido do avô - pai de Manuel Violas, atual presidente do grupo. Este tinha-lhe deixado uma herança em ações no valor de 173 milhões de euros. Explicou que a quantia estava em Zurique, Suíça, e que já tinha conseguido desbloquear 70 mil euros, mas que, já em Portugal, tinha sido agredido e roubado e ficou sem a quantia.
Acreditando na história, a empresária deu-lhe 2 mil euros para voltar a viajar para a Suíça e conseguir desbloquear um milhão de euros. Era tudo mentira.
Sempre mediante um plano ardiloso, traçado entre os quatro arguidos, o falso herdeiro chegou a simular que tinha o vírus Zika e que estava à beira da morte, cuspindo sangue e tendo líquido num pulmão. Tinha pouco tempo de vida mas precisava de dinheiro para pagar as despesas hospitalares. Numa outra situação, por exemplo, disse que tinha sido preso em Madrid e que precisava de dinheiro para pagar a caução para ser libertado. Noutras vezes, referiu estar preso na PJ de Aveiro e de Lisboa. Sempre para o ajudar, e acreditando nas histórias mentirosas do burlão, a vítima fez-lhe ainda dezenas de transferências, num valor superior a 34 mil euros.
Empresária rica apaixonou-se por um dos burlões
Outro dos arguidos é um homem de 47 anos que dizia ser engenheiro e que trabalhava com o falso herdeiro do grupo Solverde. Exercendo poderes de sedução, fez com que a empresária se apaixonasse por ele, ao ponto de se tratarem por "amor".
Foi através deste ascendente afetivo que conseguiu manipulá-la. Num caso, em outubro de 2016, ligou a chorar à vítima e pediu-lhe 1600 euros. Disse que estava preso e que o dinheiro serviria para não ser transferido para a cadeia de Caxias.
Simula "dificuldades momentâneas" e pede 10 mil euros
Sempre com "grande capacidade de persuasão e discurso preparado", o falso herdeiro do Solverde conseguiu ainda enganar a empresária em 10 mil euros, que disse servirem para pagar às funcionárias da sua empresa, por estar a passar por "dificuldades momentâneas". Nunca lhe devolveu o dinheiro. A mulher emprestou-lhe um Mercedes SLK, que vendeu e dividiu o dinheiro com os cúmplices.
PORMENORES
"Eram pessoas de bem"
"A ofendida acedeu por estar convencida que lidava com pessoa de bem e com avultado património, temporariamente inacessível", lê-se no processo.
Facilidade de dinheiro
A empresária tinha facilidade na movimentação de dinheiro e possuía património imobiliário e automóvel. Desenvolvia ainda atividades na área da moda.
Todos detidos pela PJ
O burlão pelo qual a vítima se apaixonou é irmão de um outro arguido no processo. Todos os arguidos foram detidos pela PJ em Outubro de 2016.
FONTE : Correio da Manhã
Nelson Rodrigues
Burlão dizia ser engenheiro, doutor e pessoa muito rica oriunda da família Violas.

Apresentava-se como uma pessoa muito rica, oriunda da família Violas (industriais, acionistas de bancos e empresários do imobiliário, casinos e hotelaria) e herdeiro de milhões de euros em ações do Grupo Solverde. Dizia-se doutor e engenheiro, apesar de não ser licenciado, e foi como sócio de uma empresa de confeções que conheceu uma empresária, de 62 anos, dona de fortuna, a quem sacou milhares de euros. Atuou sempre com a ajuda de três cúmplices, que estão a ser julgados no Tribunal de Gaia por burla qualificada.
Refere o processo, consultado pelo CM, que o falso herdeiro do grupo Solverde, de 48 anos e atualmente na cadeia, chegou a contar à vítima, em novembro de 2015, que era neto ilegítimo mas o preferido do avô - pai de Manuel Violas, atual presidente do grupo. Este tinha-lhe deixado uma herança em ações no valor de 173 milhões de euros. Explicou que a quantia estava em Zurique, Suíça, e que já tinha conseguido desbloquear 70 mil euros, mas que, já em Portugal, tinha sido agredido e roubado e ficou sem a quantia.
Acreditando na história, a empresária deu-lhe 2 mil euros para voltar a viajar para a Suíça e conseguir desbloquear um milhão de euros. Era tudo mentira.
Sempre mediante um plano ardiloso, traçado entre os quatro arguidos, o falso herdeiro chegou a simular que tinha o vírus Zika e que estava à beira da morte, cuspindo sangue e tendo líquido num pulmão. Tinha pouco tempo de vida mas precisava de dinheiro para pagar as despesas hospitalares. Numa outra situação, por exemplo, disse que tinha sido preso em Madrid e que precisava de dinheiro para pagar a caução para ser libertado. Noutras vezes, referiu estar preso na PJ de Aveiro e de Lisboa. Sempre para o ajudar, e acreditando nas histórias mentirosas do burlão, a vítima fez-lhe ainda dezenas de transferências, num valor superior a 34 mil euros.
Empresária rica apaixonou-se por um dos burlões
Outro dos arguidos é um homem de 47 anos que dizia ser engenheiro e que trabalhava com o falso herdeiro do grupo Solverde. Exercendo poderes de sedução, fez com que a empresária se apaixonasse por ele, ao ponto de se tratarem por "amor".
Foi através deste ascendente afetivo que conseguiu manipulá-la. Num caso, em outubro de 2016, ligou a chorar à vítima e pediu-lhe 1600 euros. Disse que estava preso e que o dinheiro serviria para não ser transferido para a cadeia de Caxias.
Simula "dificuldades momentâneas" e pede 10 mil euros
Sempre com "grande capacidade de persuasão e discurso preparado", o falso herdeiro do Solverde conseguiu ainda enganar a empresária em 10 mil euros, que disse servirem para pagar às funcionárias da sua empresa, por estar a passar por "dificuldades momentâneas". Nunca lhe devolveu o dinheiro. A mulher emprestou-lhe um Mercedes SLK, que vendeu e dividiu o dinheiro com os cúmplices.
PORMENORES
"Eram pessoas de bem"
"A ofendida acedeu por estar convencida que lidava com pessoa de bem e com avultado património, temporariamente inacessível", lê-se no processo.
Facilidade de dinheiro
A empresária tinha facilidade na movimentação de dinheiro e possuía património imobiliário e automóvel. Desenvolvia ainda atividades na área da moda.
Todos detidos pela PJ
O burlão pelo qual a vítima se apaixonou é irmão de um outro arguido no processo. Todos os arguidos foram detidos pela PJ em Outubro de 2016.
FONTE : Correio da Manhã
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