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quinta-feira, 28 de fevereiro de 2019
quarta-feira, 27 de fevereiro de 2019
Assembleia Municipal de Espinho aprova orçamento 2019
Mais de 100 pessoas concentraram-se no largo da Câmara após um apelo ao "Movimento Pacífico pelo Estádio Municipal de Espinho".



A Assembleia Municipal de Espinho, cuja sessão de terça-feira à noite foi descrita como "uma das mais participadas de sempre", aprovou um orçamento de 36,7 milhões de euros para 2019. A reunião foi a segunda em que os deputados locais tiveram oportunidade de votar as propostas do Executivo camarário liderado pelo PSD, depois de um primeiro chumbo em dezembro de 2018.



O novo documento foi agora aprovado com 12 votos a favor pelos nove eleitos do PSD, os dois presidentes das juntas de Freguesia de Espinho e de Paramos, e o deputado do BE. Os votos contra foram de sete vogais do PS, um da CDU e um do movimento Pela Minha Gente (PMG), enquanto as abstenções couberam a um eleito do PMG e aos presidentes das juntas de Silvalde e da União de Freguesias de Anta e Guetim. O socialista João Carapeto ausentou-se da sala durante a votação por se opor aos procedimentos. Para o vice-presidente da autarquia e responsável pela gestão financeira, Vicente Pinto, ficou assim viabilizado um conjunto de investimentos que, no total, têm já quase 13 milhões de euros aprovados em apoios comunitários. A lista inclui a requalificação do canal ferroviário e da Escola EB23 Sá Couto, a criação da rede local de ciclovias, a renovação da rede de água e saneamento, e a comparticipação financeira do novo quartel dos bombeiros, entre outros projetos. O autarca social-democrata realçou que o orçamento não facilita apenas "um programa de obras: é também um programa que apoia mais as famílias, por reforçar o cheque-educação, implementar o cheque-natalidade e o alargamento do fundo social de emergência". O deputado do BE António Andrade, que na terça-feira deu parecer favorável ao orçamento do PSD, depois de em dezembro o ter reprovado, explicou a alteração do voto. "Em consciência, devo aprovar este orçamento porque há um interesse maior em causa, que é a concretização do quartel dos bombeiros, sob pena de eles poderem perder aquilo que já investiram [se a Câmara ficasse impedida de assegurar a comparticipação com que se comprometeu]", disse. Henrique Cierco, do PMG, também justificou a sua abstenção, alegando que, apesar de o segundo orçamento proposto pelo PSD se manter "omisso em alguns aspetos cruciais", o Executivo camarário "ainda merece o benefício da dúvida". Cierco criticou ocorrências que precederam a presente sessão da Assembleia, como a colagem de cartazes anónimos e de tom descrito como "de intimidação e terror" na residência de alguns deputados, que começaram por se opor ao orçamento. "Em pleno século XXI e com uma democracia consolidada", é lamentável que dirigentes de diversas instituições da cidade "tenham vindo para o espaço público e para as redes sociais tentar condicionar a opinião dos vogais da Assembleia", disse. Antes do início da sessão, mais de 100 pessoas concentraram-se no largo da Câmara, na sequência de um apelo que circulou na internet sob o nome "Movimento Pacífico pelo Estádio Municipal de Espinho". O equipamento, propriedade da autarquia, deverá ser cedido ao Sporting Clube de Espinho como casa-mãe. Na praça reuniram-se atletas e apoiantes do clube, entre os quais o presidente da coletividade. Para Bernardo Gomes de Almeida, a criação do novo estádio, cujo financiamento comunitário ficaria em risco se o orçamento municipal não fosse aprovado, era "uma questão de vida ou morte". Em declarações à Lusa, o responsável explicou: "Já é muito triste termos perdido o velhinho estádio [Comendador Manuel Violas], onde jogávamos há 92 anos, e estarmos no estádio emprestado do Fiães Sport Clube [no concelho de Santa Maria da Feira]. Agora o novo estádio é uma questão de vida ou morte para o clube, porque já é tempo de, uma vez por todas, acabarmos com as promessas que nos vêm fazendo há mais de 40 anos e finalmente concretizarem a obra". A esse propósito, José Carvalhinho, o eleito do PMG que votou contra o orçamento, afirmou na Assembleia que o orçamento autárquico de 2018 já previa 484.000 euros para o estádio e que, desse montante, a Câmara só gastou 12%" nesse ano. "Nessa altura não vi o Sporting Clube de Espinho a mandar vir nem a fazer manifestações à porta da Câmara por ela não ter cumprido o que prometeu", considerou.









A Assembleia Municipal de Espinho, cuja sessão de terça-feira à noite foi descrita como "uma das mais participadas de sempre", aprovou um orçamento de 36,7 milhões de euros para 2019. A reunião foi a segunda em que os deputados locais tiveram oportunidade de votar as propostas do Executivo camarário liderado pelo PSD, depois de um primeiro chumbo em dezembro de 2018.
O novo documento foi agora aprovado com 12 votos a favor pelos nove eleitos do PSD, os dois presidentes das juntas de Freguesia de Espinho e de Paramos, e o deputado do BE. Os votos contra foram de sete vogais do PS, um da CDU e um do movimento Pela Minha Gente (PMG), enquanto as abstenções couberam a um eleito do PMG e aos presidentes das juntas de Silvalde e da União de Freguesias de Anta e Guetim. O socialista João Carapeto ausentou-se da sala durante a votação por se opor aos procedimentos. Para o vice-presidente da autarquia e responsável pela gestão financeira, Vicente Pinto, ficou assim viabilizado um conjunto de investimentos que, no total, têm já quase 13 milhões de euros aprovados em apoios comunitários. A lista inclui a requalificação do canal ferroviário e da Escola EB23 Sá Couto, a criação da rede local de ciclovias, a renovação da rede de água e saneamento, e a comparticipação financeira do novo quartel dos bombeiros, entre outros projetos. O autarca social-democrata realçou que o orçamento não facilita apenas "um programa de obras: é também um programa que apoia mais as famílias, por reforçar o cheque-educação, implementar o cheque-natalidade e o alargamento do fundo social de emergência". O deputado do BE António Andrade, que na terça-feira deu parecer favorável ao orçamento do PSD, depois de em dezembro o ter reprovado, explicou a alteração do voto. "Em consciência, devo aprovar este orçamento porque há um interesse maior em causa, que é a concretização do quartel dos bombeiros, sob pena de eles poderem perder aquilo que já investiram [se a Câmara ficasse impedida de assegurar a comparticipação com que se comprometeu]", disse. Henrique Cierco, do PMG, também justificou a sua abstenção, alegando que, apesar de o segundo orçamento proposto pelo PSD se manter "omisso em alguns aspetos cruciais", o Executivo camarário "ainda merece o benefício da dúvida". Cierco criticou ocorrências que precederam a presente sessão da Assembleia, como a colagem de cartazes anónimos e de tom descrito como "de intimidação e terror" na residência de alguns deputados, que começaram por se opor ao orçamento. "Em pleno século XXI e com uma democracia consolidada", é lamentável que dirigentes de diversas instituições da cidade "tenham vindo para o espaço público e para as redes sociais tentar condicionar a opinião dos vogais da Assembleia", disse. Antes do início da sessão, mais de 100 pessoas concentraram-se no largo da Câmara, na sequência de um apelo que circulou na internet sob o nome "Movimento Pacífico pelo Estádio Municipal de Espinho". O equipamento, propriedade da autarquia, deverá ser cedido ao Sporting Clube de Espinho como casa-mãe. Na praça reuniram-se atletas e apoiantes do clube, entre os quais o presidente da coletividade. Para Bernardo Gomes de Almeida, a criação do novo estádio, cujo financiamento comunitário ficaria em risco se o orçamento municipal não fosse aprovado, era "uma questão de vida ou morte". Em declarações à Lusa, o responsável explicou: "Já é muito triste termos perdido o velhinho estádio [Comendador Manuel Violas], onde jogávamos há 92 anos, e estarmos no estádio emprestado do Fiães Sport Clube [no concelho de Santa Maria da Feira]. Agora o novo estádio é uma questão de vida ou morte para o clube, porque já é tempo de, uma vez por todas, acabarmos com as promessas que nos vêm fazendo há mais de 40 anos e finalmente concretizarem a obra". A esse propósito, José Carvalhinho, o eleito do PMG que votou contra o orçamento, afirmou na Assembleia que o orçamento autárquico de 2018 já previa 484.000 euros para o estádio e que, desse montante, a Câmara só gastou 12%" nesse ano. "Nessa altura não vi o Sporting Clube de Espinho a mandar vir nem a fazer manifestações à porta da Câmara por ela não ter cumprido o que prometeu", considerou.

terça-feira, 26 de fevereiro de 2019
Ricardo Arroja é o cabeça de lista do partido Iniciativa Liberal às Eleições Europeias


Ricardo Arroja é o cabeça de lista
do partido Iniciativa Liberal às Eleições Europeias
Catarina Maia,
docente do ensino superior e especialista em propriedade intelectual,
acompanha
Ricardo Arroja no topo da lista para as Europeias.
O partido Iniciativa
Liberal (IL) apresentará o economista Ricardo Arroja como cabeça de lista às Eleições
Europeias, a decorrer em Maio, que terá Catarina Maia, docente do ensino
superior, como número dois da lista.
Ricardo Arroja é
economista de profissão. Formado pela Faculdade de Economia da Universidade do
Porto, administrador de empresas e consultor de políticas públicas sobre
pequenas e médias empresas, leciona no ensino superior nos domínios da banca e
das finanças. Comentador da RTP e colunista da imprensa económica desde há
vários anos, autor de livro sobre a economia portuguesa, conta com perto de
vinte anos de experiência no sector financeiro e na economia real.
Catarina Maia,
especialista em propriedade intelectual, é docente do ensino superior e gestora
de transferência de tecnologia do INESC TEC. Licenciada em Microbiologia pela
Universidade Católica Portuguesa, com um Mestrado e MBA em Gestão de Empresas
pela Porto Business School, foi anterior gestora executiva de um fundo de
investimento em startups. É membro fundador da Iniciativa Liberal.
“O Ricardo
Arroja e a Catarina Maia, pelos seus percursos de vida e características,
cumprem os 3 critérios que definimos como perfil de candidatos. Pessoas com uma
carreira profissional reconhecida, com um pensamento liberal sólido, e com
capacidade de transmitir estas ideias.”
– afirma
Carlos Guimarães Pinto, presidente da Iniciativa Liberal. “Contar com o
Ricardo neste desafio é mais uma demonstração do percurso consistente de
abertura e crescimento que o partido Iniciativa Liberal tem vindo a trilhar e
um claro sinal da necessidade em assumir uma atitude reformista em Portugal e
na Europa.”
Ricardo Arroja e
Catarina Maia integram ainda a equipa “Portugal 2040” Iniciativa Liberal, uma
equipa de especialistas que irá desenvolver uma agenda reformista, pensando
Portugal a duas décadas. Nesta equipa está também integrado o ex Primeiro
Ministro da Estónia, Taavi Rõivas, que irá trazer a experiência de um país que
alcançou crescimento e resultados objectivos através de políticas liberais.
Biografias:
Ricardo Arroja – Economista
- Licenciatura em Gestão na Faculdade de Economia da Universidade do Porto;
- Especialista em Finanças, Banca e Seguros. Aprovado em provas públicas realizadas no Instituto Superior Politécnico Gaya;
- Doutorando em Ciências de Administração na Escola de Economia e Gestão da Universidade do Minho;
- Professor na Atlântico Business School e Professor convidado na Escola de Economia e Gestão da Universidade do Minho;
- Administrador de empresas;
- Consultor de políticas públicas;
- Membro da direcção da Ordem dos Economistas;
- "Fellow" do "German Marshall Fund of the United States";
- Comentador da RTP.
Catarina Maia - Gestora de Transferência de Tecnologia e Docente do Ensino Superior
- Mestrado e MBA em Gestão de Empresas pela Porto Business School, Licenciatura em Microbiologia pela Universidade Católica Portuguesa.
- Responsável pelo Serviço de Apoio ao Licenciamento do INESC TEC, especialista em transferência de tecnologia.
- Registered Technology Transfer Professional pela Alliance for Technology Transfer Professionals.
- Docente convidada na Universidade do Porto nas áreas da gestão, empreendedorismo e inovação.
- Anterior gestora executiva de um fundo de investimento em startups
- Experiência em startups de base tecnológica.


Sobre a Iniciativa Liberal
Iniciativa Liberal é um dos mais recentes partidos políticos em Portugal. A Iniciativa
Liberal foi inicialmente constituída como Associação em consequência da junção
de vontades de um conjunto de cidadãos em promover os valores liberais na
sociedade portuguesa. Para além deste objetivo existia também o desejo que
existisse um partido político verdadeiramente liberal. Um partido que
defendesse Mais Liberdade. Mais Liberdade Política. Mais Liberdade Social. E
Mais Liberdade Económica. E iniciou-se um caminho que pudesse conjugar esses
objetivo e desejo.
Foi nesse espírito
que decorreu o processo de desenvolvimento do Manifesto
Portugal Mais Liberal, que partindo
do texto inicial, escrito em 1947, do Manifesto de Oxford, base do movimento
liberal internacional, num processo colaborativo em plataforma digital, chegou
a um texto final adaptado a Portugal e à atualidade, resultado de mais de 200
participações únicas e 3000 emendas. Um texto que reafirma a visão liberal da
sociedade que desejamos, unindo os pilares político, social e económico.
Foi também num
processo colaborativo que a Iniciativa Liberal desenvolveu o seu Programa
Político, aprovado na I Convenção
Nacional.
Para
mais informação contacte:
segunda-feira, 25 de fevereiro de 2019
domingo, 24 de fevereiro de 2019
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